<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684</id><updated>2012-02-16T18:16:50.770-08:00</updated><title type='text'>Povos Germanos</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>82</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-4858509110100255188</id><published>2011-03-09T10:36:00.000-08:00</published><updated>2011-04-03T12:28:43.367-07:00</updated><title type='text'>A onda vermelha do norte</title><content type='html'>&lt;em&gt;Vindos da Escandinávia meridional, da costa da Alemanha e dos Países Baixos, os povos bárbaros se uniram para expulsar os romanos da Bretanha&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-UDZb6GmQE3M/TXfI50K0HdI/AAAAAAAAGSg/kPaxR1GS7Gc/s1600/Imagem%2B1....jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5582151158731120082" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 326px; CURSOR: hand; HEIGHT: 350px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-UDZb6GmQE3M/TXfI50K0HdI/AAAAAAAAGSg/kPaxR1GS7Gc/s400/Imagem%2B1....jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Elmo do período migratório viking, do século V, feito&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; de ferro e bronze. Museu Histórico de Estocolmo.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Jordanes, historiador godo, nos diz que “é da Ilha de Scanzia, que podemos chamar de fábrica de nações ou reservatório de povos, que os godos parecem ter saído (...)”. Essa Scanzia, a atual Escandinávia, era povoada por um grande número de nações. A maioria dos grupos, que participaram das migrações, era proveniente da Escandinávia meridional, outros da costa da Alemanha e dos Países Baixos. Suas tradições marítimas faziam com que estivessem em permanente contato e que começassem a investir juntos sobre a Bretanha, no final do século III, destruindo a autoridade de Roma na ilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse “oceano germânico” que é o Báltico, emigrantes originários de povos inexoravelmente confundidos, começaram a expandir-se, tanto na direção leste quanto oeste. É muito difícil distingui-los uns dos outros, pois só os mais importantes, ou os que foram mais felizes na guerra, deixaram o nome na posteridade. O velho fantasma da coesão étnica foi espantado pelos fatos. Nada serve para procurar a origem de um grupo determinado, pois todos provêm de agrupamentos posteriores às migrações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um clã escolheu seguir um chefe de prestígio, tido como invencível, sem se preocupar com o lugar de onde viera. Esse fenômeno foi reforçado no noroeste da Europa por uma semelhança de línguas, tanto que os lingüistas chamaram de velho saxão e velho inglês uma espécie de matriz comum a toda uma era geográfica que englobava aquela área. Desde finais do século III, tornou-se claro o perigo que os francos e os saxões representavam para a parte setentrional do Império Romano. O mar do Norte estava a ponto de se tornar “germânico”, ou seja, ali, a potência romana estava mais ou menos ausente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi nesse contexto que em março de 286 a Gália e a Bretanha insular (atual Grã-Bretanha) reuniram-se num único setor militar, cujo comando foi confiado a um homem de armas de origem bárbara, Caráusio. No início, sua autoridade limitava-se ao litoral da Gália e à ilha da Bretanha, mas em razão de vitórias obtidas rapidamente a partir daquele ano, Caráusio se impôs de tal maneira que governou durante uma década esse que chamamos o primeiro Estado britânico-gaulês. De imediato, ele tentou aumentar suas possessões continentais, sem deixar a Gália do Norte. Comportava-se como um verdadeiro césar romano. Em 289, o imperador Diocleciano enviou um exército comandado por Maximiano para enfrentá-lo, mas foi vencido durante uma batalha naval.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Poder restabelecido&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caráusio não foi reconhecido por Diocleciano; para marcar sua autoridade ele multiplicou as operações militares, até ser assassinado. Certos de sua inferioridade nesse campo, a fim de evitar uma nova batalha naval, os romanos, sob o comando de Constâncio, desembarcaram perto da ilha de Wight e restabeleceram o poder de Roma na região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a primeira metade do século IV, a Bretanha insular, que havia se tornado novamente romana, conheceu segurança e prosperidade relativas. Prontamente voltaram a eclodir guerras intestinas, o que enfraqueceu bastante o exército romano. A partir de 354, o perigo delineava-se mais uma vez: os francos e os saxões de um lado, os pictos e os escotos de outro, assediavam as zonas de domínio romano. No continente, as incursões bárbaras ameaçavam a Gália do norte, interrompendo as rotas de abastecimento. Apesar dos decididos e corajosos esforços do imperador Juliano, que em pessoa liderou o combate em todas as frentes do norte do Império, a situação se degradou. Quando de sua morte, em 365, ocorreu uma nova invasão dos alamanos na Gália, e os ataques bárbaros recomeçaram na Bretanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 367, os saxões, que até então só tinham empreendido algumas ações isoladas, atacaram em conjunto e acrescentaram suas investidas às dos pictos e dos escotos, provocando um desastre total: o exército romano foi derrotado às portas de Londres. A conjunção de forças bárbaras, de interesses contraditórios entre si mas determinadas a expulsar os romanos da ilha, tinha se revelado eficaz. No entanto, pela última vez os romanos conseguiram restabelecer o controle da situação. Valentiniano I reuniu às pressas suas melhores tropas, que desembarcaram em Richborough e marcharam sobre Londres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bretanha romana foi reconquistada, e as fronteiras restauradas e reforçadas. Parece que a ação de piratas saxões que ameaçavam cortar relações com o continente foi considerada mais perigosa do que as investidas dos pictos ao norte e as dos escotos na Irlanda. O dispositivo de defesa da costa foi repensado em razão da terrível derrota de 367. Mas como a ilha da Bretanha ficava na periferia do Império, assim que o perigo se delineou no continente, sua defesa foi novamente negligenciada; as melhores tropas retomaram o caminho da Itália. Na Gália, as usurpações sucederam-se, até que Estilicão, novo senhor do Ocidente, reforçou mais uma vez os dispositivos defensivos ao fazer uma inspeção, em 396. Foi nesse contexto de relativa paz recuperada que houve a grande invasão de 406, na Gália: os germânicos passaram pelo Reno na direção de Mogúncia e, como resume de modo lapidar o historiador Lucien Musset, “tudo desmoronou”. Isolada do continente, a ilha da Bretanha conheceu sucessivamente três invasores, em alguns meses. Bem informados, os saxões precipitaram-se rumo à Bretanha insular para ali permanecer e criar um novo reino. O historiador grego Zózimo escreveu a esse respeito: “Os bretões, em recusa à dominação romana, viviam a seu próprio modo, sem obedecer às leis romanas”. Eles devastaram o país. Nas raras fortalezas onde ainda havia resistência, os pedidos de ajuda multiplicaram-se, mas era muito tarde. O Império já não tinha meios de intervir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 410, Honório, impotente, respondeu aos bretões que eles mesmos deviam enfrentar o perigo saxão. O Império Romano não renunciou formalmente à Bretanha, mas dali em diante sua influência sobre a ilha terminaria. Somente o sudeste resistiu durante algum tempo, mas como a rota marítima da região do Pas-de-Calais (no extremo norte da atual França) estava praticamente interrompida, o último bastião mergulhou no isolamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns vestígios da organização política romana permaneceram entre os bretões em luta contra os saxões, como menciona a obra que descreve a vida de São Germano de Auxerre, que foi à ilha em 419. Por meio dela, ficamos sabendo que os saxões faziam incursões até as portas de Londres. Por ocasião de uma segunda visita dele, entre 440 e 444, a situação parecia ainda mais precária. Vários sintomas indicam que em meados do século V teria acontecido a derrocada da administração. Definitivamente, eram os últimos contatos dos bretãos com o continente. - &lt;em&gt;Tradução de Marly N. Peres&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;.:: &lt;a href="http://www2.uol.com.br/historiaviva/dossie/a_onda_vermelha_do_norte_3.html"&gt;História Viva&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-4858509110100255188?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/4858509110100255188/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=4858509110100255188' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/4858509110100255188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/4858509110100255188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2011/03/onda-vermelha-do-norte.html' title='&lt;strong&gt;A onda vermelha do norte&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-UDZb6GmQE3M/TXfI50K0HdI/AAAAAAAAGSg/kPaxR1GS7Gc/s72-c/Imagem%2B1....jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-5224791098108025442</id><published>2010-10-27T12:47:00.000-07:00</published><updated>2010-10-29T17:02:35.723-07:00</updated><title type='text'>O Reino de Genserico</title><content type='html'>&lt;em&gt;Genserico foi rei dos vândalos e alanos entre 428 e 477. Durante os seus quase cinquenta anos de reinado elevou o seu reino à categoria de potência mediterrânea&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TMiChFZ7suI/AAAAAAAAGHw/glVlP9KSuSs/s1600/Representa%C3%A7%C3%A3o+de+Genserico+saqueando+Roma..jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532815647122895586" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 377px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TMiChFZ7suI/AAAAAAAAGHw/glVlP9KSuSs/s400/Representa%C3%A7%C3%A3o+de+Genserico+saqueando+Roma..jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Representação de Genserico saqueando Roma.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Antecedentes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outubro de 409 d.C., os vândalos cruzaram os Pirenéus penetrando na Península Ibérica. Lá eles receberam terras dos romanos, como foederati, na Galécia (a noroeste) os Hasdingos, e os Silingos na Bética (no sul), enquanto os Alanos receberam terras na Lusitânia (a oeste) e na região em torno de Nova Cartago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 416, o rei Visigodo Valia prometeu ao Imperador Honório libertar Espanha dos demais bárbaros: derrotou os Silingos, cujo rei Fredbal foi capturado e levado para Itália, e os Alanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os vândalos Hasdingos foram derrotados pelos suevos e romanos nos montes "nervasi" . Perseguidos pelos romanos, o rei Hasdingo Gunderico e o seu exército dirigem-se ao sul, obtendo o reforço dos restos da tribo dos Alanos, que foi dizimada em combate pelos Visigodos, dos quais os sobreviventes saudaram Gunderico como seu rei. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atingindo as férteis planícies da Bética, Gunderico tornou-se rei dos Vândalos Silingos. Gunderico tornou-se "rei dos Vândalos e dos Alanos". Reunia sob seu comando Vândalos Hasdingos, Silingos e remanescentes dos Alanos, o que é evidenciado pelo título real, Rex Vandalorum et Alanorum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Altos funcionários do Império Romano do Oriente, corrompidos, forneceram os segredos da construção naval a Genserico, o meio irmão de Gunderico, que construiu uma esquadra naval.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TMiE8v3PJtI/AAAAAAAAGIA/zMC5BZZ5I8U/s1600/V%C3%A2ndalos+e+Alanos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532818321399817938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 284px; CURSOR: hand; HEIGHT: 377px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TMiE8v3PJtI/AAAAAAAAGIA/zMC5BZZ5I8U/s400/V%C3%A2ndalos+e+Alanos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Representação de Vândalos e Alanos &lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;desembarcando no Norte da África.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt; Em 429, o novo rei, Genserico, avaliou as possibilidades abertas pelo acesso ao mar. Liderando Vândalos e Alanos, Genserico cruzou o estreito de Gibraltar e se deslocou a leste até Cartago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ascensão ao trono&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filho ilegítimo do rei vândalo Godegisilo, supõe-se que Genserico nasceu nas imediações do lago Balaton (atual Hungria) por volta de 389.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi escolhido rei em 428, com a morte do seu meio irmão Gunderico. Brilhante e muito versado na arte militar, buscou o modo de aumentar o poder e a prosperidade do seu povo, que residia na época na Hispania Bética e que havia sofrido numerosos ataques dos visigodos. Em 429, Genserico decidiu ceder a Hispania aos seus rivais, conduzindo o seu povo para o norte da África, atraído pelas suas riquezas e pela fertilidade da região, empregando para isso a poderosa frota criada no reinado do seu predecessor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A invasão da África&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bonifácio, governador da província da África Proconsular, rebelou-se contra o governo imperial, motivando o envio de tropas contra suas forças em Cartago. O quadro se mostrava amplamente favorável ao rei vândalo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitando a disputa, 80.000 vândalos - 15.000 deles homens de armas - cruzaram o estreito de Gibraltar na primavera de 429, partindo de Tarifa e desembarcando em Ceuta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de várias vitórias sobre os defensores romanos, fixaram-se com controle de um território que compreendia o atual Marrocos e o norte de Argélia, pondo sob assédio a cidade de Hipona, que tomariam ao cabo de catorze meses de duros combates. No ano seguinte, o imperador Valentiniano III teve que reconhecer Genserico como soberano de todos estes territórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 435, Genserico chegou a um acordo com o Império Romano pelo qual o reino vândalo passou a ser foederatus de Roma com a concessão da Numídia. Os romanos conservaram apenas conservaram o controle de Cartago. Em 439 Genserico tomou a cidade de Cartago, capturando a frota imperial ali atracada. Com este movimento fez os vândalos donos do Mediterrâneo Ocidental, apoderando-se em seguida de bases marítimas de grande valor estratégico e comercial: as Ilhas Baleares, Córsega, Sicília e Sardenha. Roma, privada de uma das maiores zonas de produção cerealista do velho mundo, teve que comprar em seguida os grãos do norte da África para o sua própria provisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Reino Vândalo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TMiGtYubQPI/AAAAAAAAGII/tHAcgm9maGc/s1600/Reino+V%C3%A2ndalo+por+volta+de+455+d.C..jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532820256514064626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 280px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TMiGtYubQPI/AAAAAAAAGII/tHAcgm9maGc/s400/Reino+V%C3%A2ndalo+por+volta+de+455+d.C..jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Reino Vândalo por volta de 455 d.C.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Genserico transformou o reino dos vândalos e alanos num estado poderoso (a capital era Saldae, atual Bejaia, no norte da Argélia). Os vândalos ocuparam a atual Tunísia e o Leste da Argélia; o resto, «a Africa esquecida», como lhe chama C. Courtois, o maciço de Aures, os planaltos do Oeste, a Mauritânia, escapam-lhes como tinham de fato escapado à autoridade de Roma. Genserico também conquistou a Sicília, a Sardenha, a Córsega e as Ilhas Baleares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os reis vândalos, embora tivessem maior confiança em seus companheiros de tribo, necessitavam da colaboração romana para viabilizar sua administração. Os germânicos haviam conquistado um território vasto e uma população considerável, vivendo há muito sob a lei romana. A organização administrativa imperial estava assentada em bases sólidas, forçando os invasores a mantê-la. Os magistrados romanos, com relevo o proconsul de Cartago, continuaram a desempenhar suas funções. O único setor privativo em mão dos Vândalos era o militar. Até o governo das ilhas, Sardenha, Córsega e Baleares era confiado a chefes guerreiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Vândalos adotaram no norte do continente africano procedimentos semelhantes aqueles dos Visigodos no sul da Gália. Também eles se tornaram grandes proprietários e habitaram entre os romanos, para quem, aliás, reservavam tarefas de natureza burocrática, solução encontrada para viabilizar o domínio de milhões de romanos e africanos por uma minoria de bárbaros, fiada no desempenho das armas, cuja posse era monopólio dos recém-chegados guerreiros germanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TMiHkR8M0fI/AAAAAAAAGIY/q_JOFsQQB58/s1600/Batalha+entre+mouros+e+os+v%C3%A2ndalos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532821199585595890" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 223px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TMiHkR8M0fI/AAAAAAAAGIY/q_JOFsQQB58/s400/Batalha+entre+mouros+e+os+v%C3%A2ndalos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Batalha entre Berberes e Vândalos.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Os berberes no interior permaneciam insubmissos, tal como fora nos tempos de domínio militar romano. Seu exército teve que defender a fronteira contra ataques organizados por chefes berberes. Genserico se opôs a crescente pressão desses chefes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exército, integrado exclusivamente por Vândalos, garantia a ordem com sua poderosa cavalaria e sua esquadra, ainda que admitisse equipagens africanas, tinha seu comando oficiais bárbaros. Sua frota controlou a maior parte do Mediterrâneo Ocidental. As pilhagens em todo o Mediterrâneo alimentavam o tesouro real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minoria vândala não procurou fundir-se com os Romanos e Africanos, sobretudo por razões militares e religiosas. Genserico e seus sucessores quiseram preservar o valor guerreiro dos seus homens, e por isso impediram todos os casamentos mistos e toda a conversão ao catolicismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Perseguição Religiosa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No campo religioso os Vândalos não fazem concessões. E, progressivamente, o preconceito dos vitoriosos se traduziu em manifestações de violência e intolerância, decorrendo daí o martírio de numerosos católicos, bem como o exílio de muitos clérigos fiéis a Roma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No campo confessional os Vândalos se identificavam com o arianismo, seguindo os preceitos da Bíblia de Ulfila, chocando-se com o expressivo contingente de católicos convictos. A monarquia vândala tinha na igreja ariana e no exército dois pilares de seu domínio. O arianismo tornou-se enraizado entre os germânicos, atingindo o ápice com a monarquia vândala no norte da África, que teve a oposição maciça da Igreja africana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristão ariano, Genserico procedeu a numerosos confiscos de bens da Igreja Católica e submeteu os católicos a fortes perseguições. &lt;br /&gt;Segundo Victor de Vita, historiador das perseguições, clérigos e leigos foram deportados para o Sul da Tunísia, enquanto os bispos eram exilados para a Córsega e a Sardenha ou obrigados a trabalhar nas minas. Numerosos católicos se refugiarão em Espanha, na Gália e em Itália, levando consigo importantes manuscritos, em especial os de Santo Agostinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa migração em massa para outros reinos, provocou falta de trabalhadores, e uma diminuição da produção. No final do reinado de Genserico, a opressão aliviou um pouco e foi permitido o regresso dos clérigos desterrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O saque de Roma&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 455, o imperador romano Valentiniano III foi assassinado, sucedendo-o Petrônio Máximo. Genserico, considerando rompido o tratado de paz firmado com Valentiniano em 442, desembarcou na Península Itálica e marchou sobre Roma, cuja população rebelou-se contra o novo imperador e o matou três dias antes que, em 22 de abril de 455, os vândalos tomassem sem resistência a cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TMm-HLnv8LI/AAAAAAAAGIw/85NoRhspey4/s1600/Saque+de+Roma,+por+Heinrich+Leutemann+(c.+1870)..jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 295px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TMm-HLnv8LI/AAAAAAAAGIw/85NoRhspey4/s320/Saque+de+Roma,+por+Heinrich+Leutemann+(c.+1870)..jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5533162647789236402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Saque de Roma, por Heinrich Leutemann (1870).&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Os vândalos saquearam a cidade por duas semanas. O saque não produziu uma destruição notável, se bem que os vândalos fizeram provisão de grande quantidade de ouro, prata e objetos de valor. Eles partiram com valores incontáveis, pilhagens do Templo em Jerusalém trazidas para Roma pelo imperador Tito Flávio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Genserico levou consigo Licinia Eudoxia como refém a Cartago, viúva de Valentiniano, e as suas duas filhas, Placídia e Eudoxia, que contrairia depois matrimônio com seu filho e sucessor Hunerico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A paz com o Império Bizantino&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TMiJr73XcnI/AAAAAAAAGIo/GBCejy2coMo/s1600/Genserico+derrota+uma+grande+armada+romana+de+mais+de+mil+naves,+comandada+por+Basilisco..gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532823530121949810" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 279px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TMiJr73XcnI/AAAAAAAAGIo/GBCejy2coMo/s400/Genserico+derrota+uma+grande+armada+romana+de+mais+de+mil+naves,+comandada+por+Basilisco..gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Representação da batalha naval de 468.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Em 468, o reino de Genserico teve que enfrentar ao último esforço militar conjunto das duas metades do Império Romano. O rei vândalo derrotou, frente ao cabo Bon, no nordeste da Tunísia uma poderosa frota armada romana de mais de mil naves, comandada pelo futuro imperador bizantino Basilisco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As repetidas tentativas militares e diplomáticas para conter e derrubar o poder dos Vândalos revelaram-se infrutíferas. No verão de 474, Genserico assinou a paz perpétua com Constantinopla, pela qual o Bizâncio reconheceu a soberania vândala sobre as províncias norte-africanas, Baleares, Sicília, Córsega e Sardenha.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Morte&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TMiDhTVnvzI/AAAAAAAAGH4/Py1R5ydb-LA/s1600/Ef%C3%ADgie+de+Genserico.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532816750374534962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 361px; CURSOR: hand; HEIGHT: 356px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TMiDhTVnvzI/AAAAAAAAGH4/Py1R5ydb-LA/s400/Ef%C3%ADgie+de+Genserico.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Efígie de Genserico.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Com a morte de Genserico em 477, seu filho Hunerico tornou-se rei. O reino Vândalo quando da morte de Genserico, principal arquiteto e planejador do seu poderio, parecia consolidado dominando com sua frota todo o Mediterrâneo Ocidental e suas ilhas. Seus sucessores radicalizaram as perseguições, fazendo da deportação maciça de clérigos um instrumento de afirmação de poder. Ainda que soberanos como Guntamundo (484-496) e Trasamundo (496-523) tenham incentivado atividades culturais, essa atitude não arrefeceu a dura condição dos católicos sob o domínio arianista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fontes:&lt;/strong&gt; Wikipédia / História do Mundo / Revista Mundo Estranho / Blog Antiguidade Tardia / www.nea.uerj.br / Infopédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-5224791098108025442?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/5224791098108025442/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=5224791098108025442' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/5224791098108025442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/5224791098108025442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/10/o-reino-de-genserico.html' title='&lt;strong&gt;O Reino de Genserico&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TMiChFZ7suI/AAAAAAAAGHw/glVlP9KSuSs/s72-c/Representa%C3%A7%C3%A3o+de+Genserico+saqueando+Roma..jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-2158388805118986981</id><published>2010-09-22T17:43:00.000-07:00</published><updated>2010-10-28T11:50:00.259-07:00</updated><title type='text'>Invasões Germânicas na Península Ibérica</title><content type='html'>&lt;em&gt;No inverno de 406, aproveitando a fusão do rio Reno, Vândalos, Suevos e Alanos invadiram o Império Romano. Ao cabo de três anos, cruzaram os Pirineus e chegaram à península Ibérica&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TJqjLH3DpLI/AAAAAAAAGCY/a094ZfSiNcQ/s1600/invasores+germ%C3%A2nicas+na+Pen%C3%ADnsula+Ib%C3%A9rica.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 271px; height: 361px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TJqjLH3DpLI/AAAAAAAAGCY/a094ZfSiNcQ/s400/invasores+germ%C3%A2nicas+na+Pen%C3%ADnsula+Ib%C3%A9rica.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519903704779826354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A desagregação de Roma alastrou-se a todas as províncias, onde veio a abalar o poder político e a paz. Na Península Ibérica, parece desaparecer a estrutura provincial. A crise da política imperial conduziu à divisão do império. Em 395, Arcádio governava Império Oriental, enquanto Honório governava o Império Ocidental. Em 407, o general comandante das legiões romanas nas Ilhas Britânicas auto-proclamou-se Imperador do Ocidente, com o nome de Constantino III.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste período de grande instabilidade e confusão, iniciou-se a invasão de grupos germânicos que, com o aparecimento dos Hunos, tinham sido deslocados dos seus territórios. Esta grande invasão consistiu numa movimentação continuada e demorada que, historicamente, se diz ter-se iniciado a 31 de Dezembro de 406.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta fase, os povos que entraram no império eram oriundos de diferentes regiões (Vândalos, Suevos, Alanos, etc.) e não encontraram grande resistência por parte das guarnições romanas. Os Bárbaros entraram nas províncias romanas sem encontrar uma forte oposição organizada. Mas, quando chegaram à linha dos Pirenéus, debateram-se com Exércitos constituídos pelos servos ao serviço dos proprietários desses grandes latifúndios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre 407 e 408, a Hispânia manteve a sua defesa, enquanto as tribos bárbaras deambulavam pela Gália. Contudo, em 409, a pressão aumentou sobre as forças que defendiam os Pirenéus. Apesar disso, não foram os Bárbaros, mas os Romanos (partidários de Constantino III) que atacaram e aprisionaram estes homens, abrindo caminho às hordas de bárbaros que invadiram e saquearam a Península Ibérica. A região era mais pobre do que a Gália e, submetida à pilhagem, nela espalhou-se a fome, que dois anos depois atingiu também os invasores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os Bárbaros surgiu uma tribo germânica que se instalou na Península Ibérica. Os Visigodos vinham da Europa Oriental, mas representavam já uma segunda geração romanizada. Este povo, que teve em Alarico um grande líder, chegou em 415 com Ataulfo à Tarraconense como aliado dos Romanos. Os Visigodos pagaram o direito de ocupar a terra da Hispânia, com a obrigação de guerrear com outros Bárbaros que ali se tinham instalado. Mediante um tratado com os Romanos, instalaram-se numa parte da Península Ibérica e no Sul da Gália. A sua intervenção veio contribuir para agravar o clima de violência vivido no século V, ao envolverem-se com outros povos germânicos que estavam a chegar a estes territórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Vândalos disputavam com os Suevos a posse de algumas regiões montanhosas no Norte, mas voltaram-se para sul, passando por uma grande parte daquilo que veio a ser o território português, até chegarem a Mérida. Em 426 eram senhores da Bética, contudo, a fome obrigou-os a passar Gibraltar em 429.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Alanos e alguns Vândalos que foram derrotados pelos Visigodos e os restantes fugitivos foram juntar-se aos Suevos, que se mantinham no Noroeste da Península (entre o Douro e Mar Cantábrico).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Suevos terão sido marcantes na Península. Entre os invasores, apenas os suevos apresentavam uma organização política. O bispo Idácio não descreve de uma forma muito simpática os Suevos, porque foi atingido pela sua violência quando presidia à comunidade cristã de Chaves. Nos seus relatos refere que os Bárbaros protegiam os rudes camponeses que, nos castros, continuavam fiéis à memória de Prisciliano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idácio descreve a expansão dos Suevos até Lisboa, o que significava que o Rio Douro tinha sido transposto pela primeira vez como fronteira natural entre duas regiões politicamente diferentes. A Galécia e a Lusitânia apareciam unidas num espaço que viria, mais tarde, a ser o núcleo inicial de Portugal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele diz-nos que Lisboa foi entregue sem guerra aos Suevos. Certo é que o Rei suevo Réquila (438-448) saiu da Galiza e conquistou Mérida, cercou Mértola e ocupou Sevilha. Requiário (448-456), seu sucessor, continuou a expansão e casou-se com a filha de Teodorico; invadiu a Tarraconense, vindo depois a assinar um tratado de paz com os Romanos e com os visitados, o que não o impediu de voltar a guerrear. Entrou na Gália e ameaçou Tolosa, a capital dos Visigodos. Perante esta ameaça sueva, Visigodos e Romanos uniram-se para derrotar Requiário, que se refugiou em Braga, cidade que não escapou ao saque. Em 457, o líder suevo era definitivamente derrotado pelos seus inimigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fontes:&lt;/strong&gt; Infopédia / Passeiweb / Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-2158388805118986981?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/2158388805118986981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=2158388805118986981' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/2158388805118986981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/2158388805118986981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/09/invasoes-germanicas-na-peninsula.html' title='&lt;strong&gt;Invasões Germânicas na Península Ibérica&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TJqjLH3DpLI/AAAAAAAAGCY/a094ZfSiNcQ/s72-c/invasores+germ%C3%A2nicas+na+Pen%C3%ADnsula+Ib%C3%A9rica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-8733308777265970472</id><published>2010-09-08T13:31:00.001-07:00</published><updated>2010-09-22T22:13:37.147-07:00</updated><title type='text'>Germanos e Romanos</title><content type='html'>&lt;em&gt;Ao invadirem os territórios do Império Romano do Ocidente, os povos germânicos entraram em contato com a cultura e as tradições romanas&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIfzIGS8Q4I/AAAAAAAAF8A/jtHGbseBQOY/s1600/Batismo+do+Rei+Franco+Cl%C3%B3vis+em+Reims..jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514643589193024386" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 292px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIfzIGS8Q4I/AAAAAAAAF8A/jtHGbseBQOY/s400/Batismo+do+Rei+Franco+Cl%C3%B3vis+em+Reims..jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Batismo em Reims de Clóvis I, rei dos francos; &lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A conversão &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;de Clóvis &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ao cristianismo, a religião &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;da &lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;maioria dos seus súditos, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;fortaleceu &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;os laços &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;entre &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;seus &lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;súditos romanos e os conquistadores germânicos.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Durante várias gerações, esses dois povos viveram juntos, mas sempre mantendo suas diferenças. Por exemplo, os casamentos mistos eram pouco freqüentes, pois as respectivas leis não os reconheciam. As normas eram distintas: havia o direito romano e também as leis dos diferentes povos germânicos, conforme suas tradições. Tinham também religiões diferentes. Com o tempo, e sobretudo a partir do século IV, os dois povos foram se fundindo, dando lugar a uma nova cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os costumes dos germanos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses povos moravam em cabanas, dedicando-se à guerra e à agricultura. Viviam em famílias. Os homens tinham uma só mulher. Quando uma pessoa era ofendida por outra, permitia-se a vingança. O ofendido e seus familiares atacavam o ofensor e seus parentes. Formavam grupos de guerreiros ligados ao chefe militar por um juramento de fidelidade, o Comitatus (companheirismo, em latim).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A ruralização da sociedade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a queda do Império Romano do Ocidente, as cidades e o comércio perderam sua importância. A agricultura e a criação de gado tornaram-se as atividades básicas da economia. A posse de terras era a única fonte de riqueza. Cada comunidade vivia dos seus cultivos e seus animais, o que repercutia na cultura. Assim, essa sociedade rural era bem diferente da sociedade urbana que fora criada por Roma, já que as riquezas do campo passaram a substituir as da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;.:: &lt;a href="http://www.klickeducacao.com.br"&gt;klick Educação&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;Leia também!&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/04/as-influencias-germanicas-e-romanas-no.html"&gt;► As influências germânicas e &lt;br /&gt;romanas no Ocidente Medieval&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/08/tradicoes-poderosas-de-povos-guerreiros.html"&gt;► Tradições poderosas&lt;br /&gt; de povos guerreiros&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://imperioroma.blogspot.com/2009/11/cortina-de-ferro-da-antiguidade1-parte.html"&gt;► A »Cortina de Ferro«&lt;br /&gt; da Antiguidade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/05/conversao-religiosa-dos-germanos.html"&gt;► A conversão religiosa&lt;br /&gt; dos germanos&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-8733308777265970472?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/8733308777265970472/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=8733308777265970472' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/8733308777265970472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/8733308777265970472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/09/germanos-e-romanos.html' title='&lt;strong&gt;Germanos e Romanos&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIfzIGS8Q4I/AAAAAAAAF8A/jtHGbseBQOY/s72-c/Batismo+do+Rei+Franco+Cl%C3%B3vis+em+Reims..jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-8340037490429856009</id><published>2010-08-09T14:22:00.001-07:00</published><updated>2010-09-08T17:58:45.469-07:00</updated><title type='text'>Tradições poderosas de povos guerreiros</title><content type='html'>&lt;em&gt;Oráculos, leituras de relinchos de cavalos e valorização do caráter divino das mulheres: essas eram algumas das características que eram próprias da magia de povos como os germanos e outros a eles associados&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TGBxzNJ6JxI/AAAAAAAAFvk/DZAsaG8dKUc/s1600/Tradi%C3%A7%C3%B5es+poderosas.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 334px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TGBxzNJ6JxI/AAAAAAAAFvk/DZAsaG8dKUc/s400/Tradi%C3%A7%C3%B5es+poderosas.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5503523869165233938" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os povos germânicos, que compreendem tanto os germanos das épocas de César e Tácito quanto os vikings escandinavos, tinham a magia como uma forte aliada em seu &lt;em&gt;modus vivendi&lt;/em&gt;. No entanto, a magia estava diretamente ligada à religião e esta tinha como uma de suas ferramentas mais eficazes o oráculo. Os primeiros relatos sobre os germanos vêm de Júlio César (100-44 a.C.), em sua &lt;em&gt;Guerra das Gálias&lt;/em&gt;. De acordo com o grande general romano, esses povos eram muito dependentes de oráculos. Ao perguntar a prisioneiros por que razão o chefe dos suevos Ariovisto (101-cerca de 54 a.C.) não estava disposto a travar uma batalha geral, ouviu deles que as mulheres consultaram os oráculos e viram que esse não era o momento certo para lutar, pois &lt;em&gt;"os germanos não poderiam ser vencedores se travassem combate antes da lua nova"&lt;/em&gt; (CÉSAR, 1989).&lt;br /&gt;Logo mais adiante, César relata que, após resgatar um de seus melhores homens das mãos dos germanos, Caio Valério Procilo, este ouviu de seus captores que por três vezes tiraram a sorte para ver se o queimavam logo ou o reservavam para uma outra ocasião. Procilo acrescentou que só estava vivo por conta da sorte. Outro que observou os costumes das tribos germânicas foi Públio Cornelius Tácito, cônsul e historiador romano (54-120 d.C.). Em sua Germânia, ele nos conta que, mais do que qualquer outro povo, os germanos acreditavam nos auspícios e na adivinhação. Segue uma descrição do primeiro lançamento de runas de que se tem notícia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“A sua maneira habitual de consultar a sorte é muito simples: cortam duma árvore com fruto uma haste que separam em vários pedaços; depois de os terem marcado com certos sinais, lançam-nos ao acaso sobre um pano branco; em seguida, o sacerdote da tribo, se o caso é de interesse público, ou o pai de família, se trata dum assunto de ordem privada, invoca os deuses, contempla o céu, ergue três vezes cada pedaço, um após outro, e, segundo a marca precedentemente traçada, tira o horóscopo. Se os fragmentos da haste se pronunciaram no sentido duma proibição, não se pode tornar a consultar a sorte nesse dia sobre o mesmo assunto; se, pelo contrário, é no sentido duma autorização, exige-se que a resposta seja confirmada ainda pelos auspícios” &lt;/EM&gt;(TÁCITO, sem ano).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Relinchos de cavalos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os germanos utilizavam-se ainda de outros oráculos. Além de desenvolverem a arte de interrogar o canto dos pássaros, interpretavam o voo deles. Consultavam também os relinchos e o resfolegar de cavalos brancos. Tais animais, que nunca eram usados para trabalhos profanos, eram alimentados à custa da nação em florestas e bosques. Atrelados ao carro sagrado, os cavalos brancos eram acompanhados pelo sacerdote, juntamente com o rei ou o chefe da tribo. Seus relinchos e resfolegares eram observados cuidadosamente. Esse oráculo era da mais alta confiança. Desde os homens mais simples até as grandes autoridades, todos confiavam plenamente nele, pois os sacerdotes acreditavam que esses cavalos brancos eram os confidentes dos deuses, enquanto eles eram apenas os ministros. No caso do desenlace de uma guerra, Os auspícios eram interpretados de uma forma peculiar. Um prisioneiro da nação que estava em guerra com os germanos e que havia sido capturado surpreendentemente, era escolhido para lutar com um de seus compatriotas. Cada um teria que lutar com a arma característica de seu país. O vencedor do duelo designava a nação vitoriosa. Tal prognóstico era tido como infalível. Quando os germanos iam tratar de alguma questão importante referente às suas tribos, reuniam-se em assembleias em determinados dias, que correspondiam aos períodos da lua nova ou da lua cheia: &lt;em&gt;"Segundo eles, não há auspícios mais favoráveis para se começar a tratar duma questão"&lt;/em&gt; (TÁCITO, sem ano).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Predições Femininas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mulheres possuíam uma posição de grande respeito entre os germanos. Eles acreditavam que havia algo de divino e profético nelas. Por esta razão, sempre ouviam seus conselhos e acreditavam piamente em suas predições. Duas delas se tornaram tão famosas que foram cultuadas quase como se fossem divindades: Aurínia e Veleda. Quanto a esta última, vivia entre os Bructeri, reclusa em uma torre. Lá, ela atendia as pessoas, sendo intermediada por um parente. Este interpretava suas respostas, tal como o sacerdote do Oráculo de Delfos, que, após ouvir a pitonisa, "arrumava" suas palavras e as passava ao consulente. Segundo Patrick Louth, em seu livro A Civilização dos Germanos e dos Vikings, há uma descrição de Veleda, conhecida como "aquela que vê", que consta do nono livro de uma obra denominada Mártires, de autoria de Chateaubriand: "Sua estatura era elevada; uma túnica negra, curta e sem mangas servia apenas para velar sua nudez. Carregava uma foice de ouro presa num cinto de bronze, e estava coroada com um ramo de carvalho.&lt;br /&gt;A brancura de seus braços e da sua tez, seus olhos azuis, seus lábios rosados, seus longos cabelos louros que esvoaçavam soltos caracterizavam uma jovem gaulesa, e a suavidade do conjunto contrastava com seu porte altivo e selvagem". Apesar de Chateaubriand descrevê-la como uma gaulesa, e do seu nome ser de origem céltica, Veleda era uma vidente germânica. Ela só predizia aos germanos e exaltava os grandes chefes, tais como Civilis, líder da rebelião dos batavos contra os romanos em 69 d.C..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a frota desse líder germânico se apoderou de uma frota romana, ele ofereceu a galera pretoriana a Veleda. Enviada a Roma como embaixatriz para negociar a paz, Veleda, poeno entanto, sete anos depois, incitou os germanos para um novo levante contra os romanos. Mais tarde, foi aprisionada e deportada. Segundo o historiador Johnny Langer, em seu artigo intitulado Religião e Magia entre os Vikings:&lt;br /&gt;Uma Sistematização Historiográfica, a religião escandinava durante a Era Viking (séculos VIII a XI) não era organizada, não possuindo templos, dogmas, sacerdotes especializados ou orações. Limitava-se a cultos nos quais a magia era o ponto central. No entanto, era muito objetiva, baseando-se na expressão "dou para que me dês". Geralmente, o escandinavo escolhia um fulltruí (protetor), que chamava de amigo, portando, inclusive, um amuleto com sua imagem. Invocava o seu deus sob a forma de petição e não de oração: "Ofereço-te isso e me darás aquilo em troca". Como não havia uma ordem sacerdotal constituída, cabia aos reis e chefes o ministério da fé nos deuses. Na Islândia, eles eram conhecidos como goðar (singular goði). O blót era um sacrifício semidivinatório e semipropiciatório, considerado como o grande ritual da magia germano-escandinava. Sua finalidade era reforçar os poderes da divindade, para que esta pudesse realizar aquilo que era desejado pelo fiel. Assim como as germanas, as escandinavas estavam diretamente ligadas à religião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Suevos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os suevos constituíam uma poderosa confederação de tribos germânicas que habitavam a região situada ao norte do rio Reno. Aparecem em A Germânia, de Tácito, como um dos povos que se originaram do deus Manos, que por sua vez era filho de Tuísto, nascido da Terra. Ele diz ainda que essas tribos cultuavam a deusa Ísis, cujo símbolo era um pequeno navio, o que atesta a sua origem estrangeira.&lt;br /&gt;Os suevos usavam os cabelos para trás, presos por um nó, que os diferenciavam tanto dos demais germanos quanto dos escravos. Tinham por hábito também levantar os cabelos, dando um nó no alto da cabeça. Os chefes faziam isso com uma arte toda especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se tratava de vaidade, mas de uma maneira de parecerem mais altos e mais terríveis aos olhos do inimigo, quando avançavam para o combate. Dentre os suevos, destacavam- se os Sémnones, pois eram os mais antigos e nobres. Tal fato é confirmado por um remoto culto religioso praticado por eles.&lt;br /&gt;Numa época determinada, grupos de deputados de cada uma das tribos que compunham a nação dos Sémnones reuniam-se em um bosque sagrado e consagrado pelas cerimônias realizadas ali por seus antepassados. Um homem, então, era decepado em nome de todo o povo, dando início aos horríveis mistérios desse culto bárbaro.&lt;br /&gt;O respeito por esse bosque era tão grande que aqueles que penetravam nele o faziam com os pés amarrados, para reconhecer a sua inferioridade perante o deus que governa todas as coisas. Se por um acaso, um indivíduo caía, não lhe era permitido levantar-se: ele tinha que ir se arrastando pelo solo até a saída da floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Odin&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usavam vários instrumentos de magia, inclusive as runas, para trabalhos de controle dos elementos da natureza, proteção, cura e adivinhação. No entanto, apareciam mais nos ritos domésticos e familiares do que nos ritos públicos. Os membros da elite nórdica cultuavam Odin (correspondente ao Wotan germânico) e acreditavam que iriam para o Valhalla, o paraíso nórdico, após a morte. Já os camponeses e fazendeiros preferiam o deus Thor (o Donner germânico) e os deuses Vanir (deuses relacionados com as questões de fertilidade, fecundidade, paz, prazeres, etc.). Eles acreditavam que quando morressem seriam recebidos pelo deus do trovão em seu grandioso palácio, chamado Bilskirnir, o maior de todos, pois, segundo Snorri Sturlusson, em sua Edda em prosa, &lt;em&gt;"naquela fortaleza há seiscentos e quarenta aposentos e ela é a maior morada conhecida pelos homens"&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Óðinn, o deus supremo do panteão escandinavo, pertencente à principal estirpe dos deuses, os Æsir, estava diretamente ligado à magia. A criação mítica das runas é atribuída a ele. Diz o mito que, após dar o seu olho esquerdo em troca de um gole da fonte da sabedoria, guardada pelo sábio Mímir, feriu-se com a própria lança e se dependurou nos galhos de Yggdrasil, a árvore-sustentáculo do cosmos. Ficou balançando por nove dias e nove noites sem nada comer e sem nada beber. Ao final desse período, vislumbrou as runas, símbolos da tão almejada sabedoria. Tal episódio é descrito no &lt;em&gt;Hávamál&lt;/em&gt;, poema constante da Edda maior ou Edda poética, que, juntamente com a Edda menor ou Edda em prosa, ou ainda Snorra edda, do líder islandês Snorri Sturlusson, constituem os épicos escandinavos. Óðinn, suspenso pelos pés, teria dito o seguinte, de acordo com o Hávamál (os ditos de Har, ou Odin):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Sei que pendi nove noites inteiras da árvore que balança ao vento; ferido de lança e a Odin oferecido - eu mesmo oferecido a mim mesmo - pendi da árvore que ninguém sabe as origens de suas raízes. Nem pão me estenderam nem copa alguma Fixo no fundo olhei; As runas alcei, as ganhei entre gritos; Caí por terra de novo."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A perda do olho esquerdo, na verdade, não foi suficiente para que Odin adquirisse a sabedoria. Era necessário algo mais. Como foi dito acima, o rei dos deuses nórdicos &lt;em&gt;"depois de se ferir com a própria lança, precisou se dependurar nos galhos de Yggdrasil, o freixo que, segundo os escandinavos, era o sustentáculo do mundo, ali ficando por nove dias e nove noites. Ao final da última noite, surgiu então a sabedoria, o conhecimento por meio das runas"&lt;/em&gt; (MONIZ, Luiz Claudio, 2007).&lt;br /&gt;O episódio do sacrifício de Odin trata-se de um antigo rito de mutilação "praticado por xamãs de várias tribos indo-europeias no intuito de adquirir tanto saber quanto poder. Odhinn-Wotan é um deus sacerdote, sendo colocado por Dumézil na primeira função a da soberania" (MONIZ, Luiz Claudio, 2007). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hilda Davidson, em seu livro Deuses e Mitos do Norte da Europa, reconhece nas práticas sacrificiais de pendurar homens em árvores, práticas essas associadas tanto ao Wotan germânico quanto ao Óðinn escandinavo, atributos xamanísticos. Ela acrescenta que &lt;em&gt;"há uma boa dose de evidências em várias partes do mundo a respeito do treinamento de homens e mulheres jovens para se tornarem xamãs"&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Nos relatos de cerimônias de iniciação vividas pelos noviços, há semelhanças com essa imagem do deus em sofrimento. Tido como o criador mítico das runas, Óðinn é tanto o detentor de sua magia quanto da técnica de sua utilização como oráculo. As runas, na verdade, não são símbolos mágicos, são letras que compõem um alfabeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram utilizadas, no entanto, para fins objetivos tais como a escrita, mas podiam ser manuseadas para a prática de magia e como oráculo. Cada letra possuía um efeito especial de feitiço que o Rúna-meistari, o especialista em runas, conhecia muito bem. Segundo Langer, a prática da gravação de runas era um privilégio da aristocracia, inclusive existiam escolas especializadas no assunto. As runas eram gravadas em objetos no intuito de serem usados como uma espécie de talismã, cujo objetivo era a proteção. Armas foram marcadas com a runa conhecida como Týr, atribuída ao deus de mesmo nome, o deus da guerra, dos juramentos e tratados. Týr, juntamente com Óðinn, como já foi visto anteriormente, foi colocado por Georges Dumézil na primeira função de sua teoria trifuncional. A utilização mágica das runas, conhecida como &lt;em&gt;valgalldr&lt;/em&gt;, era indicada para várias situações. Além de proteger objetos, tais feitiços podiam, segundo Langer, &lt;em&gt;"extinguir fogos e tempestades, curar, cicatrizar feridas, obter amor de uma mulher e discorrer sobre o futuro"&lt;/em&gt;. Langer diz ainda que havia runas da vitória (&lt;em&gt;sigrrúnar&lt;/em&gt;), gravadas nas espadas; runas da cerveja (&lt;em&gt;ölrúnar&lt;/em&gt;), gravadas nos cornos de beber; runas de proteção (&lt;em&gt;bjargrúnar&lt;/em&gt;), que eram inscritas sobre a cabeça do indivíduo que fazia os partos; runas de ondas (&lt;em&gt;brimrúnar&lt;/em&gt;), gravadas em navios, no intuito de protegê-los; runas de ramos (&lt;em&gt;limrúnar&lt;/em&gt;), gravadas na madeira para favorecer as curas; runas da fala (&lt;em&gt;málrúnar&lt;/em&gt;), cujo objetivo era dar eloquência aos oradores nas assembleias e as runas de sentido (&lt;em&gt;hugrúnar&lt;/em&gt;), que facilitavam o entendimento das coisas. Havia também runas tidas como secretas e que eram de dois tipos: as "runas suspensas" e as "runas de ligadura", que eram utilizadas "como escritas secretas, ações militares, manuscritos e procedimentos mágicos" (LANGER, Johnny, 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo as Eddas, Óðinn, além do domínio de alguns tipos de magia, como a rúnica, aprendeu com a deusa Freia, a magia seiðr. De acordo com Snorri, Freia, além de seus atributos conhecidos por todos, tais como a beleza, o amor e, como líder das valquírias, a condução das almas dos mortos, era também uma sacerdotisa Vanir. Ela teria ensinado o seiðr aos deuses Æsir, especificamente a Óðinn. Segundo as fontes, usava-se para a prática desse tipo de magia uma plataforma elevada sobre a qual a volva (ou um indivíduo do sexo masculino) se sentava, entoava encantamentos e entrava em um estado de êxtase. Às vezes, o ritual era acompanhado de outras pessoas que formavam um coro, além de tocar música, algo parecido com as tragédias gregas. Quando a cerimônia terminava, a volva respondia às perguntas a ela dirigidas, geralmente envolvendo a estação vindoura, a esperança nas boas colheitas e os futuros relacionamentos entre os homens e as mulheres da aldeia. O seiðr, algumas vezes, era mencionado como um tipo de magia prejudicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, Georges Dumézil em Do Mito ao Romance, fala da diferença entre as magias dos Æsir e dos Vanir, dizendo que a desses últimos seria inferior, baixa, repugnante e censurável, enquanto a dos primeiros seria nobre. No entanto, o seiðr aparece, na maioria dos relatos, como uma magia de adivinhação. Hilda Davidson diz que as volvas praticantes do seiðr &lt;em&gt;"costumavam viajar pela região para visitar as fazendas e estar presentes às festas, e que costumavam dar respostas àqueles que lhes faziam perguntas"&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Runas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As runas são letras germano-escandinavas que formavam um alfabeto chamado Futhark. Além da utilização em poemas, epitáfios, pedras comemorativas e registros de transações comerciais, as runas foram e são largamente usadas também em sua forma mágica e sagrada, ou seja, como oráculo e como fonte de encantamentos. O epigrafista Raymond Page diz que o Futhark Antigo, composto por 24 runas, desapareceu a partir do séc.&lt;br /&gt;As runas são letras germano-escandinavas que formavam um alfabeto chamado Futhark. Além da utilização em poemas, epitáfios, pedras comemorativas e registros de transações comerciais, as runas foram e são largamente usadas também em sua forma mágica e sagrada, ou seja, como oráculo e como fonte de encantamentos. O epigrafista Raymond Page diz que o Futhark Antigo, composto por 24 runas, desapareceu a partir do séc.&lt;br /&gt;Os vikings utilizaram-se das runas para práticas mágicas e oraculares, no entanto, os métodos para a leitura são desconhecidos, assim como as letras que eram empregadas. Segundo o dr. Johnni Langer, "somente as 16 runas do sistema novo (ramas longa e curta) continuaram a ser utilizadas para operações mágicas entre os vikings, mas não sobreviveram vestígios físicos para comprovar isto, a não ser espadas e lanças com a runa Tiwaz".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;.:: Leituras da História&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-8340037490429856009?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/8340037490429856009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=8340037490429856009' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/8340037490429856009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/8340037490429856009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/08/tradicoes-poderosas-de-povos-guerreiros.html' title='&lt;strong&gt;Tradições poderosas de povos guerreiros&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TGBxzNJ6JxI/AAAAAAAAFvk/DZAsaG8dKUc/s72-c/Tradi%C3%A7%C3%B5es+poderosas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-5024490517912042862</id><published>2010-08-02T09:36:00.000-07:00</published><updated>2010-08-09T15:04:56.265-07:00</updated><title type='text'>Ariovisto</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ariovisto &lt;/strong&gt;(101 a.C. — cerca de 54 a.C.) foi o chefe do povo germânico dos suevos, como conta Júlio César no De Bello Gallico.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TFb0k32ZTGI/AAAAAAAAFtE/sfE1vImC3vc/s1600/Rendi%C3%A7%C3%A3o+de+Ariovisto+ante+C%C3%A9sar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5500852909184207970" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 249px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TFb0k32ZTGI/AAAAAAAAFtE/sfE1vImC3vc/s400/Rendi%C3%A7%C3%A3o+de+Ariovisto+ante+C%C3%A9sar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Rendição de Ariovisto ante César.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Em 75 a.C, os germanos chegam aos arredores de Moguntiacum sob o comando de Ariovisto, onde eles atravessam o rio Reno em direção da Gália. Em 61 a.C., ouvindo o apelo dos aliados sequanos, os suevos passam o Reno e infligem uma dura derrota aos eduenos (representantes do "partidários pró-romanos" na Gália independente) sem que Roma venha lhes prestar ajuda. Ariovisto decide então estabelecer seus 120 mil homens em um terço do território de seus aliados sequanos (entre as atuais Alsácia e Franche-Comté), decisão imposta pela força na batalha de Admagetobriga (hoje La-Moigte-de-Broie, perto de Pontarlier).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentando controlar sua fronteira setentrional bastante vulnerável, Roma saúda Ariovisto em 59 a.C., dando-lhe o título de "rei e amigo do povo romano".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TFb1K9fIZYI/AAAAAAAAFtM/KQzmpvgYdmc/s1600/Imp%C3%A9rio+Suevo+de+Ariovisto.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5500853563532273026" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 348px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TFb1K9fIZYI/AAAAAAAAFtM/KQzmpvgYdmc/s400/Imp%C3%A9rio+Suevo+de+Ariovisto.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Império Suevo de Ariovisto.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Segundo Guillon, historiador da Universidade de Provença, em Marselha, no século 1 a.C., o conquistador mais temido na Gália não se chamava Júlio César. Era Ariovisto, o rei dos suevos. “No norte, seu poder chegou a ponto de ser uma ameaça à influência de Roma na região”, afirma Guillon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Julio César entrou em ação a pedido dos sequanos para neutralizar Ariovisto que assolava a região. Seu objetivo era impedir por meio militar que o líder suevo implantasse, como era o intento dele, uma Gália Germânica na parte setentrional da França atual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os suevos foram derrotados perto de Besançon, na Alta Alsácia. Vencido e ferido, Ariovisto consegue se retirar para além do Rio Reno graças a uma artimanha (descrita como de baixo nível pelos romanos) feita em Cernay.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fontes:&lt;/strong&gt; Wikipédia / Aventuras na História / Educaterra / Satrapa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-5024490517912042862?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/5024490517912042862/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=5024490517912042862' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/5024490517912042862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/5024490517912042862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/08/ariovisto.html' title='&lt;strong&gt;Ariovisto&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TFb0k32ZTGI/AAAAAAAAFtE/sfE1vImC3vc/s72-c/Rendi%C3%A7%C3%A3o+de+Ariovisto+ante+C%C3%A9sar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-7578918775422487530</id><published>2010-07-16T12:20:00.001-07:00</published><updated>2010-08-02T10:00:17.356-07:00</updated><title type='text'>Reinos Germânicos do Ocidente Peninsular</title><content type='html'>&lt;em&gt;Dos povos germânicos vindos do Norte e que invadiram a Península no início do século V dois irão desempenhar um papel muito importante neste território: os Suevos e os Visigodos&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TECxUeORdmI/AAAAAAAAFoM/iFqOtP_WftI/s1600/Reinos+Visigodos+e+Suevos+na+Pen%C3%ADnsula+Ib%C3%A9rica+de+560+d.C...png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5494586510660433506" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TECxUeORdmI/AAAAAAAAFoM/iFqOtP_WftI/s400/Reinos+Visigodos+e+Suevos+na+Pen%C3%ADnsula+Ib%C3%A9rica+de+560+d.C...png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Reinos Visigodo e Suevo por volta de 560 d.C..&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A chegada dos guerreiros germanos vem na sequência da pretensão de Constantino III em dominar toda a Hispânia a partir da Gália, rivalizando com Gerôncio, que por seu turno recorreu ao auxílio de forças externas para poder também governar a Gália. Os dois rivais acabaram por não conseguir os seus intentos, pois foram vencidos por Máximo, que pacificou a Hispânia. Os "bárbaros" instalaram-se então no território, tomando as cidades e espalhando um clima de violência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Suevos estabeleceram-se em 411 no Norte da Península - Bracara Augusta (Braga), Aquae Flaviae (Chaves), Portucale (Porto), Lamecus (Lamego) e Tui -, tendo por vizinhos os Vândalos Asdingos, que ficaram com a parte oriental da Galécia. Nas cidades, mais fortemente romanizadas e protegidas, a penetração de suevos e vândalos foi mais difícil, mas nas zonas rurais a situação era bem diferente, pois constituía território mais vulnerável, sendo, por isso, alvo de total destruição e saque à chegada dos invasores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livres dos Vândalos Asdingos em 429, quando estes se transferiram para o Norte de África, os Suevos construíram um reino que teve o seu período mais brilhante no século V, época de consolidação entre 430 e 456. &lt;br /&gt;O convívio dos suevos com os hispano-romanos, mais propriamente com os galaico-romanos e com um sem-número de estrangeiros - gregos, sírios, egípcios, judeus, etc., detentores de um comércio muito ativo - foi relativamente pacífico após a negociação de paz entre os povos efetuada pelo bispo galaico-romano Idácio, depois de 431. A partir de 438, iniciaram a sua expansão, quando Réquila invadiu a Bética e assolou algumas cidades da Lusitânia como Mérida e Mértola e depois Sevilha. Réquila dominaria este território até 446. No entanto, os feitos militares não tiveram grandes resultados futuros devidos a uma má administração das conquistas e a uma falta de efetivos para manter os territórios conquistados. Preferiam dar mais atenção aos saques e aos despojos de guerra do que promover um programa eficaz de povoamento e ocupação das terras, com melhores resultados a longo prazo.&lt;br /&gt;Apesar de em menor número, durante muito tempo combateram com o outro povo germânico, que também se estabelecera no mesmo território pela mesma época - os Visigodos. Estes mostravam um maior avanço civilizacional e rapidamente atingiram o Império Suevo com a penetração na Galaécia, em 455, e a tomada de Bracara, em 456, sob Teodorico II, tendo o rei Requiário sido aprisionado e morto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Império Romano nunca se conformou com a perda dos territórios da Hispânia e não desistia de encontrar uma solução para os reaver. A chegada do exército dos visigodos ocorre na sequência de um pedido de auxílio por parte dos hispano-romanos da região de Tarragona e Lérida, como forma de acabar com a opressão dos suevos e do não cumprimento de um acordo estabelecido por Requiário, quando atacou o território da província romana designada de Cartaginense. Constitui também uma manobra estratégica de o imperador romano vir a dominar novamente a Hispânia.&lt;br /&gt;No entanto, este episódio não precipitou o fim dos suevos, pois um novo período foi iniciado por Maldras, ocupando territórios partilhados com os visigodos. Maldras matou Agiulfo, o rei suevo nomeado por Teodorico II, e tomou o poder. Como não foi reconhecido por todos os suevos, originaram-se divisões dentro do reino. Após o seu assassinato, o reino cai na anarquia, arruinando-se os campos e as cidades. Combateram contra os visigodos apoiados pelos hispano-romanos entre o período de 457 e 469. Após este período, perderam a importância que detinham, restringindo-se aos territórios do Norte: Galaécia e os bispados de Veseo e Conímbriga. Os visigodos iam-se destacando tendo como aliados os já mencionados hispano-romanos e os galaico-romanos. &lt;br /&gt;Não se podem ignorar os conflitos religiosos que tiveram lugar entre os povos germânicos e entre estes e as comunidades cristãs que já se encontravam implantadas no território, pelos menos a partir de meados do século III. Na altura do ataque bárbaro estas comunidades eram ainda muito vulneráveis e estavam confinadas principalmente às cidades, pois os campos manifestavam um forte apego à idolatria, superstições e manifestações pagãs. Religiosamente, os Suevos eram pagãos posteriormente convertidos ao cristianismo. Requiário converteu-se em 448, denotando uma assimilação da cultura latina. Destaca-se a excelente organização eclesiástica de que dotaram o reino com a fundação de dioceses, sendo as mais importantes a de Bracara e de Lucus. Faziam frente aos visigodos, que mantinham um arreigado arianismo, ao qual se converteu o filho do rei Maldras, provavelmente como forma de manter o seu reino. &lt;br /&gt;Vai caber a Remismundo a unificação do poder. Teodorico II propõe outro chefe para os Suevos em 464, desta vez Remismundo, que, através do casamento com uma mulher visigoda, formaliza a aliança suevo-visigótica. A sua maior expressão foi a conversão dos suevos ao arianismo, mas esta aliança no entanto, teria um fim próximo. Embora os suevos continuassem a combater os visigodos no Sul, as escaramuças não tinham grande expressão e confinaram-se a territórios do Norte. Sensivelmente a partir de 469, a implantação dos dois povos estabilizou-se: os suevos dominavam a Galécia e a Lusitânia setentrional e os visigodos a Bética e a Lusitânia meridional.&lt;br /&gt;A partir de 470, verificou-se uma progressiva hegemonia do povo visigodo, primeiro sob o reinado de Eurico (466 a 484), irmão de Teodorico, e depois durante o reinado de Alarico II, a partir de 484. Foi durante o reinado deste último, que os visigodos se estabeleceram de uma forma expressiva na Hispânia, abandonando a Gália para os Francos. Contrariados, os suevos foram restringidos a uma pequena área constituindo uma espécie de protetorado visigótico. Alarico II, filho de Eurico, destacou-se pela vontade de assimilação da cultura romana, visível através do ato de promulgação da Lex Romana Visigothorum, que esteve na base do código jurídico em vigor até ao século XIII, e da reconciliação com os bispos católicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a morte de Alarico II, na guerra com os francos na batalha de Vouillé (507), o reino visigótico estava na iminência de se extinguir não fosse a intervenção de Teodorico, o Grande, rei dos Ostrogodos, que entregou a coroa ao seu neto Amalarico. Confiou também a chefia do exército aos ostrogodos que casaram com mulheres visigodas. Desta forma, Teodorico exercia um protetorado ostrogodo sobre os visigodos na Hispânia. Com a morte de Teodorico, em 526, verificou-se um período de instalibidade que Amalarico não conseguiu resolver. Também os Ostrogodos respeitaram a cultura hispano-romana, o clero e os membros da autoridade civil. É neste período que se verifica uma crescente atividade da Igreja hispânica com a realização de concílios, o desenvolvimento da cultura escrita e a construção de mosteiros e basílicas. Apesar de professarem o arianismo, os Visigodos deram liberdade de ação aos bispos católicos.&lt;br /&gt;Lentamente, os Visigodos consolidaram a sua autonomia, pois Amalarico, que governou até 531, conseguiu a restituição do tesouro régio que estava em Ravena e procedeu ao repatriamento dos soldados ostrogodos. A autonomia total relativamente aos Ostrogodos foi conseguida em 549 com a eleição de Águila, que tenta estabelecer-se no Sul, ação dificultada pelos hispano-romanos, suevos e bizantinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É durante o século VI que se destaca a figura de um monge húngaro oriundo da Panônia no estabelecimento da Fé Católica entre os povos bárbaros, principalmente entre a elite dirigente, numa primeira fase, atingindo posteriormente as restantes camadas sociais - Martinus, depois São Martinho de Dume. É através da sua ação que o rei Carrarico dos suevos se converte ao cristianismo, cerca de 550. Fundou em Dume um mosteiro segundo a tradição oriental, reorganizou a Igreja sueva e deixou vários escritos de combate às superstições que se verificavam nos campos e à heresia priscilianista. Quando morreu, em 579, era bispo de Braga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até ao reinado de Leovigildo, o reino visigótico estava enfraquecido política e economicamente, devido ao agravamento das lutas entre cristãos tradicionais e arianos.&lt;br /&gt;Nada se sabe relativamente aos suevos em datas posteriores a 550 e a antes de 469. É provável que a sua fronteira territorial, que ia até Coimbra e Idanha, não tenha sofrido alterações. Voltam a entrar em conflito com os visigodos governados por Leovigildo, que iniciou o seu reinado em 570. É este novo rei dos Visigodos que, associando ao trono os seus dois filhos Recaredo e Hermenegildo, inicia uma série de campanhas de conquista acabando por unificar toda a Hispânia sob o seu ceptro. Tem lugar uma época brilhante de florescimento cultural e de desenvolvimento do cristianismo. A partir de 580, o clero acabaria depois por entrar em controvérsia com os arianos. &lt;br /&gt;O príncipe Hermenegildo casa com uma princesa cristã (579), passa a governar a Bética e converte-se ao cristianismo, distanciando-se assim da política de seu pai Leovigildo, provocando reações por parte dos arianos. Este ainda tentou uma conciliação das partes em conflito mas sem sucesso. Hermenegildo mostrou-se intransigente e pede auxílio aos suevos e aos bizantinos. O conflito resultou na morte de Miro, rei dos Suevos (582), e na prisão e assassinato de Hermenegildo (585). Vitorioso, Leovigildo aproveitou para finalmente anexar o reino suevo ao visigótico, propósito que já tinha em mente quando, em 576, atacou o rei Miro.&lt;br /&gt;Os suevos passaram a viver sob o domínio visigodo, assegurado pela presença do seu exército. Foram confinados ao território da Galécia e os bispos de Lugo, Tui, Porto e Viseu converteram-se ao arianismo. A partir desta altura, cai o silêncio sobre este povo, fruto do processo de assimilação no seio do reino visigótico. Por sua vez, os Visigodos convertem-se ao cristianismo por decisão de Recaredo, entre 585 e 589, colocando fim às querelas religiosas.&lt;br /&gt;Relativamente ao reino suevo, o reino visigótico parece ser mais evoluído, quer no tocante à cultura, quer no que respeita às instituições sociais e políticas. No entanto, esta visão poderá ser fictícia apontando-se as seguintes razões: os Visigodos eram, de fato, os mais romanizados, mas mantiveram, acima de tudo, o seu carácter guerreiro; enriqueceram à custa da apropriação de territórios, dos bens inerentes e dos impostos cobrados; exerceram uma autoridade baseada no uso da força e da riqueza acumulada; serviram-se de leis hispano-romanas; respeitaram o clero e aproveitaram os seus conhecimentos; continuaram a tradição artística e cultural já enraizada de feição hispano-romana, pouco trazendo de novo. A idéia de que o período visigótico é brilhante foi difundida e sustentada por clérigos e monges. Os códices legados às gerações posteriores, contendo regras do direito civil e canônico e os textos litúrgicos foram ciosamente guardados pelo clero. No entanto, todos eles são cópias de textos elaborados pela elite hispânica anterior à sua chegada.&lt;br /&gt;Relativamente às estruturas administrativas, tanto Suevos como Visigodos não trouxeram qualquer novidade com a continuação da divisão em civitas, territorium e conventus, que iriam depois desaparecer. Os visigodos assumem portanto o papel de imitadores de uma cultura que não era a sua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de 586, a seguir à morte de Leovigildo, toma lugar no trono o seu filho Recaredo, cujo reinado (até 601) irá marcar o último período de esplendor da monarquia visigótica. O rei converteu-se ao cristianismo em 589 juntamente com os bispos arianos, fazendo cessar os conflitos religiosos. Com o fim do seu governo emergiu uma acentuada crise política coadjuvada por calamidades e pestes que enfraqueceram o reino durante um longo período (601-642). Ainda se conseguiu recuperar algum esplendor entre os anos da governação autoritária de Quindasvinto (642 a 655) e de Recesvinto (655 a 672). Após a morte deste último, e sob o ceptro do rei Vamba, o reino visigótico entrou numa conjuntura de crise política, decadência administrativa, crise social com a luta entre facções da nobreza, crise econômica motivada pela desarticulação do comércio e da produção e crise populacional que viu o seu número drasticamente diminuído pelas pestes e fomes. O reino caminha irremediavelmente para o fim, que ocorre quando já não consegue suster o avanço muçulmano (711 a 714) que o destrói. &lt;br /&gt;Vitiza, rei dos Visigodos, morreu em 710 e surgem dois candidatos ao trono: Rodrigo (ou Roderico) e Áquila. A divisão dos nobres no apoio ao sucessor do trono implicou o pedido de intervenção do exército muçulmano por parte de Áquila. Foi pela acção de Tarique ben Ziyad que Rodrigo foi derrotado, o que constituiu a oportunidade para a infiltração dos muçulmanos no reino visigótico. Conquistaram Toledo, apoderaram-se do tesouro régio e impediram a eleição de Áquila, embora lhe concedessem os domínios do fisco. Depois, foi a vez de Musa ben Nusayr atacar Medina-Sidónia, Sevilha e Mérida numa primeira campanha. Posteriormente, reúne-se a Tarique em Toledo e conquistam Saragoça, Burgos, Leão, Astorga, Lugo e Viseu numa segunda campanha. Abd al-Aziz, filho de Musa, ocupava os territórios da Lusitânia - Évora, Santarém e Coimbra, em 714. Acabavam os reinos germânicos do Oeste peninsular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;.:: Infopédia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;Leia também!&lt;/strong&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://imperioroma.blogspot.com/2010/03/o-legado-romano-para-o-ocidente.html"&gt;► O Legado Romano para o Ocidente&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/05/conversao-religiosa-dos-germanos.html"&gt;► A conversão religiosa dos germanos&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-7578918775422487530?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/7578918775422487530/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=7578918775422487530' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/7578918775422487530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/7578918775422487530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/07/reinos-germanicos-do-ocidente.html' title='&lt;strong&gt;Reinos Germânicos do Ocidente Peninsular&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TECxUeORdmI/AAAAAAAAFoM/iFqOtP_WftI/s72-c/Reinos+Visigodos+e+Suevos+na+Pen%C3%ADnsula+Ib%C3%A9rica+de+560+d.C...png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-7053622362193969193</id><published>2010-06-14T16:36:00.000-07:00</published><updated>2010-07-14T13:56:06.310-07:00</updated><title type='text'>Carlos Magno</title><content type='html'>Rei dos francos e imperador do Ocidente, Carlos Magno foi o primogênito de Pepino, o Breve, primeiro monarca da dinastia carolíngia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TBa-Leu-5aI/AAAAAAAAFSU/GTiK0WBvsBg/s1600/carlos-magno.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 237px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TBa-Leu-5aI/AAAAAAAAFSU/GTiK0WBvsBg/s400/carlos-magno.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5482778700808119714" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recebeu a unção real na mesma ocasião em que o papa Estevão 2º, mediante a sagração de Pepino, legitimou o poder da nova dinastia e selou uma aliança entre a Igreja de Roma e a monarquia franca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também o irmão de Carlos Magno, Carlomano, foi ungido - e, por morte de Pepino, em 768, ambos partilharam a herança paterna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até 771, Carlos Magno reinou sobre parte do território franco cujo núcleo era a Austrásia, a mais importante das províncias merovíngias. Ao morrer Carlomano, porém, Carlos Magno usurpou a coroa dos sobrinhos, unificando os domínios, e tornou-se o único rei dos francos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como rei, Carlos Magno destacou-se pelo valor guerreiro e pela habilidade política, realizando sucessivas campanhas militares que lhe valeram o renome de maior soberano da Europa medieval. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 25 de dezembro de 800, o papa Leão 3º restaurou o império do Ocidente em proveito de Carlos Magno, que, tal como os antigos imperadores romanos, passou a ostentar o título de "Augusto".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reunificação do Ocidente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de recolher as tradições de conquistas e façanhas guerreiras dos primeiros merovíngios, a política de Carlos Magno fixou-se em objetivos mais amplos, consoantes com as novas características assumidas pela monarquia franca. Ele ambicionou, desde cedo, a reunificação do Ocidente europeu sob sua autoridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na nova concepção do poder real, encarado por Carlos Magno como verdadeira missão de guia espiritual da cristandade, é perceptível a influência de Alcuíno, seu principal assessor eclesiástico, que, na revisão dos livros litúrgicos realizada a serviço do rei, empregou pela primeira vez a expressão "império cristão".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desse modo, a grande obra de expansão do reino franco, realizada mediante as contínuas investidas contra o reino lombardo, os saxões, os frísios e os avaros, aparece, no conjunto de sua política, sobretudo como instrumento da unificação da fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em conseqüência de suas vitórias, que garantiram a anexação de regiões como a Saxônia, a Frísia e a Baviera, além de um domínio temporário em territórios eslavos e árabes (que dominavam a Espanha), tornou-se o primeiro monarca a reinar sobre a vasta área que abrangia quase toda a Europa ocidental e central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paralelamente à efetivação das conquistas, o apoio dispensado à realização da reforma eclesiástica em seus Estados reforçava o prestígio de soberano cristão e conferia à sua autoridade uma base cada vez mais teocrática. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Magno legislou sobre matérias disciplinares da Igreja e, inclusive, sobre questões de dogma, participando do combate às heresias da época. Assim, a coroação de 800 foi muito mais que o resultado da extensão de seus domínios. Sugerida talvez pelo próprio monarca, ela foi principalmente conseqüência da situação especial da Santa Sé, ameaçada na Itália tanto pelos lombardos como pelo Império Bizantino - e que buscou, em Carlos Magno, um protetor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Renascimento carolíngio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os últimos anos de vida de Carlos Magno, após a coroação imperial, foram dedicados à consolidação do Estado. A instituição dos &lt;em&gt;missi dominici&lt;/em&gt; (enviados do Senhor), importante para assegurar o cumprimento das determinações reais em todos os condados do império, reorganizou-se em 802.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não obstante a duração efêmera do império carolíngio, partilhado em 843 por seus netos, o reinado de Carlos Magno é considerado decisivo na formação histórica da Europa Medieval. A política de aliança com Roma e a estreita colaboração com os dignitários eclesiásticos em seus territórios não apenas deram origem ao futuro conflito entre o papado e o império, como firmaram a base da cultura estritamente religiosa da Idade Média ocidental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A preocupação de Carlos Magno com a organização eclesiástica e com o soerguimento intelectual do clero levou-o a patrocinar o movimento de pesquisas filológicas nos mosteiros e abadias do império, que se tornaram grandes centros de cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para tanto, o imperador se cercou de eruditos religiosos estrangeiros, que difundiram um ensino voltado às tradições da latinidade cristã. A produção literária e, principalmente, a instrução dispensada nos colégios das abadias e na escola palaciana de Aix-la-Chapelle representaram o maior impulso que recebeu a chamada Renascença carolíngia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora de alcance limitado na época, a contribuição desses letrados seria inestimável nos séculos subseqüentes. Para citar apenas um exemplo, é à paciente e minuciosa atividade dos copistas dos mosteiros carolíngios que se deve a preservação de grande parte da literatura latina. A própria crítica contemporânea dos textos clássicos baseia-se amplamente em seus manuscritos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;.:: Uol Educação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;strong&gt;Confira as atualizações do portal!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S_1oF39zyrI/AAAAAAAAFIM/VlEhmdRtbyg/s1600/Assirios%2520-%2520BRESCOLA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475647172084222642" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 157px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S_1oF39zyrI/AAAAAAAAFIM/VlEhmdRtbyg/s200/Assirios%2520-%2520BRESCOLA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Sargão I, o Grande &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Sargão, o Grande como é chamado por modernos&lt;br /&gt; historiadores, foi um brilhante líder militar, bem &lt;br /&gt;como um administrador energético e inovador. Foi o &lt;br /&gt;primeiro rei a unir a Mesopotâmia sob o comando de &lt;br /&gt;uma só pessoa, sendo que o império por ele montado&lt;br /&gt; passou a ser o padrão para outros governantes.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Para ler... → &lt;/span&gt;&lt;a href="http://universodahistoria.blogspot.com/2010/07/sargao-i-o-grande.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Clique aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Olmecas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Os olmecas estabeleceram uma das mais antigas&lt;br /&gt; civilizações das Américas. Graças ao aprimoramento&lt;br /&gt; das técnicas agrícolas, eles puderam vencer as&lt;br /&gt; hostilidades do meio e sustentar grandes populações.&lt;br /&gt; Eles difundiram seus conhecimentos do litoral do Golfo&lt;br /&gt; até o litoral do Pacífico, El Salvador e Costa Rica.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Para ler... → &lt;/span&gt;&lt;a href="http://povosdaantiguidade.blogspot.com/2010/07/olmecas.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Clique aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Antigüidade greco-romana &lt;br /&gt;deixou marcas na Líbia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;As cidades litorâneas do país norte-africano guardam &lt;br /&gt;ruínas milenares e impressionantes. O litoral da Líbia é &lt;br /&gt;um dos maiores tesouros arqueológicos do mundo. Suas &lt;br /&gt;cidades costeiras ainda guardam as ruínas de impérios &lt;br /&gt;erguidos por fenícios, gregos e romanos milênios atrás.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Para ler... → &lt;/span&gt;&lt;a href="http://civilizacoesafricanas.blogspot.com/2010/07/antiguidade-greco-romana-deixou-marcas.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Clique aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Haroldo II x Harald Hardrada&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Em setembro de 1066, Hardrada partiu com 300&lt;br /&gt; embarcações e 7,5 mil homens para tomar o trono &lt;br /&gt;inglês. Ele contava ainda com a ajuda de Tostig, &lt;br /&gt;o irmão de Haroldo II. A disputa pelo trono &lt;br /&gt; encerrou a dinastia anglo-saxônica na ilha, pôs&lt;br /&gt; fim à era viking e levou os normandos ao poder.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Para ler... → &lt;/span&gt;&lt;a href="http://povoviking.blogspot.com/2010/07/haroldo-ii-x-harald-hardrada.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Clique aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“O que você faz em vida ecoa na eternidade”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-7053622362193969193?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/7053622362193969193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=7053622362193969193' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/7053622362193969193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/7053622362193969193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/06/carlos-magno.html' title='&lt;strong&gt;Carlos Magno&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TBa-Leu-5aI/AAAAAAAAFSU/GTiK0WBvsBg/s72-c/carlos-magno.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-2307577895941488468</id><published>2010-05-25T17:54:00.000-07:00</published><updated>2010-06-15T20:00:56.821-07:00</updated><title type='text'>A conversão religiosa dos germanos</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S_xxx6LaCdI/AAAAAAAAFGc/-LJlskQVVxE/s1600/A+convers%C3%A3o+dos+germanos+ao+Cristianismo+n%C3%A3o+pode+ser+pensada+de+forma+unilateral..jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475376349220309458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S_xxx6LaCdI/AAAAAAAAFGc/-LJlskQVVxE/s400/A+convers%C3%A3o+dos+germanos+ao+Cristianismo+n%C3%A3o+pode+ser+pensada+de+forma+unilateral..jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo de sua trajetória, a Igreja Cristã teve grande papel na divulgação e expansão do cristianismo pelos vastos territórios dominados pela população romana. Inicialmente, como bem sabemos, os cristãos realizavam a pregação do Cristianismo, mesmo com as perseguições empreendidas pelos romanos que se opunham ferrenhamente ao conteúdo das crenças disseminadas. Com o crescimento da religião, o Império Romano acabou revertendo tal situação ao oficializar o Cristianismo e, desse modo, observamos a configuração de uma hierarquia que mais tarde consolidaria a presença da Igreja como instituição atuante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os séculos III e IV, a Igreja Cristã realizava a disseminação do Cristianismo com o apoio do Império Romano, que oferecia enormes facilidades para que populações inteiras paulatinamente se voltassem para a nova religião. Contudo, essa situação veio a se transformar com o advento das invasões bárbaras, as quais trouxeram uma variedade de povos, culturas e crenças para os antigos domínios imperiais. A partir de então, diferentes estratégias deveriam ser elaboradas para que os clérigos cristãos conseguissem penetrar no interior dos recém-formados reinos bárbaros e, de tal forma, garantir a sobrevivência da religião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente, vemos que a ação da Igreja se concentrou na formação de mosteiros em regiões rurais, na promoção de estratégias que aproximassem os clérigos dos monarcas e na melhoria da formação dos membros cristãos que promoveriam o diálogo junto às populações pagãs. No entanto, devemos salientar que esse processo de diálogo para com os povos germanos, aconteceu muito mais em função de práticas que não só apresentavam uma nova religião, mas também colocavam em voga vários hábitos, instituições e modelos provenientes da própria cultura clássica que se mostrava viva, apesar da crise romana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De forma alguma, não podemos apontar que tal experiência fosse determinante para que a cultura dos povos germanos desaparecesse ou que a Igreja tivesse seus esforços radicalmente voltados para tal objetivo. Ao mesmo tempo em que as conversões aconteciam, o processo de unificação de tribos em reinos unificados, as novas rivalidades experimentadas e a modificação das estruturas sociais germanas também atuavam na formação de um novo mosaico cultural. Com isso, percebemos que a cristianização dos germanos esteve longe de configurar um tipo de transformação histórica imposta de cima para baixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo do tempo, podemos ver que as formas de representação da crença cristã, a organização dos calendários, o reconhecimento da santidade de alguns indivíduos e a formação dos movimentos heréticos nos indicavam um movimento de penetração da cultura germana em direção ao Cristianismo. Por outro lado, a consolidação da hierarquia, a manutenção de importantes traços da cultura greco-romana e o poder de mobilização da Igreja indicavam o sentido contrário dessa relação. Com isso, percebemos que as negociações e trocas culturais são bem mais eficazes para enxergarmos o mundo formado por bárbaros e cristãos ao longo da Idade Média.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;.:: Brasil Escola&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-2307577895941488468?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/2307577895941488468/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=2307577895941488468' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/2307577895941488468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/2307577895941488468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/05/conversao-religiosa-dos-germanos.html' title='&lt;strong&gt;A conversão religiosa dos germanos&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S_xxx6LaCdI/AAAAAAAAFGc/-LJlskQVVxE/s72-c/A+convers%C3%A3o+dos+germanos+ao+Cristianismo+n%C3%A3o+pode+ser+pensada+de+forma+unilateral..jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-2982023063435470318</id><published>2010-05-17T15:24:00.000-07:00</published><updated>2010-05-26T12:33:53.282-07:00</updated><title type='text'>Penda, um dos últimos grandes reis da Europa</title><content type='html'>&lt;em&gt;No dia 15 de Novembro de 655 morreu Penda, rei de Mercia, um dos últimos líderes pagãos europeus a enfrentar a onda totalitária da Cristandade que viria a cobrir todo o continente&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S_HC2C2MsdI/AAAAAAAAE9M/HAnEHwEqirI/s1600/Penda.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472369255964783058" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 250px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S_HC2C2MsdI/AAAAAAAAE9M/HAnEHwEqirI/s400/Penda.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num mundo em que quase todos os reis e príncipes tinham já cedido à invasão cristã, Penda brilhou pela sua pétrea lealdade aos Deuses ancestrais, combatendo múltiplos oponentes para salvaguardar a sua independência. A fortaleza de espírito e de braço permitiu-lhe manter-se altivo e indómito até ao momento da sua morte, quando aos oitenta anos caiu em combate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S_HDStAzKgI/AAAAAAAAE9U/gdn_Cvz4UM4/s1600/Mercia+e+os+outros+reinos+da+Gr%C3%A3-Bretanha+no+s%C3%A9culo+VII.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472369748319873538" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 250px; CURSOR: hand; HEIGHT: 316px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S_HDStAzKgI/AAAAAAAAE9U/gdn_Cvz4UM4/s400/Mercia+e+os+outros+reinos+da+Gr%C3%A3-Bretanha+no+s%C3%A9culo+VII.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mercia e os outros reinos da Grã-Bretanha no século VII.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Mercia era um dos reinos anglos da região que mais tarde se unificou com o nome de Terra dos Anglos, isto é, Inglaterra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única fonte histórica existente para conhecer a vida do monarca é a «História Eclesiástica da Nação Inglesa», escrita por Beda, monge que o pintou com as piores cores da crueldade e do barbarismo, como seria de esperar da parte de um cristão que apresenta a sua versão da vida de um pagão... Este texto foi depois integrado na Crónica Anglo-Saxã, a qual apresenta a genealogia do rei de Mercia da seguinte maneira: Penda filho de Pybba, filho de Creoda, filho de Cynewald, filho de Cnebba, filho de Icel, filho de Eomer, filho de Angeltheow, filho de Offa, filho de Wermund, filho de Wihtlaeg, filho de Woden, sendo Woden o Deus Máximo dos Germanos, Senhor da Sabedoria e da Morte em Combate (Wotan na Alemanha, Odin na Escandinávia).&lt;br /&gt;Significa isto que os Anglos atribuíam uma ascendência divina aos seus reis, tal como os Godos (segundo Tácito em «A Germânia»). Neste caso, esta genealogia vai tão atrás no tempo que faz referência à época que antecede a migração anglo-saxónica do norte da Germânia para a Grã-Bretanha: o supracitado Offa filho de Wermund, foi de acordo com lenda antiga um grande herói dos Angeln, liderando-os com êxito na resistência contra os antigos Saxões, junto ao rio Eider, a norte da moderna cidade de Hamburgo. Note-se entretanto que uma descendente de Penda, Lady Ealhswyth, esposa do rei Alfredo (unificador dos Anglo-Saxões, fundador da Inglaterra), é considerada antepassada da actual família real inglesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis uma breve cronologia da sua época, mencionando alguns dos eventos mais importantes e os comentários que se justifiquem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;597&lt;/strong&gt; - chegada da missão augustiniana (cristã de Agostinho) ao reino de Kent (sudeste da Britânia, ver mapa acima). Penda teria nesta altura pouco mais de vinte anos; quando aos cinqüenta se tornou rei, poucos seriam os reis anglos/saxões convertidos ao Cristianismo; quando Penda morreu, pelo contrário, só o reino de Sussex e a Ilha de Wright se mantinham pagãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;627&lt;/strong&gt; - Edwin de Nortúmbria recebe o batismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;631&lt;/strong&gt; - O rei Sigibert de Ânglia Oriental (East Anglia) torna-se cristão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;633&lt;/strong&gt; - Edwin de Nortumbria é morto em combate por Penda na batalha de Hatfield Moor; nesta batalha, Penda contara com a aliança do rei cristão Cadwallon de Gynnedd (reino celta do norte de Gales); os sucessores de Edwin foram Osric em Deira (sul de Nortumbria) e Eanfrith em Bernicia (norte de Nortúmbria), que receberam o baptismo mas que renunciaram ao Cristianismo assim que se tornaram reis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;634&lt;/strong&gt; - Oswald torna-se rei de Nortúmbria e repõe o domínio cristão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;635&lt;/strong&gt; - Penda derrota e mata Sigibert (que abdicara do trono para se tornar monge) e o rei Egric de Ânglia Oriental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;639&lt;/strong&gt; - O bispo Birinus baptiza o rei Cynegils do reino de Wessex.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;642&lt;/strong&gt; - As forças de Nortúmbria lideradas por Oswald entram em confronto com as de Mercia, conduzidas por Penda. O combate dá-se em terras de Mercia, o que leva a pensar que resultou de uma ofensiva de Oswald. Oswald é derrotado e morto, a sua cabeça e braços são cortados e expostos; Bede considera que Penda vence as suas batalhas por meio de artes diabólicas enquanto a Igreja manda canonizar Oswald, visto que «Santo» Oswald esticou o pernil em batalha mas o seu braço direito permaneceu salvo da degradação dos corpos, o que para os cristãos foi um milagre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;643&lt;/strong&gt; - O filho de Cynegils, Cenwealh, chega ao trono e imediatamente repudia o Cristianismo. Cenwealh casara-se com a irmã de Penda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;645&lt;/strong&gt; - Cenwealh divorcia-se da irmã de Penda; estala a guerra entre Wessex e Mercia, em que Penda vence Cenwealh, que por sua vez se exila; dois anos depois, Cenwealh retorna ao Cristianismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;653&lt;/strong&gt; - O rei Sigibert de Essex impõe o Cristianismo no seu reino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;654&lt;/strong&gt; - Penda derrota e mata o rei Anna de Ânglia Oriental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;655&lt;/strong&gt; - A Nortúmbria liderada pelo rei Oswy (que matara o seu irmão Oswine, mas nunca foi demonizado pela Igreja) vence Mercia e Penda morre em combate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;.:: &lt;a href="http://gladio.blogspot.com"&gt;Blog Gladius&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-2982023063435470318?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/2982023063435470318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=2982023063435470318' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/2982023063435470318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/2982023063435470318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/05/penda-um-dos-ultimos-grandes-reis-da.html' title='&lt;strong&gt;Penda, um dos últimos grandes reis da Europa&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S_HC2C2MsdI/AAAAAAAAE9M/HAnEHwEqirI/s72-c/Penda.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-3938560593325884426</id><published>2010-05-06T19:37:00.001-07:00</published><updated>2010-05-17T20:07:10.273-07:00</updated><title type='text'>Invasão da Bretanha: os lobos que vieram do mar</title><content type='html'>&lt;em&gt;Os anglo-saxões enfrentaram uma resistência de séculos na Bretanha, mas apagaram quase todos os traços do domínio romano na ilha&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S-N9VfIgRuI/AAAAAAAAE5k/4CMzfDDF15c/s1600/Invas%C3%B5es+anglo-sax%C3%B4nicas+dos+s%C3%A9culos+V-VI.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468352180645807842" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S-N9VfIgRuI/AAAAAAAAE5k/4CMzfDDF15c/s400/Invas%C3%B5es+anglo-sax%C3%B4nicas+dos+s%C3%A9culos+V-VI.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Invasões anglo-saxônicas nos séculos V e VI.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O dia amanheceu com uma tranqüilidade enganosa na decadente cidade romana do nordeste da Bretanha (atual Inglaterra). Os negócios estavam fracos no mercado e ninguém mais se arriscava a usar a velha casa de banhos, tão popular entre os endinheirados do passado. Mas pelo menos, pensavam os bretões, dava para contar com a guarnição de mercenários saxões para proteger o local de outros bárbaros. Por isso ninguém viu os guerreiros recebendo com toda calma os barcos a remo na praia nem percebeu que eles se juntaram aos recém-chegados, em lugar de detê-los. Num piscar de olhos, o fórum da cidade tinha sido tomado e seus magistrados eram reféns ou cadáveres. Os mercenários bárbaros haviam tomado o comando. Com uma ou outra variante, essa cena deve ter se repetido por toda a costa bretã durante o século 5. Ao contrário do que muita gente imagina, os saxões e seus parentes invasores, os anglos e jutos, eram velhos conhecidos da população da Bretanha. Tiveram sucesso, em grande parte, porque muitos deles foram admitidos na ilha como mercenários e só então se rebelaram. Lentamente deixaram de atuar como simples piratas e foram conquistando terras e se fixando. Não que os bretões não tenham resistido depois do choque inicial. Em muitos casos, eles conseguiram deter a maré germânica, talvez conduzidos pelo lendário líder que hoje conhecemos como Arthur. Mas, após dois séculos, os invasores se tornaram a principal força da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ataque de piratas germânicos já era um problemão para os moradores da Bretanha desde o final do século 3, quando o poder de Roma ainda controlava a ilha com mão de ferro. Por volta do ano 300, o império precisou construir uma série de defesas costeiras, os chamados “Fortes do Litoral Saxão” – deixando claro quem era a principal ameaça. Por algum tempo a situação melhorou, mas em 367 aconteceu o que os romanos temiam: um ataque conjunto, em todas as frentes – saxões que atravessavam o mar no leste, pictos da Escócia no norte, escotos da Irlanda no oeste, tudo isso misturado a uma rebelião das tropas que deveriam proteger os bretões. O general espanhol Teodósio, pai do imperador homônimo, conseguiu deter os avanços bárbaros por algum tempo e reorganizar as defesas da ilha, mas os soldados que ele trouxe eram, provavelmente, de origem germânica, entre eles vários saxões, pelo que indica o estilo da fivela de cintos militares daquela época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Usar mercenários bárbaros para lutar contra outros bárbaros era uma prática comum em todo o mundo ocidental”, diz Johnni Langer, especialista em história medieval da Universidade do Contestado, PR. A situação política destrambelhada do império logo deixaria a ilha ainda mais vulnerável. É que generais que comandavam tropas na Bretanha, a começar pelo poderoso Magnus Maximus, em 383, passaram a ambicionar o cargo de imperador. A cada tentativa (fracassada) de tomar o poder, arrastavam para o continente quase todo o exército e deixavam a ilha desguarnecida. Quando o último desses usurpadores, Constantino III, deu com os burros n’água, os bretões se cansaram e se declararam independentes. O imperador legítimo, Honório, reconheceu o fato em 410, autorizando os nativos da Bretanha a organizar sua própria defesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os bretões não sabiam pensar em nada melhor do que continuar a política romana de contratação de mercenários. Havia gente de sobra disposta a encarar esse serviço entre os anglos e saxões (do norte da Alemanha), jutos (sul da Dinamarca) e frísios (da Holanda). “Os dialetos que se formaram na Inglaterra depois da imigração sugerem que todos esses subgrupos falavam uma língua comum, com variações regionais”, conta Michael Drout, especialista em língua e literatura anglo-saxã do Wheaton College, nos EUA. Todos também enfrentavam um problema comum: a superpopulação e a falta de áreas para cultivo em suas regiões natais, pantanosas e perto do mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De piratas a conquistadores&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bretanha era a terra das oportunidades e há sinais de que, no começo do século 5, havia anglo-saxões se estabelecendo como posseiros, outros servindo na defesa das cidades e muitos atuando como piratas. Os registros da época são confusos, mas parece que um chefe bretão de nome Vortigern, que havia se tornado governante supremo de boa parte da ilha, tentou transformar mercenários saxões em seu exército pessoal, concedendo-lhes algumas terras. Mas não cumpriu o prometido. “Foi um dos erros de cálculo mais espetaculares da história britânica”, diz o historiador Simon Schama, autor de A History of Britain. Os chefes dos guerreiros contratados por Vortigern, os irmãos Hengest e Horsa, teriam se rebelado. Conclusão: os protetores (ou piratas) teriam se tornado conquistadores. “As evidências arqueológicas mostram que a migração durou um século ou mais. Pode sim ter existido líderes com os nomes Hengest e Horsa, mas as menções a eles em poemas épicos dos anglo-saxões sugerem que o mais provável é que fossem personagens lendários”, diz Drout, lembrando que os dois nomes querem dizer “cavalo”, venerado pelos saxões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que o cavalo dos invasores eram seus barcos a remo. “Na verdade não passavam de canoas que provavelmente não tinham vela”, conta Langer. Mesmo assim eram boas o suficiente para fazer a travessia do mar do Norte e subir os rios até as cidades e os povoados rurais. O armamento também era simples, mas eficiente: lanças, machados, uma espada curta chamada seax (origem do nome tribal dos saxões) e escudos de madeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo indica que os nativos da ilha se recuperaram do susto inicial porque, depois de um avanço saxão que atingiu cerca de metade do território da atual Inglaterra, houve um respiro. Nas primeiras décadas do século 6, alguém chamado Arthur (provavelmente um general, e não um rei) parece ter liderado a cavalaria bretã contra os soldados de infantaria saxões e levado a melhor. Mas a divisão da Bretanha em pequenos reinos, sem uma liderança forte, impediu que a reação fosse pra valer. Um novo grupo de invasores, que iriam formar o reino saxão de Wessex, voltou a empurrar os bretões para o oeste. É bom frisar que o processo foi lento. No início os anglo-saxões eram só uma nova elite, governando uma população nativa maior, que não foi exterminada. “A substituição completa nunca aconteceu. O que houve foi a prevalência cultural das populações germânicas”, explica Langer. Na Inglaterra e em parte da Escócia, a partir do ano 600, os recém-chegados reinavam absolutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O túmulo-barco&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há prova maior da abrangência das conexões comerciais e da riqueza dos anglo-saxões pouco depois da invasão do que o túmulo real de Sutton Hoo. Encontrado no vilarejo de mesmo nome no sudeste da Inglaterra, o sítio arqueológico provavelmente abrigava o corpo do rei Raedwald, de East Anglia, morto por volta do ano 620. Raedwald foi um dos primeiros soberanos anglo-saxões a se converter ao cristianismo e sua última morada mostra uma mistura curiosa de influências pagãs e cristãs. Para começar, seu “caixão” é um barco de quase 30 metros de comprimento, completamente equipado com jóias belíssimas e armas de luxo. Os poemas épicos anglo-saxões sugerem que os reis eram enterrados dessa maneira para irem de barco ao além. O elmo decorado com bronze e o enorme escudo lembram o estilo romano do fim do império, enquanto o tipo do enterro e outros objetos sugerem conexões com a Suécia. Por outro lado, caldeirões de bronze foram quase certamente fabricados por bretões. E, o mais intrigante de tudo, há um par de colheres de prata que levam as inscrições gregas “Saulo” e “Paulo” – os dois nomes do apóstolo São Paulo. Sua origem é provavelmente bizantina e indica a conversão de Raedwald, já que Saulo era o nome usado pelo apóstolo antes de se tornar cristão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;.:: Aventuras na História&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-3938560593325884426?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/3938560593325884426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=3938560593325884426' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/3938560593325884426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/3938560593325884426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/05/invasao-da-bretanha-os-lobos-que-vieram.html' title='&lt;strong&gt;Invasão da Bretanha: os lobos que vieram do mar&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S-N9VfIgRuI/AAAAAAAAE5k/4CMzfDDF15c/s72-c/Invas%C3%B5es+anglo-sax%C3%B4nicas+dos+s%C3%A9culos+V-VI.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-8518571009901790272</id><published>2010-04-21T09:26:00.001-07:00</published><updated>2010-05-07T14:18:59.999-07:00</updated><title type='text'>Batalha de Estrasburgo</title><content type='html'>&lt;em&gt;A &lt;strong&gt;Batalha de Estrasburgo&lt;/strong&gt; (também chamada de Batalha de Argentoratum) foi uma batalha ocorrida em 357 dC, entre o exército romano comandado por Flávio Cláudio Juliano(Juliano, o Apóstata) e o exército Alamano, sob a liderança do rei Chonodomario.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S88n6Y_M6tI/AAAAAAAAE0M/u1KzhrTWB9Y/s1600/Batalla+de+Estrasburgo+357+D.C..jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462628757117135570" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 276px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S88n6Y_M6tI/AAAAAAAAE0M/u1KzhrTWB9Y/s400/Batalla+de+Estrasburgo+357+D.C..jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Antecedentes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primavera do ano 357 dC, os alamanos renovaram seus ataques, entrando na Gália mais do que o habitual. Enquanto soube dessa incursão de larga escala, Constâncio II viu isso como uma oportunidade para destruir os alamanos de uma vez por todas. Enviou da Itália 25.000 homens comandados por Barbacio. Juliano desenvolveu um plano para prender os alamanos em um movimento de pinça entre o seu exército e as tropas Barbacio, para confina-los a um espaço muito pequeno e aniquila-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, quando Juliano fortificava Saverne enviou tropas auxiliares para as ilhas do Reno, sobe posse dos alamanos, as tropas lhe deram a notícia de que sos Alamanos tinham derrotado as forças de Barbacio, forçando-o a retirar-se para seus quartos de inverno. Isto reduziu as forças Juliano para 13.000 homens, que tiveram que enfrentar um exército de bárbaros de 35.000. Quando Chonodomario marchou para Estrasburgo, Juliano, viu uma boa oportunidade de entrar em batalha contra todo o exército Alamano, tomou o caminho para enfrentá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A batalha&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S88ppX9h_cI/AAAAAAAAE0U/DvWoHUv0tMw/s1600/750px-Battle_of_Argentoratum1_svg.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462630663807172034" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 276px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S88ppX9h_cI/AAAAAAAAE0U/DvWoHUv0tMw/s400/750px-Battle_of_Argentoratum1_svg.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Posicionamento dos exércitos no campo de batalha.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Ambos os lados reuniram-se na margem ocidental do rio Reno. Os alamanos se posicionaram em forma de fatias e, vendo o exército romano parado, enquanto Severo, o chefe da cavalaria romana na ala esquerda, se atrapalhava com a ala direita alamana. Então, Juliano ordenou um avanço geral em toda a linha, e lutou contra os alamanos. As legiões de esquerda logo fizeram os alamanos retrocederem, mas a direita da cavalaria romana foi dissolvida quando um de seus oficiais superiores foram feridos. Teriam ultrapassado até mesmo suas próprias linhas se o legiões não se mantivessem firmes, recusando-se a deixá-los passar até Juliano convence-los a voltar à ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A batalha foi resolvida em uma luta de infantaria frontal. Dado o peso da artilharia (dardos, lanças e flechas), a formação dos bárbaros começaram a se desfazer.. As coortes de auxiliares germanos Bracchiati e Cornutia lançaram um grito de guerra germano, de modo que seus adversários sabiam que eles estavam enfrentando. Os romanos formaram uma parede de escudos, e seguindo uma luta de empurrões que os Alamanos tentaram superar com os ombros e joelhos, e com golpes frenética com a espada. Chonodomario liderou uma força de chefes tribais, que penetrou na frente romana, mas foram derrotados pelos Primani Legion (força de profissionais da reserva).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse foi o último esforço dos alamanos. Incapazes de penetrar na muralha de escudos romanos, e com o grande número de perdas, começaram a fugir. Embriagados com o sangue, os romanos romperam a formação e os perseguindo-os até o Reno, onde Juliano ordenou que lançassem uma carga de artilharia massacrando os alamanos enquanto tentavam atravessar o rio a nado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Resultado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os alamanos perderam 6.000 homens, a maioria dos quais, provavelmente, morreram durante a perseguição ou afogados no Reno. Chonodomario foi capturado e enviado a Roma onde morreu mais tarde. As baixas Romanas somaram 243 homens, incluindo dois tribunos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juliano foi aclamado como Augusto pelas suas tropas no campo de batalha. Ele recusou o título e ordenou a unidade de cavalaria que quase lhe custou a batalha que desfilasse no dia seguinte com roupas femininas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-8518571009901790272?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/8518571009901790272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=8518571009901790272' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/8518571009901790272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/8518571009901790272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/04/batalha-de-estrasburgo.html' title='&lt;strong&gt;Batalha de Estrasburgo&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S88n6Y_M6tI/AAAAAAAAE0M/u1KzhrTWB9Y/s72-c/Batalla+de+Estrasburgo+357+D.C..jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-7588288770846093033</id><published>2010-04-21T09:22:00.000-07:00</published><updated>2010-04-21T09:25:49.469-07:00</updated><title type='text'>Eudusios</title><content type='html'>&lt;em&gt;Os &lt;strong&gt;eudusios&lt;/strong&gt; ou sedusios (em latim, Eudusii, Sedusii  foi um povo germânico mencionado por César em seus Comentários sobre as Guerra das Gálias.&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;César diz que derrotou tropas dos eudusios comandados por Ariovisto: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Só então, e à força, retirou os soldados germanos do acampamento formados por  harudes, Marcomanni, tríbocos, Vangiones, német, eudusios e os Suevos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tácito ( 55 – 120 D.C.) menciona em Germania, 40 os Eudoses (Eudoses), chamados por César de Eudosio: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O reudignos, planos, ângulos, Anglii, Eudoses, Suardones e nuitones estão cercados e protegidos por rios e florestas. &lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Eudoses, viveram no norte da Jutlândia, pode ter invadido a província romana da Britannia junto com os Jutos, Anglos e Saxões no século V. Ptolomeu (100 – 170 D.C), em sua Geografia  menciona os Fundusii (fundusios) como uma das tribos que habitavam o que chamou de "Península Címbrica" e que corresponde à Jutlândia). Ptolomeu diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sigulones, Sabalingii deinde, Cobandi deinde, quos supra Chali, et ad hos occasum Rursus Fundusii acima Charudes anúncio ortum, omnium maxime vero ad Septentrion Cimbri;. &lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que neste momento Ptolomeu fez uma interpretação errada de uma fonte Latino sobres os Eudusii, de modo que "fundusios" seria eudusios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-7588288770846093033?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/7588288770846093033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=7588288770846093033' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/7588288770846093033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/7588288770846093033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/04/eudusios.html' title='&lt;strong&gt;Eudusios&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-2129074565560940859</id><published>2010-04-11T04:01:00.002-07:00</published><updated>2010-04-21T11:14:45.997-07:00</updated><title type='text'>Carlos Martel: O Herói Cristão que salvou a Europa</title><content type='html'>&lt;em&gt;Em 732 a situação da Europa inspirava as piores apreensões. &lt;br /&gt;À anarquia feudal somavam-se as invasões&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S8GtKBBSwZI/AAAAAAAAErc/O0ApEYtQze0/s1600/Mu%25C3%25A7ulmanos%2Bse%2Brendem.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 268px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S8GtKBBSwZI/AAAAAAAAErc/O0ApEYtQze0/s400/Mu%25C3%25A7ulmanos%2Bse%2Brendem.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458834610933907858" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Pelo Norte, em geral por via marítima e fluvial, os vikings desciam saqueando, incendiando e massacrando cidades e campos. Da Europa Oriental vinham povos bárbaros ávidos de sangue e destruição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estes temíveis perigos veio se somar um novo inimigo que entrava pelo sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os muçulmanos tinham invadido a Espanha com velocidade fulgurante. Ébrios pelas vitórias atravessaram os Pirineus. Fazendo imenso botim e escravizando as populações chegaram até o coração da França.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A França, a “filha primogênita da Igreja”, por sua vez, era o coração da Cristandade em formação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os reis francos, da dinastia merovíngia, encontravam-se em grande decadência e não deram sinais de reação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi então que se acendeu uma nova estrela no firmamento da Cristandade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu nome foi Carlos Martel (688-741), filho do noble Pepino de Herstal, nascido na Valônia, hoje Bélgica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Martel desempenhava a função de “prefeito de palácio” do reino franco do Oriente desde 717, e a partir de 731, da totalidade dos três reinos em que se dividiam os francos. De fato, desde essa posição governava o país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S8Gwu1Zp06I/AAAAAAAAErs/J55QgIdUihU/s1600/Carlos_Martel_aclamado_pelo_povo.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 319px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S8Gwu1Zp06I/AAAAAAAAErs/J55QgIdUihU/s400/Carlos_Martel_aclamado_pelo_povo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458838542004900770" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu nome encheu-se de glória pela vitória na Batalha de Poitiers (por alguns chamada de Tours) a meio caminho das duas cidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nela, o herói Carlos Martel quebrou o ímpeto muçulmano e por isso é justamente considerado o salvador da Europa face ao expansionismo islâmico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S8GxTtF7H5I/AAAAAAAAEr0/y5VnINLPFo8/s1600/Carlos_Martel_04,_batalla_de_Poitiers,_Steuben,_Versailles.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 340px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S8GxTtF7H5I/AAAAAAAAEr0/y5VnINLPFo8/s400/Carlos_Martel_04,_batalla_de_Poitiers,_Steuben,_Versailles.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458839175429824402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da decisiva batalha de Poitiers (732) resta uma crônica árabe, de autor anônimo. Por certo, para o autor tratou-se de um desastre irrecuperável, lembrado com pesar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cronista islâmico narra assim o entrechoque bélico:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os muçulmanos golpearam os seus inimigos e atravessaram o rio Garonne, assolando o país e levando inúmeros cativos. Aquele exército passou por todos os lugares como uma tempestade devastadora. A prosperidade tornou esses guerreiros insaciáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ao cruzarem o rio, Abderrahman arruinou o condado. O conde refugiou-se em sua fortaleza, mas os muçulmanos avançaram contra ele e, entrando à força no castelo, mataram o conde. Para tudo cediam suas cimitarras, que eram ladrões de vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Todas as regiões do reino dos francos temiam aquele exército terrível, assim, os francos recorreram a seu rei Carlos Martel e lhes contaram sobre a destruição feita pelos cavaleiros muçulmanos, e como subjugaram, ao atravessarem, toda a terra de Narbonne, Toulouse e Bordeaux. Eles também relataram a morte do conde. Então o rei alegrou-os, declarando que iria ajudá-los...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O rei montou em seu cavalo, e levou um exército que não pode ser contado, e dirigiu-se contra os muçulmanos. Ele os encontrou na grande cidade de Tours.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Abderrahman e outros cavaleiros prudentes viram a desordem das tropas muçulmanas, que estavam pesadas devido aos espólios de guerra; mas eles não se aventuraram a desagradar os soldados ordenando que eles abandonassem tudo, com exceção de suas armas e cavalos de guerra. Abderrahman confiou no valor dos seus soldados e na boa sorte que estava lhe acompanhando. Mas a falta de disciplina é sempre fatal aos exércitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Assim, Abderrahman e suas hostes atacaram Tours para ainda adquirir mais espólio. Eles lutaram contra esta cidade tão ferozmente que a fúria e a crueldade dos muçulmanos para com os seus habitantes da cidade eram como a fúria e crueldade de tigres raivosos. Eles assaltaram a cidade quase diante dos olhos do exército que veio salvá-la. Era manifesto que Deus iria castigar tais excessos; e a sorte logo virou-se contra os muçulmanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Próximo ao rio Loire, os dois grandes exércitos, de duas línguas e de dois credos, estavam em ordem, um frente ao outro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os corações de Abderrahman, de seus capitães e de seus homens estavam cheios de ira e orgulho, e eles foram os que primeiro começaram a lutar. Os cavaleiros muçulmanos dirigiram-se com ferocidade contra os batalhões dos francos, que resistiram virilmente. Muitos caíram mortos de ambos os lados, até o pôr do sol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A noite separou os dois exércitos: mas ao amanhecer os muçulmanos voltaram à batalha. Os cavaleiros logo chegaram, sem muito esforço, no centro do batalhão cristão. Mas muitos dos muçulmanos estavam temerosos pela segurança do espólio que tinham armazenado em suas barracas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Um falso grito surgiu nas suas fileiras, alertando que alguns dentre os inimigos estavam saqueando o acampamento; o que levou vários esquadrões da cavalaria muçulmana a voltarem atrás para proteger suas barracas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Porém, parecia que eles estavam fugindo dos cristãos e todo o exército muçulmano ficou preocupado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E enquanto Abderrahman se esforçava para controlar o tumulto e conduzir os seus homens novamente para a luta, guerreiros francos o cercaram e ele foi perfurado por muitas lanças, de forma que morreu. Então todo o exército muçulmano evadiu-se ante o inimigo e muitos morreram na fuga...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A batalha de Tours, ou Poitiers, como deveria ser chamada, é considerada como uma das batalhas decisivas da história mundial. Ela decidiu que os cristãos, e não os muçulmanos, seriam o poder dominante na Europa. Carlos Martel é celebrado especialmente como o herói dessa batalha”, escreveu John H. Haaren, no livro “Famous Men of the Middle Ages”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda posteriormente seu neto, Carlos Magno faria uma incursão militar na Espanha e trucidaria as últimas posses islâmicas na França. O território francês foi fonte continuada de cruzados e monges que cooperaram com os reis da Espanha e Portugal para banir o Crescente da península ibérica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S8GyWiB92mI/AAAAAAAAEr8/eFOLqa3KDUM/s1600/Tumulo_de_Charles_Martel_na_abadia_de_St_Denis,_Paris.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S8GyWiB92mI/AAAAAAAAEr8/eFOLqa3KDUM/s400/Tumulo_de_Charles_Martel_na_abadia_de_St_Denis,_Paris.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458840323511671394" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Martel recebeu do Papa Gregório III o título de Herói da Cristandade. Ele foi sepultado na abadia de Saint Denis de Paris, necrópolis dos reis da França. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;.:: &lt;a href="http://heroismedievais.blogspot.com"&gt;Blog Heróis medievais&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-2129074565560940859?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/2129074565560940859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=2129074565560940859' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/2129074565560940859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/2129074565560940859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/04/carlos-martel-o-heroi-cristao-que.html' title='&lt;strong&gt;Carlos Martel: O Herói Cristão que salvou a Europa&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S8GtKBBSwZI/AAAAAAAAErc/O0ApEYtQze0/s72-c/Mu%25C3%25A7ulmanos%2Bse%2Brendem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-7482193451652067468</id><published>2010-04-02T08:49:00.000-07:00</published><updated>2010-04-02T08:56:39.165-07:00</updated><title type='text'>Leis Germânicas</title><content type='html'>O Direito Germânico primitivo, típico de populações seminômades, não possuía fontes escritas, baseando-se nas tradições orais. Tampouco existia a noção de territorialidade, o direito aplicado a cada indivíduo dependia do grupo a que ele pertencia. Assim, a pessoa como que portava seu direito. Esse direito consuetudinário e personalista foi mudando com o contato travado com o mundo Romano, marcado pela legislação escrita e pela territorialidade, lembrando que, à época, a cidadania romana fora conferida a todos os habitantes livres do império.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra característica marcante do seu direito germânico era a sua idéia muito restrita de propriedade, que foi cedendo terreno ao conceito Romano, à medida em que esses povos foram se estabelecendo nos territórios europeus e convivendo com a população romana. Isto se reflete marcadamente nas diferenças entre a idéia de comunhão de bens romana e germânica, que manifestam duas idiossincrasias jurídicas muito distintas no que tange à concepção do indivíduo e do grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os princípios individualistas muito presentes no Direito Romano, o individual prevalecia sobre a própria situação de comunhão de bens ou direitos, de maneira que esta se configurava como una communio incidens, ou seja, algo incidental e transitório que se superpunha a uma situação primária, que seria aquela plenamente individual, à qual acabaria retornando. Reconhecia, no entanto, a existência de quotas, ou porções ideais da propriedade daquele bem comum, e em cujas bases o indivíduo exercia determinados poderes sobre o mesmo. Por outro lado, o ordenamento previa uma actio communis dividundo, através da qual o condômino que desejasse retirar-se poderia fazê-lo, conservando o patrimônio correspondente à sua quota de participação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sua vez o condomínio germânico confere maior atenção ao coletivo que ao indivíduo, como corresponde aos princípios próprios do Direto Germânico. Isto se manifesta na própria concepção do condomínio germânico, que não é algo incidental, mas estático e permanente. Não existe o conceito Romano de quotas e sua porção ideal de propriedade que se atribuía ao indivíduo, e o que mais se lhes assemelhavam eram os limites impostos ao indivíduo para que desfrutasse do bem comum, sem chegar a configurar-se como uma atribuição real de propriedade. Vale ressaltar que, frente à concepção de condomínio dividido em quotas ideais, a comunhão germânica estabelecia um condomínio de mancomunatio (mão comum). Com relação à capacidade do indivíduo para provocar a divisão do bem, cabe destacar que, ao contrário do que acontecia na comunhão romana, na germânica não existe nenhuma ação divisória que se possa exercer pela mera vontade do indivíduo, o que seria logicamente impossível se não existem quotas sobre as quais os o indivíduo seja plenamente proprietário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em direito penal são famosos os ordálios, que permaneceram por toda a Idade Média, e através do qual se pretendia determinar a culpabilidade ou não de determinado indivíduo, que poderia até ser representado por um terceiro alheio ao processo (ordálio de representação, donde vem o termo "pôr a mão no fogo"). Por meio deles, um acusado deveria demonstrar sua inocência submetendo-se a provas tais como sustentar nas mãos uma pedra incandescente ou mantê-las em água fervendo, ou ainda a permanecer sob longo tempo sob a água. Se o acusado fosse capaz de suportá-lo, entendia-se que os deuses (ou Deus, mais tarde) o haviam ajudado por sabê-lo inocente do crime. Ao mesmo tempo, os ordálios tinham natureza de prova e de juízo (divino).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através dos contatos travados com o Império, os povos bárbaros sofreram distintos processos de romanização e cristianização, em profundidade e velocidade diferentes para cada um deles, de maneira que começaram a surgir leis escritas, bem como códigos legais, num primeiro momento compilando as tradições jurídicas germânicas, para serem aplicados aos não-Romanos, e compilações de leis romanas para aplicação a estes últimos, num esforço de unificação legal dos jovens reinos bárbaros. Estes surgem em diferentes momentos históricos, dependendo do grau de romanização conforme dito acima.&lt;br /&gt;Os textos mais representativos desse período, são os códigos Visigodos (Lex Romara Wisigothorum), a Lex Burgundionum, os Pactus Alamannorum e Lex Alamannorum, as Leges Langobardorum, a Lex Bajuvariorum, a Lex Frisionum, a Lex Saxonum e as Lex Angliorum et Werinorum, hoc est, Thuringorum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lex Burgundionum e Lex Romana Burgundionum&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este código foi compilado por Gundobaldo, patrício do Império Romano do Oriente (472-473), que se tornou rei dos Burgúndios (473-516), após vencer uma guerra civil pela sucessão do trono. Muito provavelmente este código foi escrito após sua derrota frente a Clóvis I, rei dos Francos, no ano 500. Algumas additamenta foram introduzidas posteriormente, por ordem dele ou de seu filho e sucessor Sigismundo (correspondente a Sigmund, em alemão Sieg = vitória e Mund = mão, mão vitoriosa). Estas leis trazem o título Liber Constitutionum, indicando que emanam do poder real, e são também conhecidas por Lex Gundobada ou Lex Gombata. Foi utilizada para solucionar casos envolvendo Burgúndios entre si, e também entre Burgúndios e Romanos. O mais antigo manuscrito, dos 14 que chegaram até nós, data do século IX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os casos envolvendo apenas Romanos, Gundobaldo teria posteriormente compilado um código distinto, a Lex Romana Burgundionum, que contém uma coletânea de várias leis romanas de diversas fontes, sendo por isso chamada às vezes, erroneamente, de Liber Papiani, ou apenas Papianus. O mais antigo destes textos sobreviventes data do século VII.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As leis dos Burgúndios mostram fortes traços de Direito Romano, reconhecendo a primazia da vontade e conferindo grande importância às provas escritas. Por outro lado, sancionam o duelo judicial e os cojuratores (testemunhas sob juramento). No século IX, o bispo de Lyon, Agobardo, protestou veementemente contra a Lex Gundobada, o que prova que ela continuava em vigor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lex Salica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As há certeza quanto as origens dos Francos: eles eram um grupo de povos germânicos que se instalaram nas regiões mais baixas do rio Reno.  Eles não eram um povo unificado no início do terceiro século, mas muitas tribos com ligação frouxa com o outro.  Apesar de ligação com o Império Romano os francos fazim parte dele.  "Nenhum grande corpo de Francos foi admitido no Império, mas os indivíduos e pequenos grupos podiam cruzara-lo." Os romanos eram vistos como uma posição inferior na sociedade franca. Os romanos adotaram os "bárbaros" do norte, às vezes, tornando-os aliados para combater os hunos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os francos foram divididos em regiões leste e oeste.  Os francos orientais eram conhecidos como os ripurianos e aqueles a oeste do Reno eram conhecidos como os francos salianos.  Foi o rei Clóvis, que unificou os francos sob uma lei depois de derrotar seus rivais em 509 dC. É durante esta época de unificação que o Rei Clovis desenvolveu a lei sálica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Salica Lex era um órgão similar de direito para o Burgundionum Lex.  Foi compilado entre 507 e 511 dC. O corpo de lei trata com muitos aspectos diferentes da sociedade Franca.  As leis tratavam de assuntos como herança, assassinato e roubo.  A lei sálica foi utilizada para trazer a ordem para a sociedade Franca, a principal punição para crimes sendo uma multa com um valor designado para o tipo de crime.  A lei só usa a penas mais pesadas em casos de feitiçaria e envenenamento.  Esta ausência de violência é uma característica única da lei sálica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos principais objetivos da lei sálica é proteger a herança de uma família na sucessão agnática.  Essa ênfase na herança fez a lei sálica um sinônimo para a sucessão agnática e, em particular para o direito "fundamental" que nenhuma mulher poderia ser o rei da França. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O uso das coimas como a reparação principal fez com que as pessoas com dinheiro para pagar a multa tivessem a habilidade de fugir da maioria dos crimes hediondos.  "Quem cometer estupro deve ser obrigado a pagar 2.500 denarios. O estupro não foi o único crime violento detalhado.  O assassinato de crianças é discriminado por idade e sexo, assim como o assassinato de mulheres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Pagar multas dividiu a sociedade em demografia econômica e social em que os ricos estavam livres para fazer o máximo que podiam pagar, enquanto que as multas eram estipuladas em valores diferentes no gênero e demografia racial.  Esse capital social é evidente nas diferenças na punição da lei sálica por assassinato com base na capacidade de uma mulher para ter filhos.  As mulheres que podiam ter filhos eram protegidos por uma fina 600 shilling, enquanto a multa por ter assassinado uma mulher que não podia mais suportar as crianças foi apenas a 200 shillings.  Também é interessante que todos os crimes que foram cometidos contra os romanos tinham multas menores do que qualquer outra classe social.  No caso de herança, é muito claro que toda a propriedade pertence ao sexo masculino na família.  Isto significa também que toda a dívida também pertence ao sexo masculino da família. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lei sálica descreve uma forma única de garantir o pagamento das verbas devidas.  É o chamado "Chrenecruda".  Nos casos em que o devedor não poderia pagar um empréstimo total que seria obrigado a limpar tudo dentro de sua casa.  Se a dívida ainda não pôde ser paga ao proprietário seria coletar a poeira de todos os quatro cantos da casa e atravessar o umbral.  O devedor, então, volta e enfrenta a casa com seus familiares se reuniram para trás.  O devedor, então, jogue o pó sobre os seus ombros.  A pessoa (ou pessoas) que o pó caiu era então responsável pelo pagamento da dívida.  O processo continuará com a família até que a dívida fosse paga.A "Chrenecruda" ajudou a garantir empréstimos dentro da sociedade franca. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A lei sálica ajuda a mostrar o lado não violenta dos "bárbaros".  A lei sálica dá uma identidade única e orgulho para os francos.  Sob a lei sálica francos foram capazes de manter sua identidade e respeito como uma sociedade.&lt;br /&gt; A lei sálica existe em duas formas: a pactus Legis Salicae, que está perto da forma original aprovado pela Clovis e o Salica Lex, que é a forma editada aprovado por Carlos Magno.  Ambos estão publicados no Monumenta Historica Germaniae 's séries leges.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pactus Alamannorum e Lex Alamannorum &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto às leis dos Alamanos, que se estabeleceram entre o Rio Reno e o Rio Lech, e se espalharam pela Alsácia e em parte da atual Suíça, ao sul do lago de Constança, há dois textos que subsistiram. O mais antigo, que consta de 5 fragmentos curtos de cerca do ano 900, é conhecido como Pactus Alamannorum, e a partir do recorrente uso do termo et sic convenit, acredita-se que fora feito por uma comissão especial. A referência a "aifranchisement in ecciesia" demonstra que já ocorrera a cristianização dos Alamanos. Não restam dúvidas que os textos datam, no mínimo, da primeira metade do século VII, durante o reinado do rei Franco Dagoberto I. Esse fragmento contém um catálogo de multas, cujo propósito seria substituir as tradições germânicas da Blutrache. À mutilação de dedos, por exemplo, correspondia uma multa que variava de 3 a 12 sólidos, ou Soldo (moeda), dependendo da extensão do dano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto mais recente, conhecido como Lex Alamannorum, data de um período em que a Alamannia era um ducado nacional independente, sob suserania dos reis Francos. Acredita-se que tem origem num acordo entre a nobreza Alamana e o duque Lantfrid, que governou o ducado entre 709 a 730. Consta de 50 manuscritos preservados, datando do século VIII ao XII, divididos entre leis clericais, ducais e populares. Em seu capítulo III, trata do Asilo Eclesiástico , pelo qual nenhum fugitivo buscando refúgio na Igreja poderia dela ser removido pela força, tampouco morto dentro do templo, ao contrário, o perseguidor deveria assegurar ao padre que a culpa do fugitivo estaria perdoada. Mais adiante, no mesmo capítulo, imputa-se a pena de 40 sólidos, paga à Igreja pela violação do asilo e mais um adicional de 40 sólidos, paga às autoridades pela violação da lei. O Capítulo LVI traz as penas relativas à violência contra a mulher. Se alguém descobrisse a cabeça de uma mulher livre e solteira, era penalizado com o pagamento de 6 sólidos. Se ele levantasse seu vestido de modo que seus genitais ficassem à mostra, deveria pagar 12 sólidos. Se a violasse, pagaria 40 sólidos, sendo que todas essas penas eram dobradas se a vítima fosse casada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leges Langobardorum&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma quantidade considerável de informações acerca do código legal Lombardo. A primeira parte, que consiste de 388 capítulos, também conhecido como Edictus Langobardorum, ou Edictum Rothari (Édito de Rotário), foi promulgado pelo rei Rotário numa dieta que teve lugar em Pavia em 22 de Novembro de 643. Este trabalho, composto de uma só vez e arranjado num plano sistemático, é notório. Os compiladores tinham conhecimento de Direito Romano, porém apenas utilizaram o método de apresentação e a terminologia deste, e o documento apresenta Direito Germânico em sua pureza. Destarte, foi durante longo tempo considerado primitivo se comparado com outras legislações germânicas contemporâneas suas. Também era comparativamente tardio, em relação aos Francos, Visigodos e Saxões, que à época já possuíam compilações e códigos legais há tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Edictum Rothari tratava de leis tribais Germânicas acerca de Wergelds, heranças e duelos, nada apresentando de Romano, embora escrito em Latim. Tampouco era influenciado pelo Direito Canônico, tratando de matéria eclesiástica apenas no tocante à violência nos templos. O édito dá a autoridade militar aos duques e a civil aos schulthais no campo ou aos castaldus nas cidades. O édito não referência a vida pública, governo ou comércio, deveres do cidadão, em vez disso, é detalhado em relação a compensações por males causados, as wergeld, e a defesa dos direitos de propriedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar das mulheres Lombardas estarem sob o estado de dependência jurídica dos homens da família, e apesar de uma Lombarda livre casada com um aldius (semi-livre) ou com um escravo poder ser vendida pelos homens da família, o respeito devido às Lombardas nascidas livres era notável: se alguém se interpusesse no caminho de uma delas, ou a injuriasse, deveria pagar 900 sólidos, uma considerável soma. Comparativamente, se alguém se interpusesse no caminho de um homem livre, deveria pagar 20 sólidos, se não tivesse causado nenhuma lesão física, e em casos similares envolvendo o escravo de outrem, ou a serviçal ou ainda o aldius, deveria pagar 20 sólidos ao senhor, que é o preço pago por copular com a escrava de outrem. Os escravos Romanos eram de menor valor nesses assuntos se comparados com os escravos "nacionais". As lesões físicas foram minuciosamente catalogadas, com preços para cada dente, ou dedos. A propriedade era uma preocupação, posto que há muitos artigos tratando das lesões causadas aos aldius e aos escravos domésticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação a sucessões, filhos ilegítimos tinham direitos tanto quanto os legítimos, e nenhum pai poderia deserdar seu filho exceto na ocorrência de determinados crimes graves. Doações de propriedade eram feitas na presença de uma assembléia chamada thing, que deu origem ao termo thingare, que seria doar diante de testemunhas. Se um homem decidisse thingare sua propriedade, deveria fazer o gairethinx ("doação por lança") na presença de homens livres. O gairethinx era uma assembleía de guerreiros, que davam validade aos atos jurídicos numa solenidade me que batiam as suas lanças nos escudos. O próprio édito passou a ter validade após essa solenidade. Os escravos poderiam ganhar a liberdade de várias formas, mas as leis eram severas quanto à perseguição e recuperação de fugitivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas leis eram aplicadas a Lombardos, exclusivamente, uma vez que a população romana regia-se por suas próprias leis, e declaravam que estrangeiros que viessem a assentar-se em território Lombardo deveriam viver de acordo às leis destes, a menos que obtivessem do rei o direito a viverem sob outro sistema legal.&lt;br /&gt;O édito de Rotário foi ampliado por seus sucessores: Grimoald (668) adicionou nove capítulos, Liutprando (713-735), 15 volumes contendo um grande número de adições eclesiásticas, Ratchis (746) acrescentou oito capítulos, e Aistulfo (755) adicionou outros treze. Depois da união dos Lombardos ao reino Franco, as capítulas feitas para todo o reino foram aplicadas ao antigo Reino Lombardo na Península Itálica. Também havia capítulas específicas para a Itália, chamadas Capitula Italica, algumas das quais foram acrescentadas ao édito de Rotari.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lex Frisionum&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Frisionum Lex do ducado de Frisia consiste em um conjunto de documentos do personagem mais heterogêneo.  Algumas das suas encenações são puramente pagã, assim, um número permite que a mãe mate seu filho recém-nascido, e outra estabelece o sacrifício aos deuses do profanador de seu templo, outros são puramente cristã, como as que proíbem o incesto, casamentos e trabalho no domingo.  A lei está cheia de contradições e repetições, e as composições são calculadas em quantias diferentes.  A partir disso, parece que os documentos foram apenas materiais recolhidos de várias fontes e, possivelmente, com vista à elaboração de uma legislação homogênea.  Estes materiais aparentemente estavam reunidos no início do século 9, em um momento de intensa atividade legislativa no corte de Carlos Magno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lex Saxonum&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Saxonum Lex chegou até nós em dois manuscritos e duas edições antigas (aqueles de BJ Herold e du Tillet), e o texto foi editado por Karl von Richthofen no seg  Germ.  hist., leges, v. A lei contém antigos decretos habituais de Saxónia , e, na forma em que chegou até nós, é posterior à conquista da Saxônia por Carlos Magno.  É precedido por dois capitulares de Carlos Magno para a Saxónia, a Capitulatio de partibus Saxoniae (A. Boretius i. 68), que data de 782, sem dúvida, e é caracterizada por grande severidade, a morte é a pena para cada crime contra a religião cristã; e o Saxonicum Capitulare (A. Boretius i. 71), de 28 de Outubro 797, em que Carlos Magno mostra menos brutalidade e pronuncia composições simples para crimes que antigamente implicava a morte. O Saxonum Lex aparentemente data de 803, uma vez que contém disposições que estão na legi additum Ribuariae Capitulare desse ano.  A lei estabeleceu os costumes antigos, ao mesmo tempo, eliminando tudo o que era contrário ao espírito do cristianismo, que proclamou a paz das igrejas, cujos bens se garantida e cujo direito de asilo é reconhecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leges Baiuvariorum&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lex Baiuvariorum, Lex Baiuwariorum, Lex Bajuvariorum, ou Lex Baivariorum é uma coletânea de leis tribais dos Bávaros, feita nos séculos VI a VIII. A primeira compliação foi editada por Eberswind, primeiro abade de Niederaltaich, em 741 ou 743. O duque Odillo, complementou-o em torno de 748. É um dos corpos legais germânicos mais bem documentados. Partes da Lex Baiuvariorum são idênticos ao Código de Eurico e à Lex Allamanorum. No entanto, a Lex Baiuvariorum é mais nova que estas, datando de um período em que a autoridade dos Francos era muito forte na Baviera, quando os duques eram vassalos dos reis Francos. Imediatamente após a revolta da Baviera em 743, o duque bávaro Odillo foi forçado à submissão a Pepino o Breve e Carlos Magno, respectivamente filho e neto de Carlos Martel, e reconhecer a suserania Franca. No mesmo período, a Igreja Bávara foi organizada por São Bonifácio, que dividiu o país em vários bispados, aos quais há inúmeras referências nessas leis. No entanto, sabe-se que é mais antiga que o duque Tassilo III, (749-788). A data da compilação deve, portanto, compreender-se entre 743 e 749.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wilhelm Störmer alega que a Lex Baiuvariorum apenas usa alguns títulos idênticos aos textos Visigóticos, Alamanos, e que textos sinódicos indicam que não se trata de apenas um simples cópia das outras citadas. K. Reindels defende que a lei fora desenvolvida em estágios , iniciando-se no reinado de Theudebert I (539–548) até chegar à versão conhecida do reinado de Odillo. O que é certo é que a Lex Baiuvariorum foi criada sob o pedido dos senhores Francos.&lt;br /&gt;A Lex Baiuvariorum consiste principalmente de penas pecuniárias a serem pagas ao ofendido ou a sua família ou ao tesouro público. Muitos dos manuscritos existentes estão em formato reduzido, o que indica que o livro era usado na corte. O texto, como os demais citados, é em latim. Divide-se em 23 títulos, sendo que os de 1 a 6 tratam de regras aplicáveis a diferentes estratos sociais, e os de 7 a 23 regulam direito penal e privado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt; Título I: trata da proteção da Igreja e dos homens espirituais, suas pessoas, propriedades, incluindo servos e pessoas sob sua guarda. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt; Título II: Proteção do Duque, seus oficiais e suas operações militares. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt; Título III: Estipula os Agilolfings como a família nobre da qual os governantes da Baviera seriam escolhidos. As outras famílias governates seriam os Huosi, Trozza, Fagana, Hahilinga, e Ariona. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt; Título IV: trata de proteção dos homens livres. A este respeito, a Lex Baiuvariorum faz uma distinção entre aqueles que são livres e aqueles que foram postos em liberdade. As multas para a quebra das leis variavam com a situação jurídica dos envolvidos: livres, postos em liberdade, e não-livres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas leis vigeram até 1180 e o mais antigo manuscrito data aproximadamente do ano 800, e encontra-se na biblioteca da universidade de Munique.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-7482193451652067468?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/7482193451652067468/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=7482193451652067468' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/7482193451652067468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/7482193451652067468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/04/leis-germanicas.html' title='&lt;strong&gt;Leis Germânicas&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-2715831953781324848</id><published>2010-04-02T08:40:00.000-07:00</published><updated>2010-04-02T08:59:13.503-07:00</updated><title type='text'>As influências germânicas e romanas no Ocidente Medieval</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7YQTCVJjMI/AAAAAAAAEkc/fkuQI8o24eU/s1600/Villa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5455565917835070658" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 372px; CURSOR: hand; HEIGHT: 255px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7YQTCVJjMI/AAAAAAAAEkc/fkuQI8o24eU/s400/Villa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Villa: unidade produtiva romana que influenciou&lt;br /&gt; na formação dos feudos medievais.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;No estudo da passagem da Antigüidade para a Idade Média estamos acostumados a assinalar o processo das invasões bárbaras como o grande marco inicial do mundo medieval. Dessa forma, temos a enganosa impressão de que tal fato histórico gerou um fenômeno de substituição dos costumes dentro da Europa. Em outros termos, a cultura da civilização romana morreria para dar lugar aos “rudimentares” costumes dos povos bárbaros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contrariando tal idéia, podemos assinalar claramente como existem algumas permanências de origem clássica e germânica que subsistem em meio às profundas transformações da Idade Média. Dessa maneira, podemos ver que o consolidado ideal renascentista que coloca a Idade Média como o momento de interrupção da cultura greco-romana, pode ser observado em outra perspectiva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os germânicos podemos notar a questão do individualismo como uma das bases de sua cultura política. Os clãs guerreiros tinham grande autonomia e, em épocas de paz, não havia nenhuma lei que pudesse estar acima da responsabilidade que o indivíduo tinha sobre os seus atos. Dessa maneira, cada chefe familiar tinha autoridade para estabelecer as leis submetidas à sua família. A maior experiência de organização política observada entre os germânicos se dava durante a formação do comitatus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comitauts era um tipo de organização política temporária que se empreendia durante a ocorrência de alguma guerra ou conflito. Um chefe guerreiro era designado para comandar um grupo de soldados organizados contra a invasão de um outro povo guerreiro. Nesse acordo, o chefe do grupo militar prometia defender o interesse de seus comandados. Em troca, os comandados prometiam obedecer às decisões do chefe guerreiro. Esse tipo de relação social instituída pela lealdade influenciou na criação das relações de servidão; e susserania e vassalagem, presentes na Idade Média. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A economia dos povos germânicos também estabeleceu uma série de práticas que foram desenvolvidas no interior dos feudos. A produção de riquezas era concentrada no uso das terras cultiváveis. A produção agrícola, o pastoreio e a caça eram as principais atividades desenvolvidas. A lógica da produção não era voltada para o acúmulo, mas para a subsistência da população local. O comércio era feito em baixa quantidade, sendo a grande parte feita a partir de trocas naturais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro traço característico da cultura germânica a se introduzir na Europa Medieval tem a ver com a organização social. Divididos entre guerreiros, homens livres inferiores e escravos, a sociedade germânica era desprovida de mecanismos capazes de permitir a ascensão social dos indivíduos. Na sociedade medieval essa mesma imobilidade era justificada pela influência cultural e ideológica exercida pela Igreja no interior dos feudos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os romanos, as mudanças causadas pela crise da sociedade escravista trouxeram uma série de práticas que também se instituíram no mundo medieval. A crise agrícola promovida pela falta de escravos incentivou a divisão das grandes propriedades em villas que se dedicavam ao consumo local e tinham suas terras distribuídas entre arrendatários que davam parte de sua produção ao proprietário das terras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a desintegração das classes sociais romanas e a ruralização da população trouxeram à tona a formação de novos grupos sociais. Os colonos, que arrendavam as terras de um grande proprietário, poderiam ser antigos escravos, plebeus e clientes que não mais poderiam se servir da assistência do Estado, do poder econômico de um senhor, ou de práticas econômicas vinculadas ao comércio. Essa transformação proporcionou o aparecimento da vindoura e predominante classe servil da Idade Média. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do entrecruzamento dessas características dos povos romanos e germânicos temos uma compreensão maior de como a Idade Média e as práticas feudais se instituíram durante determinado período histórico. De fato, os traços predominantes do sistema feudal se consolidaram a partir do século IX. Entre os séculos XII e XV o predomínio do sistema feudal perdeu espaço para outro conjunto de transformações que abriu portas para a formação das sociedades modernas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;.:: Mundo Educação&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-2715831953781324848?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/2715831953781324848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=2715831953781324848' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/2715831953781324848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/2715831953781324848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/04/as-influencias-germanicas-e-romanas-no.html' title='&lt;strong&gt;As influências germânicas e romanas no Ocidente Medieval&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S7YQTCVJjMI/AAAAAAAAEkc/fkuQI8o24eU/s72-c/Villa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-4633169924955686030</id><published>2010-04-02T08:38:00.000-07:00</published><updated>2010-04-02T09:00:59.720-07:00</updated><title type='text'>Lemoviis</title><content type='html'>&lt;em&gt;Os &lt;strong&gt;Lemoviis&lt;/strong&gt; (alemão: Lemovier) eram uma tribo germânica, descrita por Tácito, no final do primeiro século. Ele observou que viviam perto dos Rugios e Godos e que eles tinham espadas curtas e escudos redondos. &lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura Oxhoft está associado com aos Rugios e Lemovii.  Além disso, o grupo Plöwen (alemão: Plöwener Gruppe) do Uecker-região Randow está associado com os Lemovii.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo arqueólogos Dębczyn encontrou uma habitação da tribo na costa do Mar Báltico na região conhecida hoje como Pomerânia, a casa data antes do período de migração. Acredita-se que os Lemovii terem sido os vizinhos do Rugios. Acredita-se também que os remanescentes dos Lemovii seriam os Widsith 's Glommas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto "Lemovii" quanto "Glommas" tem a mesma tradução "os latidos." S germânicas relatam de uma batalha na ilha de Hiddensee entre o rei Hotel Carabela (Hethin, Heodin do Glommas) e rei Rugio Hagen, na sequência do rapto da filha do Hagen Hilde por Carabela. No entanto, existem também outras hipóteses sobre a localização dos Lemovii, e que a sua identificação como Glommas, apesar de provável, não é certa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Lemovii também foram relacionados com os Turcilingi por Jordanes, juntamente com os Rugios por Ptolomeu assim como muitas outras hipóteses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-4633169924955686030?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/4633169924955686030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=4633169924955686030' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/4633169924955686030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/4633169924955686030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/04/lemoviis.html' title='&lt;strong&gt;Lemoviis&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-8229521657349821207</id><published>2010-03-27T19:50:00.000-07:00</published><updated>2010-04-02T16:10:51.416-07:00</updated><title type='text'>Bructeros</title><content type='html'>&lt;em&gt;Os &lt;strong&gt;Bructeros&lt;/strong&gt; ou Bructeri era uma tribo germânica que habitou em torno de 100 aC a 350 dC. o noroeste da Alemanha (Soester Börde), entre os rios Lippe e Ems ao sul da Floresta Teutoburg, na atual Renânia. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S67Eg8SqDvI/AAAAAAAAEfk/15annnJzSHA/s1600/a%2520batalha%2520Teutoburgo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5453512269011488498" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 273px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S67Eg8SqDvI/AAAAAAAAEfk/15annnJzSHA/s400/a%2520batalha%2520Teutoburgo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Batalha da Floresta de Teutoburgo em 9 A.D.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Eles formaram uma aliança com os queruscos, Marsi, Chatti, Sicambri, e os Chauci, sob a liderança de Armínio, que derrotou o general romano Varos aniquilando suas três legiões na Batalha da Floresta de Teutoburgo em 9 AD.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi erguido um grande monumento de bronze e granito para Arminius (coloquialmente conhecido como "Hermann") perto de Detmold em 1800 e retrata uma interpretação bastante romântica deste chefe germânico com um capacete alado, segurando sua espada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seis anos depois, um dos generais que serviu sob Germanicus, L.  Stertinius derrotou os Bructeros e devastou suas terras.  Entre o espólio capturado por Stertinius era a águia padrão da Legio XIX, que tinham sido perdida na Floresta de Teutoburg. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Recusando-se ao domínio romano, os Bructeros em 69-70 participaram da revolta dos Batavos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Bructeros acabaram sendo absorvidos pelos francos ripuarios.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-8229521657349821207?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/8229521657349821207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=8229521657349821207' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/8229521657349821207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/8229521657349821207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/03/bructeros.html' title='&lt;strong&gt;Bructeros&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S67Eg8SqDvI/AAAAAAAAEfk/15annnJzSHA/s72-c/a%2520batalha%2520Teutoburgo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-1219544998559510416</id><published>2010-03-16T09:52:00.001-07:00</published><updated>2010-03-16T09:59:36.618-07:00</updated><title type='text'>Carlos Magno: entre a cruz e a espada</title><content type='html'>&lt;em&gt;Carlos Magno, o rei dos francos, foi um guerreiro implacável. No fim do século 8, ele submeteu os vizinhos saxões, lombardos e bretões, impondo-se pelo poder de seus exércitos e pela força de sua fé: o cristianismo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S5-3iiR42lI/AAAAAAAAEZc/iOnBFuhqcAI/s1600-h/Imagem+Carlos+Magno.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 325px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S5-3iiR42lI/AAAAAAAAEZc/iOnBFuhqcAI/s400/Imagem+Carlos+Magno.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5449275878086859346" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roma, Natal do ano 800. Excepcionalmente, o rei franco Carlos Magno passava o inverno fora de casa. Mas era uma emergência. Ele e seus homens foram à cidade eterna para reconduzir Leão III ao pontificado. Meses antes, o papa havia sofrido um sério atentado a mando da nobreza local. No ataque, perdeu a língua e ficou parcialmente cego devido a cortes feitos em suas pálpebras. Por isso, procurou abrigo na corte de Carlos, um fiel cristão que chegava a freqüentar a igreja três vezes por dia. O monarca chegou a Roma com suas tropas, puniu os inimigos do papa e botou ordem na cidade. Em agradecimento, Leão III organizou uma celebração natalina especial. Tinha de presentear seu protetor e, de quebra, garantir sua segurança e a posição da Santa Sé por mais tempo. Naquele 25 de dezembro, o papa coroou Carlos como novo imperador de Roma, algo que a Europa não via desde a queda do Império Romano, em 476.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cerimônia inaugurou um novo tempo. “É raro um único evento ser completamente crucial, mas a coroação de Carlos Magno como imperador foi realmente um divisor de águas. Pela primeira vez, havia uma visão da Europa Ocidental como uma entidade política única”, afirma Geoffrey Koziol, professor do departamento de história da Universidade da Califórnia, em Berkeley, nos Estados Unidos. “Não se tratava mais apenas do reino dos francos ou dos lombardos, saxões, bávaros ou aquitânios, mas de uma entidade política que englobava todos eles, implicando numa unidade que todos compartilhavam apesar de suas diferenças. A coroação de Carlos tornou possível uma identidade comum à toda a Europa.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A unificação de povos tão distintos se deu por meio da religião, o catolicismo romano. Antes da ascensão de Carlos Magno, a Europa central era tomada por povos bárbaros – leia-se não cristianizados e independentes. Ele os conquistou e os converteu mais pela força do que pela persuasão. E, com o poder conferido pelo líder da Igreja Católica Romana, o rei dos francos pôde justificar sua autoridade sobre aqueles que havia submetido – e que submeteria até sua morte, em 814. Morreu como soberano absoluto do que hoje corresponde a boa parte da Alemanha, Holanda e França, o norte da Itália, a totalidade da Bélgica e da Suíça e um pedacinho da Espanha e da Dinamarca. Carlos herdou parte de seu império, mas conquistou pelo menos a metade dele pela força da espada. E repeliu aqueles que o ameaçavam. Do lado leste, os temidos avaros. No oeste, os muçulmanos do reinado de Córdoba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O legado que Carlos Magno recebeu veio de ilustres ancestrais. Era neto de Carlos Martel, vencedor de uma das batalhas mais importantes da história da Europa, a de Poitiers, que em 732 barrou o avanço muçulmano. Era filho de Pepino, o Breve, que destituiu de vez os já enfraquecidos reis merovíngios e inaugurou uma nova dinastia entre os francos, a dos carolíngios – nome emprestado de Martel. Após a morte de Pepino, o reino dos francos foi dividido entre seus dois filhos. O primogênito, Carlos Magno, ficou com um pedaço ao norte. Carlomano, oito anos mais moço, ficou com a parte sul. Essa configuração não durou muito, pois Carlomano morreu três anos depois. O mais velho ignorou os direitos de seus sobrinhos e anexou as terras de seu irmão. Esse foi o primeiro passo para erguer o maior império na Europa desde o fim do Império Romano. À base de muito derramamento de sangue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, laços sanguíneos também não impediam que ele travasse guerras. Carlos havia se casado com a filha de Desidério, rei dos lombardos, para apaziguar desavenças que remontavam aos tempos de Pepino. De nada adiantou. Desidério recebeu os herdeiros de Carlomano em sua corte e pressionou o papa Adriano I a coroá-los como reis dos francos. Caso o pontífice se recusasse, o rei da Lombardia, região localizada ao norte da Itália atual, tomaria as terras que pertenciam à Igreja. Essas terras haviam sido conquistadas dos próprios lombardos e graciosamente doadas à Santa Sé. Irritado com a provocação do sogro, Carlos interveio. Atravessou os Alpes e destituiu o rei, mandando-o juntamente com o cunhado para o exílio em um mosteiro. Como era casado com a herdeira, achou muito natural declarar-se rei dos lombardos. E assim o fez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com Desidério fora de combate, Carlos pôde se dedicar à verdadeira pedra em sua bota: a Saxônia, região que se localiza no noroeste da Alemanha de hoje. Os saxões não eram vizinhos civilizados: costumavam invadir e saquear vilarejos e plantações francas. O exército de Carlos Magno travou seu primeiro combate com os bárbaros saxões em 772. O rei franco utilizou-se de mecanismos pouco cristãos, como deportações, massacres e conversões em massa. Chegou a decapitar 4 500 inimigos e instalou uma série de leis marciais para quem desrespeitasse os preceitos cristãos. Quem matasse um padre, destruísse uma igreja, se recusasse a ser batizado, não obedecesse ao jejum nos feriados religiosos ou comesse carne às sextas-feiras era condenado à morte. Mesmo assim, a dominação completa demorou e só ocorreu em 804. Trinta e dois anos após o primeiro enfrentamento, Carlos finalmente submeteu os saxões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os bretões, que viviam na região oeste da Gália, os benevantes, instalados ao sul da Península Itálica, e os bávaros, localizados no sul da atual Alemanha, também não resistiram ao exército franco. Em 45 anos de reinado, Carlos promoveu 54 guerras. Para administrar tantas conquistas, ele criou seu próprio sistema de governo. Distribuía terras entre condes e duques e, em troca, exigia lealdade na administração. Eles deviam fiscalizar a aplicação das leis carolíngias, julgar disputas, convocar homens para as mobilizações militares. Em suma, manter a lei e a ordem. Mas como Carlos era Magno e não Tolo, espalhou bispos e outros religiosos pelo império para servirem como olheiros ou fiscais dos fiscais. Todos os anos, o monarca promovia um grande congresso com todos eles para discutir os problemas do reino. E para lembrá-los de quem realmente mandava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos também queria se livrar da constante preocupação que a fronteira dos Pirineus lhe trazia. Do outro lado da cadeia montanhosa, estavam os muçulmanos, que, mesmo após a batalha de Poitiers, continuavam sendo uma ameaça aos francos. Em 778, Carlos Magno atravessou as montanhas e partiu com seu temido exército para Saragoça. Lá, encontrou forte resistência e desistiu do cerco à cidade. Na volta, a retaguarda de seu exército foi alvejada de surpresa pelos bascos, cujo território fica na atual fronteira norte da Espanha com a França. A morte de um dos comandantes do exército franco virou um poema épico, a Canção de Rolando. Mesmo com a retumbante derrota, os francos não desistiriam. Apenas meses depois, Carlos voltou à região e submeteu Barcelona e as Ilhas Baleares. Para evitar novas surpresas, delimitou a fronteira, ao longo dos Pirineus, chamando-a de Marcas Espanholas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Magno, o Combatente, era insaciável. Como não dava descanso para seus inimigos, não tinha moradia fixa, apesar de seu palácio em Aaschen ser considerado a sede de seu reinado. O local, também conhecido como Aix-en-Chapelle, fica hoje na Alemanha, próximo à fronteira com a França. Lá, ele construiu uma belíssima igreja e uma escola. O palácio conta também com uma enorme piscina de mármore, que Carlos atravessava com enormes braçadas – tinha quase 2 metros de altura. “O biógrafo de Carlos Magno, o monge Einhard, relatou que ele era um homem alto com uma voz poderosa, que adorava carne assada e raramente bebia mais do que três taças de vinho”, afirma David Ganz, professor do Kings College, de Londres. Não era um entusiasta de festas e grandes recepções, mas adorava um farto banquete. O monarca fazia pelo menos quatro refeições diárias, sendo que uma delas tinha de ter seu prato predileto: carne de caça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a fome de Carlos era maior ainda por conquistas territoriais. Enquanto tivesse vizinhos, novas guerras seriam travadas. O próximo alvo foram os limites orientais de seu império. Lá, estavam os avaros, que também eram conhecidos como hunos. Em 791, Carlos derrota e saqueia seus inimigos, que são ancestrais dos húngaros. O exército franco trucidou toda a corte avara e tomou todos os bens do palácio real. Segundo Einhard, essa foi a guerra mais lucrativa para os francos. Arrasados, os avaros rapidamente pediram a paz. Em troca, mais uma vez, o rei franco exigiu que eles aceitassem o primeiro sacramento cristão, o batizado. Dessa forma, o império ganhou novos vassalos. E a Europa, mais cristãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de tantas vitórias, a cerimônia natalina realizada por Leão III coroou um rei que, na prática, já era um poderoso imperador. “A coroação de Carlos, naquela época, fez muito pouca diferença para seu poder até então”, afirma Rosamond McKitterick, professora da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e autora de vários livros sobre o período carolíngio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, o título foi mais útil para quem o concedeu, ou seja, a Igreja. Os pontífices já vinham sendo hostilizados pela nobreza local e desafiados por seu antigo protetor, o Império Bizantino. Com a concessão do título ao rei dos francos, Leão III, arranjou um novo defensor, mas também criou uma rivalidade entre Carlos Magno e o rei Miguel I. O imperador bizantino reconheceu o título somente em 812, quando os dois impérios selaram a paz. Mas não foi de graça. Em troca, Carlos renunciou ao direito de governar a Ístria e a Dalmácia em favor dos bizantinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O império erguido na ponta da espada por Carlos Magno cairia por terra em apenas uma geração. Um ano antes de morrer, ele indicou seu único filho legítimo vivo, Luís, o Piedoso, como herdeiro do vasto império. Com a morte de Luís, em 840, o território foi dividido entre seus três filhos. Carlos (xará do avô) ficou com a porção ocidental, que abrangia o que hoje é parte da França e da Catalunha, na Espanha. Lotário ficou com a terça parte central que hoje equivale à região ocidental da França e o norte da Itália. E Luís ficou com o restante, (o quinhão ocidental da Alemanha).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Geoffey Koziol, a configuração da Europa de Carlos Magno não caiu totalmente em terra depois do loteamento realizado entre seus netos. Ele defende que a divisão da Europa após a Segunda Guerra Mundial era muito parecida com a de quando Carlos Magno morreu. Os países membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) ocupavam quase o mesmo território do império carolíngio, enquanto os signatários do Pacto de Varsóvia ocupavam a mesma fronteira oriental. “É difícil dizer exatamente como, mas, de alguma forma, os carolíngios eram tão importantes que 1.200 anos depois, o mapa da Europa carolíngia era o mapa da Europa moderna.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Santo latifúndio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de proteção, os reis francos foram responsáveis pela transformação da Igreja em grande proprietária de terras. “A primeira doação foi realizada pelo pai de Carlos Magno, Pepino, após a campanha contra os lombardos. Carlos confirmou o presente criando os chamados Estados Pontifícios”, diz o historiador Ruy Andrade Filho, da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Durante a Idade Média, a Igreja Católica Romana recebeu ainda outras terras doadas por fiéis preocupados em entrar no reino dos céus. Como os religiosos não se casavam e não tinham filhos, as propriedades continuavam sempre na mão de uma só entidade: a própria Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que se tornou a maior proprietária de terras da Europa durante o período feudal. Mas o latifúndio papal acabou com a unificação italiana em 1870. Os revolucionários italianos ocuparam os chamados Estados Pontifícios e queriam a cidade de Roma como nova capital. O papa Pio IX recusou-se a negociar com o rei Vitor Emanuel. O status da cidade foi finalmente resolvido em 1929, por meio do Tratado de Latrão, firmado entre Benito Mussolini e Pio XI. Pelo acordo, a Igreja ficou com o Estado do Vaticano, que ocupa menos de 5 quilômetros quadrados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Renascimento medieval&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As guerras foram a principal atividade de Carlos, mas não a única. O monarca, que falava alemão e era analfabeto, dedicou-se à promoção de uma modesta, porém importante, renascença cultural. Ele não apenas criou uma escola em seu palácio reunindo os melhores acadêmicos da época, mas promoveu uma retomada da atividade intelectual em mosteiros. Graças a esse período, hoje, temos acesso a obras da Antiguidade, como Cícero e Virgílio, que foram copiadas no período carolíngio. “Em seu reinado, um grande número de manuscritos foi copiado. Desses, existem ainda 7 mil livros, incluindo os autores clássicos e os primeiros cristãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas obras lançaram os padrões para a escrita latina, para a arte e a arquitetura”, diz David Ganz. Outra contribuição do Império de Carlos Magno foi a própria idéia de história. “Antes, a história era quase totalmente baseada em crônicas de eventos recentes ou contemporâneos, e não um registro de continuidade”, afirma Geoffrey Koziol. “Foi nesse período que se introduziu as siglas a.C. (antes de Cristo) e d.C. (depois de Cristo).” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Origens do feudalismo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para muitos historiadores, a coroação de Carlos Magno no ano 800 marcou a real transição entre a Antiguidade e a Idade Média e não a queda de Roma, em 476. A explicação é que Carlos teria fundado os princípios feudais que norteariam a Europa até o fim do período medieval. “As instituições fundamentais da sociedade medieval e a incorporação da tradição clássica à cultura da Idade Média têm suas bases no período carolíngio”, diz o historiador Christopher Dawson, no livro The Making of Europe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rei dos francos utilizou como ninguém as relações de vassalagem e a influência da Igreja para manter e propagar seu poder. ”Essas são características marcantes que se estenderiam pela Idade Média e sobreviveram à divisão de poder que se sucedeu à sua morte”, afirma Dawson. Segundo Ruy Andrade, professor da Unesp, o feudalismo é fruto de elementos estruturais e conjunturais. Dentre os conjunturais, existem os oriundos do Império Romano, como a ruralização da economia e da sociedade a partir do século 3. Entre os estruturais, a expansão do Islã, a derrocada do Império e as invasões de sarracenos, normandos, húngaros e eslavos. “Dessa forma, a formação do Império Carolíngio é apenas um dos componentes que irão gerar a sociedade feudal.”Carlos Magno não é ´fundador` do feudalismo. Seu império é uma das características de um todo sistêmico.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;.:: Aventuras na História&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-1219544998559510416?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/1219544998559510416/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=1219544998559510416' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/1219544998559510416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/1219544998559510416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/03/carlos-magno-entre-cruz-e-espada.html' title='&lt;strong&gt;Carlos Magno: entre a cruz e a espada&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S5-3iiR42lI/AAAAAAAAEZc/iOnBFuhqcAI/s72-c/Imagem+Carlos+Magno.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-4005026001103568914</id><published>2010-03-16T09:48:00.000-07:00</published><updated>2010-03-16T09:51:49.073-07:00</updated><title type='text'>Merogais</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Merogais&lt;/strong&gt; (latim: Merogaisus, francês: Ragaise) foi um rei Franco, que, juntamente com o seu co-regente Ascárico, é o mais antigo governante franco conhecido.  Ele era inimigo do Império Romano. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Merogais é mencionado no latini Panegyrici (anônimo VI e VII) e por Eutrópio e Eumenius.  A própria existência de Merogais dependem da leitura do manuscrito de Johann Kaspar Zeuß.  A sentença que os nomes dos dois reis começa com &lt;em&gt;Asacari&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Assaccari&lt;/em&gt; em todos os manuscritos, mas termina com as formas corruptas &lt;em&gt;gaisique Cinere, geasique cumero, craisique cymero e caisique cymero.&lt;/em&gt; Zeuss lê essas frases como terminando &lt;em&gt;Neregaisique&lt;/em&gt; respectivamente, &lt;em&gt;cum, cum Merogeasique, cum Merocraisique, e cum Merocaisique,&lt;/em&gt; cada um significado como "e com Merogais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 306 ele e Ascárico lideram uma invasão dos francos em toda a Gália Renânia do sul, enquanto Constantino, o Grande, estava em campanha contra os pictos na Britannia.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aparentemente, os dois haviam feito anteriormente um acordo com a Roma, em seu retorno Constantino procurou puni-los como traidores. Os dois reis foram derrotados, capturados e executados "por seus crimes passados", um ato que "preso com medo da lealdade escorregadia de toda a raça", segundo um dos mantenedores anônimos do imperador.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A execução ocorreu em uma das principais cidades da Gália, provavelmente Trier, e os dois Francos e seus seguidores foram dilacerados por animais, no anfiteatro diante de uma grande multidão. Sua derrota foi seguido pela sujeição do Bructeros(outra tribo da confederação franca).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-4005026001103568914?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/4005026001103568914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=4005026001103568914' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/4005026001103568914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/4005026001103568914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/03/merogais.html' title='&lt;strong&gt;Merogais&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-6795441801398363288</id><published>2010-03-16T09:46:00.000-07:00</published><updated>2010-03-16T09:47:52.400-07:00</updated><title type='text'>Gjúki</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Gjúki&lt;/strong&gt; (também Gebicca, Gifica, Gibica, Gebicar, Gibicho ou Gippich) foi o rei dos burgúndios no final do século 4 D.C. até sua morte em torno de 407.  Ele era o pai de Gundomar I, Giselher, e Gunther.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele é mencionado em Widsith como Gifica e como Gjúki no poema édico Atlakviða, onde ele era o pai de Gunnar (Gunther). Como foi um dos primeiros reis dos Nibelungos(Clâ Burgundio), o clã foi chamado de Gjúkungar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No poema Edda, Snorri Sturluson diz que Gjúki foi o pai de Gunnar e Hogni e uma filha Gudrun.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A o poema Edda menciona Gudny, a segunda filha de Gjúki e Grimhild.  No Gudrunarkvida, esta segunda filha é nomeado Gullrond.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-6795441801398363288?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/6795441801398363288/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=6795441801398363288' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/6795441801398363288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/6795441801398363288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/03/gjuki.html' title='&lt;strong&gt;Gjúki&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-6328671112908470262</id><published>2010-03-16T09:43:00.000-07:00</published><updated>2010-03-16T09:45:35.514-07:00</updated><title type='text'>Mallobaudes</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Mallobaudes&lt;/strong&gt; foi um rei dos francos no século 4 D.C, e também detinha o título de Roman vem domesticorum.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 354 ele foi um armaturarum tribunus no exército romano na Gália, onde serviu sob Silvano, que usurpou o poder em 355.  Malobaudes tentou, sem sucesso, intervir em seu nome.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nomeado vem domesticorum por Graciano, ele foi o segundo em comando do exército na Gália em 378, quando ele derrotou as tribos Alsacianas(Tribos da confederação Alamana) sob o rei Priarius na Argentorate. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em 380 ele matou Macrian, rei dos Bucinobantes(Tribo da confederação Alamana), aliado romano, que tinham invadido território franco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-6328671112908470262?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/6328671112908470262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=6328671112908470262' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/6328671112908470262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/6328671112908470262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/03/mallobaudes.html' title='&lt;strong&gt;Mallobaudes&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-4664294108187961572</id><published>2010-03-16T09:38:00.000-07:00</published><updated>2010-03-16T09:42:51.761-07:00</updated><title type='text'>Chrocus</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Chrocus&lt;/strong&gt; ou Croc, Krokus, Crochus ou Croscus foi um líder dos alamanos de 260-306 D.C.. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 260, ele liderou uma revolta dos alamanos contra o Império Romano, atravessando o limes germânico e avançando sobre Clermont e, possivelmente, sobre Ravenna, e possivelmente estava presente na conquista Alamana da vila franca de Mende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S5-0dY4mtWI/AAAAAAAAEZU/cOtLs8racFo/s1600-h/Les+hordes+%C2%AB+barbares+%C2%BB+de+Chro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5449272491130664290" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 180px; CURSOR: hand; HEIGHT: 143px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S5-0dY4mtWI/AAAAAAAAEZU/cOtLs8racFo/s400/Les+hordes+%C2%AB+barbares+%C2%BB+de+Chro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;As hordas de "bárbaros" de Chrocus &lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;durante o saque de Languedoc&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; (Burning Portùs Ferdinand, século XIX).&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Gregório de Tours em História 'dos Francos, Chrocus foi um famoso rei do seu tempo, e foi responsável por uma grande quantidade de destruição em toda a Gália, principalmente de todos os templos antigos localizados na Gália. Um dos templos que ele supostamente derrubou foi chamado o Galatae Vasso, uma estrutura maravilhosa que ficava em Clermont.  Há muitas lendas sobre a vida de Chrocus e alguns que morreu em 260, outros ainda falam que ele viveu em 403.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em muitos registros o descrevem como o rei dos Alamanos ou vândalos, que com a ajuda de suas tropas, Constantine I foi proclamado imperador. Em 306, Chrocus estava presente como um general romano em serviço com a morte de Constâncio Cloro em York, Britannia, quando Constantine I foi declarado o novo imperador romano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-4664294108187961572?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/4664294108187961572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=4664294108187961572' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/4664294108187961572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/4664294108187961572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/03/chrocus.html' title='&lt;strong&gt;Chrocus&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S5-0dY4mtWI/AAAAAAAAEZU/cOtLs8racFo/s72-c/Les+hordes+%C2%AB+barbares+%C2%BB+de+Chro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-7337614966632994592</id><published>2010-03-08T13:26:00.001-08:00</published><updated>2010-03-15T10:39:01.776-07:00</updated><title type='text'>Gunther</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Gunther&lt;/strong&gt; (Gundahar, Gundahari, latim Gundaharius ou Gundicharius, Inglês Arcaico Gūðhere, Old Norse Gunnarr, anglicised como Gunnar) é o nome alemão de um semi-rei lendário de Borgonha, do começo do século 5. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S5Vru8l24KI/AAAAAAAAEUc/9fbBbxnfe6k/s1600-h/Gunther.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5446377778657550498" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 275px; CURSOR: hand; HEIGHT: 216px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S5Vru8l24KI/AAAAAAAAEUc/9fbBbxnfe6k/s400/Gunther.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Informações históricas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 406 os alanos, vândalos, os suevos e possivelmente os burgúndios atravessaram o Reno e invadiu a Gália. Em 411, o rei burgúndio Gundahar instalou um imperador fantoche no Império Romano, Jovino, em cooperação com Goar, rei dos alanos. Com a autoridade do imperador gaulês que ele controlava, Gundahar assente na esquerda ou ocidental (Roman ie) margem do Reno, entre os rios Lauter e Nahe, apoderando-se Worms, Speyer, e Estrasburgo. Com a autoridade do imperador gaulês que ele controlava, Gundahar se estabeleceu na margem (romana) esquerda do Rio Reno, entre os rios Lauter e Nahe, apoderando-se de Worms, Speier e Estrasburgo. Aparentemente como parte de uma trégua, o imperador Flávio Augusto Honório, mais tarde concedeu a eles as terras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do seu novo status de foederati, as incursões burgúndias na Gallia Belgica se tornaram intoleráveis e foram brutalmente encerradas em 436, quando o general romano Flávio Aécio convocou mercenários hunos que subjugaram o reino do Rio Reno (que tinha sua capital no antigo assentamento celta romano de Borbetomagus/Worms) em 437. Gundahar foi morto em combate, de acordo com o que foi relatado pela maioria das tribos burgúndias. A destruição de Worms e do reino burgúndio pelos hunos se tornou o assunto de lendas heróicas que foram mais tarde incorporadas no Nibelungenlied.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-7337614966632994592?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/7337614966632994592/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=7337614966632994592' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/7337614966632994592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/7337614966632994592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/03/gunther.html' title='&lt;strong&gt;Gunther&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S5Vru8l24KI/AAAAAAAAEUc/9fbBbxnfe6k/s72-c/Gunther.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-2398809326461702204</id><published>2010-02-22T09:30:00.000-08:00</published><updated>2010-04-18T07:34:32.161-07:00</updated><title type='text'>Sicambros</title><content type='html'>&lt;em&gt;Os &lt;strong&gt;Sicambros&lt;/strong&gt; ou Sicambri eram um povo germânico que viveram na virada do primeiro milênio no que é agora chamado a Holanda. Eles se tornaram francos por volta do século 4, aliano-se aos sálicos da baixa Francônia. &lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S4K_gGljcSI/AAAAAAAAEJ0/UGySQi84NDQ/s1600-h/sicambri.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 142px; height: 204px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S4K_gGljcSI/AAAAAAAAEJ0/UGySQi84NDQ/s400/sicambri.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5441121858061824290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;História&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aparecem pela primeira vez na história em torno de 55 aC, durante o tempo de conquistas da Gália por Júlio César e sua expansão do Império Romano.  César escreveu em seu De Bello Gallico que, na confluência dos rios Reno e do rio Meuse uma batalha teve lugar na terra dos Menapii com Tencteri e Usipetes.  Quando estes dois povos foram derrotados por ele e sua cavalaria, escaparam encontraram asilo ao norte do rio com os Sicambros. César, então, construiu uma ponte sobre o rio para punir os Sicambros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cláudio Ptolomeu localizou os Sicambros, juntamente com os Bructeri, na parte mais ao norte do Reno e ao sul do frísios que habitam o litoral norte do rio. Estrabão localizou os Sicambri ao lado dos Menapis", que habitam em ambos os lados da Renânia do rio perto de sua foz, em pântanos e florestas.  É frente a estas Menapis que o Sicambri estão situados ". Portanto, o Sicambri deve ter vivido no baixo Reno, no que é agora chamado a Holanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando César derrotou o Eburões ele convidou todos os povos que estavam interessados em destruir o restante.  O Sicambri responderam ao convite de César.  Eles levaram uma grande quantidade de gado, escravos e pilhagem.  Após a invasão aos Eburões moveram-se sobre contra os romanos.  Eles destruíram algumas das unidades Caesars, em vingança de sua campanha contra eles e quando os restos da legião retirou-se para a cidade Atuatuca o Sicambri voltou através do Reno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 16 aC seu líder Melo, irmão de Baetorix, organizou um ataque e derrotou um exército romano sob o comando de Marcus Lollius, o que provocou uma reação por parte do Império Romano e ajudou a iniciar a série de guerras germânicas.  Posteriormente, o Sicambri sob Deudorix, filho de Baetorix, aderiram à rebelião de Arminius com quem terminou o 3 legiões romanas de Varo Publius Quintílio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 11 aC, uma parte desta tribo foi forçado por Nero Cláudio Druso para passar para o lado sul do baixo Reno, onde, evidentemente, formavam um componente do Francos.  A parte principal do Sicambri "migraram para o país profundo antecipando os romanos" de acordo com Estrabão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marciais, em seu Liber de Spectaculis, uma série de epigramas escrita para celebrar os jogos no Coliseu ou sob Tito Domiciano, notou a presença de numerosos povos, incluindo o Sicambri: "Com bloqueios torcida em um nó, vieram a Sicambrianos .. ".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Língua&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos nomes de líderes Sicambros tem no final o típico sufixos Celticisms like-rix (rei, cf. Rex latim), provavelmente indicando contatos mais intensos com os países vizinhos, como os belgas Menapis, e com outras diferentes tribos germânicas.  Nos tempos dos francos, esses Celticisms são atestados como a principal diferença de que a distinção franco e Old holandês de outras línguas germânicas como o alto-alemão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-2398809326461702204?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/2398809326461702204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=2398809326461702204' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/2398809326461702204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/2398809326461702204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/02/sicambros.html' title='&lt;strong&gt;Sicambros&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S4K_gGljcSI/AAAAAAAAEJ0/UGySQi84NDQ/s72-c/sicambri.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-989192815341805344</id><published>2010-02-21T17:41:00.001-08:00</published><updated>2010-02-21T17:44:37.907-08:00</updated><title type='text'>Batalha de Vercellae</title><content type='html'>&lt;em&gt;A &lt;strong&gt;Batalha de Vercellae&lt;/strong&gt;, também conhecida como a Batalha do Raudine, ocorreu no ano 101 aC, Entre as tropas da República Romana, chefiada pelo cônsul Gaius Marius e uma grande força  da tribo germânica dos Cimbros, perto do assentamento de Vercellae na Gália.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S4Hg-X7UVzI/AAAAAAAAEJU/sl8JjM41WK4/s1600-h/batalha+de+Vercellae.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 350px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S4Hg-X7UVzI/AAAAAAAAEJU/sl8JjM41WK4/s400/batalha+de+Vercellae.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5440877187019593522" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Cimbros foram praticamente exterminados, com mais de 140.000 mortos e capturados 60.000, incluindo muitas mulheres e crianças. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conseqüências&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vitória de Vercellae, junto com a destruição dos povos teutônicos na batalha de Aquae Sextiae, acabou com os planos dos invasores bárbaros de Roma. Politicamente, essa batalha teve um impacto significativo em Roma. Ele enfatizou a rivalidade entre Mário e Silas, o que levou à Guerra Civil da República romana. Os cônsules Marius e Catullus comemoram o triunfo, tanto quanto a vitória sobre os Teutões, da qual o rei Teutônico Teutobog foi execultado. O povo deu todo o crédito pela vitória a Mario, criando uma rivalidade futura entre os dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como recompensa por seu serviço corajoso, Mario concedeu a cidadania romana aos soldados aliados da Itália procedendo, sem consultar o Senado, em primeiro lugar. Quando alguns senadores questionaram esta ação, ele respondeu que no calor da batalha foi incapaz de distinguir entre a voz de um romano e um aliado italiano. Posteriormente, todas as legiões italianas serião consideradas legiões romanas. Foi também a primeira vez que um general vitorioso desafiou o Senado. &lt;br /&gt;E Caio Júlio César, quando ele foi condenado pelo Senado pôr de lado o comando do exército e retornar a Roma para enfrentar acusações de má conduta. Em vez disso, César cruzou o Rubicão (49 aC) com uma de suas legiões, provocando uma guerra civil entre ele e Pompeu, cujo resultado foi o final da República romana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-989192815341805344?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/989192815341805344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=989192815341805344' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/989192815341805344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/989192815341805344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/02/batalha-de-vercellae.html' title='&lt;strong&gt;Batalha de Vercellae&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S4Hg-X7UVzI/AAAAAAAAEJU/sl8JjM41WK4/s72-c/batalha+de+Vercellae.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-432998405060191547</id><published>2010-02-21T17:40:00.000-08:00</published><updated>2010-02-21T17:45:06.009-08:00</updated><title type='text'>Batalha de Fano</title><content type='html'>A Batalha de Fano - também conhecida como a Batalha de Fanum Fortunae - foi disputada em janeiro de 271 entre o Império Romano e os alamanos.  Os romanos eram liderados pelo imperador Aureliano, e eles saíram vitoriosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aureliano tinha sido derrotado pelos alamanos na Batalha de Placência, em janeiro de 271, mas ele tinha reagrupou seus homens, e começou a perseguir os alamanos, que foram rapidamente em direcção a uma Roma indefesos.  Finalmente, o exército romano capturado e forçado uma briga com os alamanos no Rio Metaurus, apenas por via de Fano.  O momento crucial da batalha foi quando comecei derrotou os alamanos contra o rio, de modo que, quando a linha germânica foi obrigada a ceder, muitos alamanos caíram no rio e se afogaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-432998405060191547?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/432998405060191547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=432998405060191547' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/432998405060191547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/432998405060191547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/02/batalha-de-fano.html' title='&lt;strong&gt;Batalha de Fano&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-1771334398410076657</id><published>2010-02-21T17:39:00.000-08:00</published><updated>2010-02-21T17:45:27.994-08:00</updated><title type='text'>Batalha de Placência</title><content type='html'>&lt;em&gt;A Batalha de Placentia foi travada em janeiro de 271 entre um exército romano liderado pelo imperador Aureliano e a tribo do Juthungi (Uma das tribos Alamanas) , perto de Piacenza moderno.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os alamanos invadiram a  Itália, contando com a ausência do exército romano, e saquearam a cidade de Anaheim.  Imperador Aureliano, que estava na Panônia com um exército para controlar a retirada dos vândalos, moveu-se rapidamente para a Itália. Os alamanos surpreenderam o exército romano com uma emboscada, e o Imperador foi derrotado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A notícia desta derrota produziu um grande temor em Roma, e os alamanos contiram a sua marcha em direção a Roma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os livros Sibilinos foram consultadas, e cerimônias religiosas realizadas para pedir ajuda dos deuses.  Os romanos escaparam do desastre, quando o Imperador Aureliano derrotou os alamanos na Batalha de Fano, levando a uma grande festa por toda a cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-1771334398410076657?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/1771334398410076657/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=1771334398410076657' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/1771334398410076657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/1771334398410076657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/02/batalha-de-placencia.html' title='&lt;strong&gt;Batalha de Placência&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-4409662081419357033</id><published>2010-02-21T17:37:00.000-08:00</published><updated>2010-02-21T17:45:51.033-08:00</updated><title type='text'>Segunda Batalha do Lago Benacus</title><content type='html'>&lt;em&gt;A Batalha do Lago Benacus foi uma das batalhas decisivas que marcaram o início crise do terceiro século do Império Romano. A batalha foi travada às margens do Lago de Garda na Itália do norte, que foi conhecido pelos romanos como Benacus.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A batalha ocorreu em novembro de 268 entre os cerca de 35.000 homens sob o comando do imperador romano Cláudio II e da tribo germânica dos alamanos, cujo exército invasor pode ter numeradas para cima de 100.000. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os alamanos, que tinham vindo a fazer incursões no território romano desde o reinado de Marco Aurélio, havia rompido a fronteira romana no Brenner no início do ano, quando as rebeliões internas e uma grande invasão pelos godos forçaram os romanos a desnudar a tropas da fronteira.  Naquele outono, quando praticamente todo o exército romano ocidental estava ocupado destruindo os godos na Batalha de Naissus, os alamanos ocuparam grandes áreas do norte da Itália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudius pode muito bem ter tentado negociar a retirada dos alamanos, mas quando isso falhou, ele escolheu enfrentá-los.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Detalhes da batalha são escassos, mas sabe-se que Cláudio conquistou uma vitória esmagadora, mataram ou capturaram mais de metade da força inimiga, e o resto fogiu para trás dos Alpes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vitória romana em Lago Benacus, juntamente com o ganho por Cláudio e Aureliano em Naissus, forneceu provas de que o Império Romano poderia ainda resistir com êxito os seus inimigos. O povo do império levou coração destes triunfos, e durante os próximos sete anos, Cláudio e seu brilhante general e sucessor Aureliano recuperou territórios perdidos do império,  e esmagaram todas as rebeliões e expulsou os invasores bárbaros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-4409662081419357033?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/4409662081419357033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=4409662081419357033' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/4409662081419357033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/4409662081419357033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/02/segunda-batalha-do-lago-benacus.html' title='&lt;strong&gt;Segunda Batalha do Lago Benacus&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-2726613159513653825</id><published>2010-02-21T17:35:00.000-08:00</published><updated>2010-02-21T17:46:15.200-08:00</updated><title type='text'>Batalha de Brumath</title><content type='html'>A Batalha de Brumath ocorreu em 356 D.C. durante as campanha do imperador Juliano o Apóstata  contra as tribos germânicas.  Na sequência da Batalha de Reims, as forças de Juliano perseguiu o exército alamano através do campo gaulês.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A batalha&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Brumath, o exército de Juliano lutou contra os alamanos e os romanos saíram vitoriosos.  Embora as baixas inimigas fossem pequenas, a derrota germânica  foi grande o suficientemente para ter efeito sobre as outros tribais germânicas da região, e para restaurar parcialmente a ordem para a área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-2726613159513653825?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/2726613159513653825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=2726613159513653825' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/2726613159513653825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/2726613159513653825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/02/batalha-de-brumath.html' title='&lt;strong&gt;Batalha de Brumath&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-3624510508642847610</id><published>2010-02-21T17:33:00.000-08:00</published><updated>2010-02-21T17:46:58.577-08:00</updated><title type='text'>Fritigerno</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Fritigerno&lt;/strong&gt;, rei dos visigodos (369 d.C. - 380 d.C.), foi um dos proeminentes reis-guerreiros germânicos cujas vitórias militares levaram finalmente à queda da metade ocidental do Império Romano.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rival de Atanarico (Aþanareiks no idioma godo), outro proeminente líder visigodo, Fritigerno (Friþugairns no idioma godo, significando "desejando a paz") foi favorecido pelo imperador romano Valente primeiramente por sua adoção do Arianismo, uma forma de cristianismo popular na época e também aquela com a qual Valente simpatizava-se. Em 376 d.C., os visigodos, fortemente pressionados pelos hunos, que já haviam conquistado seus correlatos, os ostrogodos, pediram a Valente que permitisse a eles cruzar o rio Danúbio e estabelecer-se em território romano, que os hunos de então não podiam invadir, por sua inabilidade para cruzar o Danúbio em massa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valente permitiu que os seguidores de Fritigerno entrassem no Império. Em retribuição, eles estariam sujeitos ao serviço militar, mas seriam tratados da mesma forma que outros cidadãos romanos. Quando os visigodos chegaram, nenhum dos dois ocorreu. Durante o outono de 376 d.C., os romanos ajudaram a gente de Fritigerno a cruzar o Danúbio e estabelecer-se na província da Mésia. Entretanto, muitos seguidores de Atanarico também fugiram através do rio, o que aumentou os problemas para Fritigerno governar seu povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 377 d.C., a fome atingiu as áreas habitadas pelos visigodos e seus apelos por ajuda não foram respondidos. De fato, os governantes romanos da região, Lupicinius e Maximus, trataram-nos mal. Sem escolha além de lutar ou morrer, Fritigerno liderou seu povo para a batalha, e os visigodos dominaram grande parte da rica província vizinha de Trácia. A crise continuou em 378 d.C., e em 9 de agosto daquele ano, Fritigerno vingou a derrota de seus antepassados 109 anos antes, na Batalha de Naissus, causando a Roma sua pior derrota militar em séculos, na Batalha de Adrianópolis (378 d.C.).&lt;br /&gt;A vitória de Fritigerno logo possibilitou aos visigodos obter controle de quase toda a península balcânica. Apesar de seu exército não utilizar armamentos de cerco, necessários para tomar a capital Constantinopla, eles devastaram a Grécia, deixando apenas pequenas áreas intactas, incluindo a cidade de Atenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fritigerno continuou a combater os romanos alternando sucessos e fracassos por dois anos após sua grande vitória, chegando a ganhar o reconhecimento como rei pela maioria dos visigodos dentro do Império. Quando faleceu, Atanarico tornou-se rei de todos os visigodos e finalmente estabeleceu a paz com os romanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-3624510508642847610?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/3624510508642847610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=3624510508642847610' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/3624510508642847610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/3624510508642847610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/02/fritigerno.html' title='&lt;strong&gt;Fritigerno&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-8032128119206971540</id><published>2010-02-21T17:25:00.000-08:00</published><updated>2010-02-21T17:47:20.462-08:00</updated><title type='text'>Batalha de Soissons </title><content type='html'>A Batalha de Soissons, que teve lugar no ano 486, o combate foi entre os Francos liderados pelo rei Clóvis I e os últimos resquícios do poder romano na Gália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S4Hd637orkI/AAAAAAAAEJM/JFo4PS8FTvI/s1600-h/Reino+de+Si%C3%A1grio.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5440873828356501058" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 280px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S4Hd637orkI/AAAAAAAAEJM/JFo4PS8FTvI/s400/Reino+de+Si%C3%A1grio.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Reino de Siágrio.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Clovis enfrentou as tropas de Siágrio, filho de Egídio, que tinha sido o magister militum dos gauleses no passado, ele manteve o controle sobre um enclave de terras entre os rios Meuse e Loire e chamou-se "Rei dos Romanos". Afranio Siágrio era realmente a última coisa restou de poder romano no Ocidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois desta batalha, os francos começaram a controlar toda o norte da Gália. Afranio Siágrio fugiu para o sul do Loire, área controlada pelos visigodos de Toulouse, mas foi capturado por eles e entregue a Clovis, que lhe cortou a garganta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-8032128119206971540?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/8032128119206971540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=8032128119206971540' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/8032128119206971540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/8032128119206971540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/02/batalha-de-soissons.html' title='&lt;strong&gt;Batalha de Soissons &lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S4Hd637orkI/AAAAAAAAEJM/JFo4PS8FTvI/s72-c/Reino+de+Si%C3%A1grio.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-3515474377668853741</id><published>2010-02-21T17:23:00.000-08:00</published><updated>2010-02-21T17:25:00.970-08:00</updated><title type='text'>Primeira Batalha do Lago Benacus</title><content type='html'>A Batalha do Lago Benacus aconteceu no mês de Novembro do ano de 268, perto do Lago de Garda (também chamado de Lago Benaco), quando os teutões tentaram invadir o norte da Itália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os romanos tentaram negociar com os teutões, mas não conseguiram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As tropas romanas comandadas por Claudius II com 35.000 soldados disciplinados empurram os 100.000 teutões contra o lago onde foram massacrados, 50.000 deles conseguiram escapar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e Edição:&lt;/strong&gt; Valter Pitta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-3515474377668853741?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/3515474377668853741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=3515474377668853741' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/3515474377668853741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/3515474377668853741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/02/primeira-batalha-do-lago-benacus.html' title='&lt;strong&gt;Primeira Batalha do Lago Benacus&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-6421833236805810127</id><published>2010-02-17T12:29:00.000-08:00</published><updated>2010-03-16T10:07:32.127-07:00</updated><title type='text'>Os leões e os germanos</title><content type='html'>&lt;em&gt;Os germanos eram assustadores, e esse adjetivo não é força&lt;br /&gt; de expressão.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S3xSGzoRFVI/AAAAAAAAEE8/PsiY-Gib-Ew/s1600-h/Os+le%C3%B5es+e+os+germanos.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 281px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S3xSGzoRFVI/AAAAAAAAEE8/PsiY-Gib-Ew/s400/Os+le%C3%B5es+e+os+germanos.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439312726848509266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa das primeiras vezes em que os romanos depararam com eles ocorreu o seguinte: os germanos emergiram das sombras da Floresta Negra urrando feito selvagens que eram, um som horrendo, como se predadores monstruosos investissem sobre a legião. Detrás de seus escudos de madeira revestida com bronze, os romanos viram correr em sua direção aqueles homens de estatura descomunal, desenvolvidos pela vida ao ar livre, pelas caçadas e pelas eternas guerras tribais. As longas cabeleiras amarelas e vermelhas dos germanos esvoaçavam e davam uma aparência ainda mais ameaçadora aos seus rostos barbados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por um momento, os legionários ficaram petrificados debaixo de seus elmos. No momento seguinte, não vacilaram: giraram em cima das sandálias e correram com devoção a fim de salvar suas peles latinas. Veni, vidi, corri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois que os romanos se acostumaram com a visão pouco ortodoxa dos guerreiros germanos em ação, não entraram mais em pânico e até passaram a derrotá-los, isso graças à disciplina tática das legiões. Mesmo assim, os germanos jamais se submeteram completamente ao Império, nem quando o Império os absorveu. Por volta do ano 200 da Era Cristã, o imperador filósofo, Marco Aurélio, já nem morava mais em Roma, vivia nas fronteiras, vigiando os movimentos inquietos e inquietantes dos bárbaros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia, o imperador teve uma idéia: mandou buscar leões da África e, numa batalha perto de Vindobona, a atual Viena, açulou-os sobre os germanos. Calculava, Marco Aurélio, que os bárbaros ficariam aterrorizados com o ataque daquelas feras das quais nunca nem tinham ouvido falar. De fato, numa época sem National Geographic, os germanos não conheciam leões, e essa foi a sorte deles. Acreditando que fossem apenas cães enormes, os louros guerreiros da Alemanha não só não fugiram como chacinaram os bichos a golpes de espada, lança e clava, pouco se importando com a repercussão entre os protetores dos animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dois casos, como se viu, o medo foi decisivo. Os romanos só bateram os germanos quando perderam o medo deles; os germanos mataram os leões porque não tinham medo deles. O medo, muitas vezes, é o que faz diferença na batalha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;.:: &lt;a href="http://wp.clicrbs.com.br/"&gt;Blog do David Coimbra&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-6421833236805810127?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/6421833236805810127/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=6421833236805810127' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/6421833236805810127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/6421833236805810127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/02/os-leoes-e-os-germanos.html' title='&lt;strong&gt;Os leões e os germanos&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S3xSGzoRFVI/AAAAAAAAEE8/PsiY-Gib-Ew/s72-c/Os+le%C3%B5es+e+os+germanos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-750672139836500958</id><published>2010-02-11T13:04:00.000-08:00</published><updated>2010-02-21T17:54:21.814-08:00</updated><title type='text'>Clóvis I</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Clóvis I&lt;/strong&gt;, (ou Clodoveu I, também Chlodowech ou Chlodwig, em francês moderno Louis, em neerlandês moderno Lodewijk, em alemão Ludwig) (c. 466 — 27 de novembro de 511) foi o primeiro rei dos francos a unir totalmente a nação bárbara. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S3RxRKgvpjI/AAAAAAAAD_M/-AUxY21boHg/s1600-h/Clovis-I.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5437095189836441138" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 212px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S3RxRKgvpjI/AAAAAAAAD_M/-AUxY21boHg/s400/Clovis-I.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sucedeu seu pai Childerico I em 481 como rei dos francos salianos, uma das várias tribos francas que ocupava a região a oeste do baixo Reno, com centro em torno de Tournai e Cambrai, ao longo da moderna fronteira entre a França e a Bélgica, numa área conhecida como Toxandria. Ele conquistou as outras tribos francas vizinhas e se estabeleceu como único rei antes de sua morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S4Hb5w35uII/AAAAAAAAEJE/tzDWmJWQAz8/s1600-h/Situa%C3%A7%C3%A3o+territorial+do+Imp%C3%A9rio+Franco,+AD+481-814.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5440871610258667650" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 212px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S4Hb5w35uII/AAAAAAAAEJE/tzDWmJWQAz8/s400/Situa%C3%A7%C3%A3o+territorial+do+Imp%C3%A9rio+Franco,+AD+481-814.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Situação territorial do Império Franco, de 481 à 814.&lt;/centrer&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Converteu-se ao catolicismo, em oposição ao arianismo comum entre os povos germânicos, por estímulo de sua esposa Clotilde. Este ato foi de imensa importância na história subseqüente da França e da Europa Ocidental no geral por que Clóvis expandiu seus domínios sobre quase toda a antiga província romana da Gália (aproximadamente a França moderna). Ele é considerado o fundador da França (que seu estado lembra geograficamente quando de sua morte) e da dinastia merovíngia que governou a França nos dois séculos seguintes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Consolidação franca&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 486, com a ajuda de Ragnachar, Clóvis derrotou Siágrio, último oficial romano no norte da Gália, que governava a área em torno de Soissons na atual Picardia. A vitória ampliou o domínio franco para a maior parte da região a norte do Loire. Depois disso, Clóvis assegurou uma aliança com os ostrogodos, através do casamento de sua irmã Audofleda com o rei ostrogodo, Teodorico o Grande. A essa vitória seguiu outra em 491 sobre um pequeno grupo de turingianos a leste de seus territórios. Depois, com a ajuda de outros vice-reis francos, derrotou os alamanos na Batalha de Tolbiac. Ele havia previamente casado com a princesa burgúndia Clotilde (493), e, após sua vitória em Tolbiac, converteu-se em 496 à fé católica. Isso foi uma mudança significante em relação aos outros reis germânicos, como os visigodos e os vândalos, que adotaram o arianismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rei cristão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S3Rx8G8xF6I/AAAAAAAAD_U/b6sJ2oBY6Sk/s1600-h/O+batismo+de+Cl%C3%B3vis..jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5437095927614609314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 297px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S3Rx8G8xF6I/AAAAAAAAD_U/b6sJ2oBY6Sk/s400/O+batismo+de+Cl%C3%B3vis..jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O batismo de Clóvis.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conversão de Clóvis ao catolicismo, a religião da maioria dos seus súditos, fortaleceu os laços entre seus súditos romanos e os conquistadores germânicos. Contudo, Bernard Bachrach tem argumentado que sua conversão das crenças francas pagãs para o catolicismo afastou vários nobres francos, enfraquecendo sua posição militar nos anos seguintes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez, e de maneira surpreendente, o monge Gregório de Tours escreveu que as crenças pagãs que Clóvis abandonou eram deuses romanos, tais como Júpiter e Mercúrio, especialmente seus equivalentes germânicos. Se a explicação de Gregório é precisa, ela sugere uma forte afinidade dos governantes francos com a cultura romana, que eles devem ter abraçado como aliados e federados (socii) do Império durante o século anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ter lutado uma batalha em Dijon em 500, Clóvis não foi feliz em subjugar o reino burgúndio. Parece que ele de certo modo ganhou a ajuda dos armoricanos nos anos seguintes, pois eles o assitiram na sua vitória sobre o reino visigótico de Toulouse em Vouillé (507). Esta vitória confinou os visigodos à Espanha e adicionou a Aquitânia ao reino de Clóvis. Ele então fez de Paris como sua capital, e estabeleceu uma abadia dedicada a São Pedro e São Paulo na margem sul do Sena. Tudo o que resta desta grande abadia é a Torre Clóvis, uma torre romanesca que agora fica dentro do terreno do prestigioso Licée Henri IV, precisamente a leste do Panteão de Paris. (Após sua fundação, a abadia foi renomeada em homenagem da santa padroeira de Paris, Genoveva. Foi demolida em 1802).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Gregório de Tours, após a Batalha de Vouillé, o imperador bizantino Anastácio I concedeu a Clóvis o título de cônsul. Visto que o nome de Clóvis não aparece nas listas consulares, é provável que a ele tenha sido concedido um consulado sem efeito. Gregório também registra campanhas sistemáticas de Clóvis após sua vitória em Vouillé para eliminar os outros governantes francos, que incluíam Sigiberto de Colônia e seu filho Clotário; Chararico, outro rei dos francos salianos; Ragnachar de Cambrai, seus irmãos Ricchar e Rigomer de Le Mans.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imediatamente antes de sua morte, Clóvis convocou um sínodo de bispos gauleses em Orleães para reformar a Igreja e criar uma forte ligação entre a Coroa e o episcopado católico. Este foi o I Concílio de Orleans, ocorrido em 511.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Morte e sucessão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clóvis I morreu em 511 e está sepultado na Basílica de Saint Denis, em Paris, enquanto seu pai foi sepultado com os antigos reis merovíngios em Tournai. Com sua morte, seu reino foi dividido entre seus quatro filhos Teodorico, Clodomiro, Childeberto e Clotário. Isso criou novas unidades políticas dos reinos de Reims, Orleães, Paris e Soissons e inaugurou um período de desunião que durou, com breves interrupções, até o final da dinastia merovíngia em 751.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A lenda do vaso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clodoveo ou Clóvis subiu ao trono franco ainda adolescente, em substituição ao pai Childerico I, e com uma maturidade precoce fez suas primeiras conquistas. "Sagacidade na deliberação e ousadia na execução distinguiam sobre tudo a este soberano". Como já tinha feito seu pai, Clodoveo, apesar de ser pagão, manteve cordiais relacione com os bispos da Gália. Quando subiu ao trono, recebeu uma amistosa carta de São Remigio, arcebispo do Reims.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheio de vitalidade no ardor de sua juventude, para satisfazer o ânimo belicoso de seus súditos, Clodoveo partiu para a conquista de novas terras, começando por derrotar a Siagrio, e apoderando-se de seu reino. Estabeleceu então no Soissons sua capital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É dessa época data o fato legendário que aparece em todas as biografias do grande guerreiro: Logo depois da batalha, os francos tinham tomado como botim de guerra, entre outras preciosidades da igreja de São Remigio, um muito belo Vaso. O arcebispo pediu ao Clodoveo, que muito o respeitava, que o devolvesse. O rei prometeu fazê-lo, e foi a Soissons, onde seriam repartidos os despojos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pediu a seus guerreiros que, além da parte que lhe correspondia como rei, dessem-lhe o vaso, para devolvê-lo a São Remigio. Todos estiveram de acordo, menos um que, de mau humor, disse ao rei: "Seu não será, mas somente o que te couber por direito". E, como bárbaro que era, deu uma machadada ao Vaso. O rei, embora indignado, não disse nada. Um ano depois, seus soldados se apresentam armados diante do soldado insolente; Clodoveo lhe tirou a tocha das mãos e lhe deu um tremendo golpe na cabeça, dizendo: "Foi assim que tratou ao Vaso de Soissons".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Legado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O legado de Clóvis é bem estabelecido em em três grandes atos: a unificação da nação franca, sua conquista da Gália, e sua conversão ao catolicismo. Pelo primeiro ato, ele assegurou a influência de seu povo amplos assuntos, algo que um rei regional insignificante não acompanharia. Pelo segundo ato, ele assentou as fundações de um posterior estado-nação: a França. Finalmente, pelo terceiro ato, ele fez de si mesmo o aliado do papado e seu protetor assim como de seu povo, que era na maioria católico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com exceção desses atos de importância mais que nacional, a divisão do estado, não feita junto com linhas nacionais ou até mesmo geográficas, mas principalmente para assegurar rendimento equivalente entre os filhos, após sua morte, o que pode ter ou não sido sua intenção, foi a causa da maioria das discórdias na Gália e contribuiu no final das contas para a queda de sua dinastia, o que foi um padrão repetido constantemente. Clóvis não deixou como herança para seus herdeiros o suporte que o povo e a Igreja forneciam, e quando finalmente a nobreza estava pronta para abolir a casa real merovíngia, a sanção do papa foi procurada primeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-750672139836500958?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/750672139836500958/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=750672139836500958' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/750672139836500958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/750672139836500958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/02/clovis-i.html' title='&lt;strong&gt;Clóvis I&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S3RxRKgvpjI/AAAAAAAAD_M/-AUxY21boHg/s72-c/Clovis-I.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-1550559718076356237</id><published>2010-01-28T14:17:00.000-08:00</published><updated>2010-07-28T10:08:17.817-07:00</updated><title type='text'>Arte Germânica </title><content type='html'>&lt;em&gt;Arte Germânica refere-se à arte dos povos conhecidos como germânicos(vândalos, francos, Visigodos e suevos entre outros) que, depois da queda do Império Romano, avançaram definitivamente sobre a Europa. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2INO6u3KaI/AAAAAAAADqk/Z30qfAVS29M/s1600-h/F%C3%ADbula+merov%C3%ADngia..jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431918650497378722" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 265px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2INO6u3KaI/AAAAAAAADqk/Z30qfAVS29M/s320/F%C3%ADbula+merov%C3%ADngia..jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fíbula merovíngia.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Esses grupos não demoraram a assimilar a cultura e a religião (Cristianismo) dos povos conquistados, ao mesmo tempo que lhes transmitiam seus próprios traços culturais, o que deu origem a uma arte completamente diferente, que assentaria as bases para a arte européia dos séculos VIII e IX: o estilo românico. Foi também a partir dessa época que artistas e artesãos se organizaram em oficinas supervisionadas pela Igreja, origem das corporações de ofício que perdurariam por quase mil anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de não possuírem um habitat fixo influenciou grandemente os costumes e expressões artísticas dos germanos. Era notável sua destreza naquelas disciplinas que permitiam a fabricação de objetos facilmente transportáveis, fossem eles de luxo ou utilitários. Assim, não é de admirar que tenham sobressaído na ourivesaria, na fundição e moldagem de metais, tanto para a fabricação de armas quanto de jóias, e nas técnicas de decoração correspondentes, como a tauxia ou damasquinagem, a esmaltação, a entalhadura e a filigrana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos esses povos tiveram uma origem comum na civilização celta, que desde o século V a.C. até a dominação romana se estabeleceu na Europa de norte a sul e de leste a oeste. Em suas crônicas, os romanos os descrevem como temíveis guerreiros e hábeis fundidores de metais. Uma vez dominados, uma boa parte da população foi assimilada pelo império e outra fugiu para o norte. Somente quando o império começou a ruir conseguiram penetrar em suas fronteiras e estabelecer numerosos reinos, dos quais se originaram, em parte, as nacionalidades européias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Europa entrou assim num dos períodos históricos mais obscuros, a meio caminho entre a religiosidade, agora em parte aceita, dos primeiros cristãos e a beligerância selvagem dos novos senhores. Mais tarde sofreria também o açoite dos vikings dinamarqueses vindos do norte, em perpétua luta contra os francos e os eslavos ocidentais. Por seu lado, a Igreja ia ganhando posições com a proliferação de mosteiros exatamente onde os mais temíveis exércitos não conseguiam vencer as batalhas: as ilhas britânicas e o leste da Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arquitetura&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2IOCpcM3SI/AAAAAAAADqs/ZfjkkEmyUcw/s1600-h/San_Pedro_de_la_Nave.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431919539208903970" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 187px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2IOCpcM3SI/AAAAAAAADqs/ZfjkkEmyUcw/s320/San_Pedro_de_la_Nave.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Igreja visigótica de San Pedro de la Nave. Zamora, Espanha.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Toda vez que um povo culturalmente bem desenvolvido conquistou um outro que lhe era superior nesse campo, o vencedor assimilou a arte e a língua do vencido. Os germanos não foram exceção. Quase completamente desprovidos de arquitetura, logo se apropriaram das formas da Antiguidade tardia e de Bizâncio, às quais acrescentaram alguns elementos próprios. Na Gália (França), os francos adotaram em suas construções as salas retangulares de três naves e abside semicircular, com silharia de madeira para as igrejas, e cúpula para os batistérios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas plantas enriqueceram a distribuição espacial com o acréscimo de uma galeria. Os ostrogodos, na Itália, levantaram edifícios mais representativos e ricamente decorados com mosaicos, nos quais combinaram as formas bizantinas com as romanas. Na Espanha, procedeu-se à recuperação de edifícios romanos nos centros de cada cidade, aos quais se juntava uma igreja cristã, geralmente de planta em forma de cruz latina, com naves de alturas diferentes e decoradas com relevos e frisos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os celtas e vikings resistiram mais às formas mediterrâneas. No entanto, graças à presença dos numerosos mosteiros, a arquitetura e as artes acabaram sendo favorecidas. Misturando pedra com madeira, construíram igrejas com telhados de pedra de duas águas, ladeados por torres cilíndricas, também de pedra, que lembram seus monumentos funerários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Escultura&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2IPD25UVKI/AAAAAAAADq0/vIU6DMRqbpI/s1600-h/129_1230-germanica.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431920659512186018" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 214px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2IPD25UVKI/AAAAAAAADq0/vIU6DMRqbpI/s320/129_1230-germanica.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escultura em pedra foi destinada à decoração de igrejas e batistérios, na forma de relevos planos, capitéis e sarcófagos, seguindo o estilo do Império Romano. A entalhadura do marfim não foi menos importante. Continuou-se com a tradição dos dípticos consulares de Bizâncio, cujas formas foram adotadas na confecção de capas de livros evangélicos e Bíblias. Sabe-se que as oficinas dos artesãos que trabalhavam com marfim eram numerosas tanto na Gália quanto na Península Itálica, devido à grande demanda de exemplares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experiência de celtas e citas como ourives inegavelmente estava ligada à sua experiência como entalhadores. As pedras com entalhes de runas e ídolos nórdicos entre os vikings, saxões e os próprios celtas mostram sua passagem pelos diferentes assentamentos e lugares conquistados. Na Península Ibérica, a fusão de culturas, como entre fenícios, celtas, visigodos e ibéricos, além de gregos e romanos, deixou importantes amostras de escultura, como os Touros de Guisando ou a Dama de Elche.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ourivesaria&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2IPs1xcTBI/AAAAAAAADq8/mj3KCUYpVwM/s1600-h/Tesouro+de+Guarrazar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431921363585354770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 124px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2IPs1xcTBI/AAAAAAAADq8/mj3KCUYpVwM/s400/Tesouro+de+Guarrazar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tesouro de Guarrazar: coroa votiva &lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;visigótica do século VII, Espanha.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Um dos traços comuns a todos os povos bárbaros foi o excelente trabalho com metais, tanto na confecção de jóias quanto de objetos de uso doméstico ou armas. Atestam isso os tesouros encontrados nas tumbas de príncipes e reis da época, como Sutton Hoo, na Inglaterra, o de Guarrazar, em Toledo, e o de Gummersark, em Copenhague. As peças mais características são as chamadas brácteas ou moedas cunhadas apenas de um lado, assim como as presilhas e fivelas esmaltadas com a técnica do Cloisonné. O fato de os povos germanos conhecerem tão bem as técnicas da fundição de metal - a tauxia, ou damasquinagem, e a filigrana - se deve ao seu contato com povos do Oriente Próximo e Extremo Oriente, assim como a suas próprias necessidades. É preciso não esquecer que além de objetos de luxo, esses povos fabricavam armas, que eram suas ferramentas mais valorizadas no árduo trabalho da guerra. Além disso, a ourivesaria era uma das poucas atividades que podiam exercer os artesãos, que estavam mudando de habitat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;Leia também!&lt;/strong&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://universodahistoria.blogspot.com/2010/06/arte-mesopotamica.html"&gt;► Arte Mesopotâmica&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://civilizacoesafricanas.blogspot.com/2010/06/arte-egipcia.html"&gt;► Arte Egípcia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://sarmatas.blogspot.com/2010/04/arte-da-joalheria-cita.html"&gt;► Arte Cita&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://povosdaantiguidade.blogspot.com/2010/05/historia-da-arte-anatolia.html"&gt;► Arte Anatólia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://imperioroma.blogspot.com/2008/03/arte-romana.html"&gt;► Arte Romana&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://civilizacoesafricanas.blogspot.com/2010/04/arte-ife-uma-heranca-surpreendente-e.html"&gt;► Arte Ife &lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-1550559718076356237?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/1550559718076356237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=1550559718076356237' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/1550559718076356237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/1550559718076356237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/01/arte-germanica.html' title='&lt;strong&gt;Arte Germânica &lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2INO6u3KaI/AAAAAAAADqk/Z30qfAVS29M/s72-c/F%C3%ADbula+merov%C3%ADngia..jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-2656885081648963959</id><published>2010-01-28T14:06:00.000-08:00</published><updated>2010-01-28T14:15:13.685-08:00</updated><title type='text'>Armínio</title><content type='html'>&lt;em&gt;Armínio (também conhecido pelo nome latino Arminius, pelo original alemão Irmin e pela forma alemã tardia Hermann; 16 a.C. - 21 d.C.) foi um chefe germano da tribo dos Queruscos, filho do chefe guerreiro Segimero.&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2IKqTb1hoI/AAAAAAAADqU/qGxs6EggdK8/s1600-h/Arm%C3%ADnio...jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 206px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2IKqTb1hoI/AAAAAAAADqU/qGxs6EggdK8/s320/Arm%C3%ADnio...jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431915822450050690" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Treinado como comandante militar romano, obteve a cidadania romana antes de regressar à Germânia onde veio a expulsar o próprio exército romano. Conhecido principalmente como o chefe da aliança de tribos germanas que dizimou três legiões romanas comandadas por Públio Quintílio Varo na Batalha da Floresta de Teutoburgo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um filho de um chefe tribal torna-se comandante militar romano&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Armínio foi o nome que o chefe guerreiro dos Queruscos, Segimer (em latim: Segimero), deu ao seu filho em 16 a.C. Eram tempos difíceis: alguns anos depois do nascimento de Armínio, o líder militar romano Tibério conquistou, quando da sua campanha germânica, também o território dos Queruscos. Tibério, que mais tarde se tornou Imperador, quis convencer Segimer para entrar numa aliança com Roma. Por isso, ofereceu uma educação militar e uma carreira no Império Romano ao seu filho, fortificando assim a ligação. Armínio foi então enviado para Roma em 8 a.C., onde recebeu a prometida educação militar e avançou até ao grau de um Tribuno. Na sua função de Tribuno, acompanhou o exército de Tibério nas suas várias operações em território germânico. Deixou uma ótima impressão aos militares romanos e recebeu os Direitos de um cidadão romano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O regresso para a pátria e a revolta contra o Império Romano&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por volta do ano 7 d.C., Armínio voltou para a sua terra natal. Como comandante de unidades auxiliares germânicos servia sob o comando do Governador das Províncias e Comandante das Legiões da zona do Rio Reno, Públio Quintílio Varo. Varo tinha recebido ordens para tornar a parte ocupada da Germânia definitivamente uma província romana. Por isso, começou a cobrir impostos e tratava os Germanos como súbditos do Império Romano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa altura, Armínio começou a virar as costas aos Romanos. Sob o seu comando, várias tribos dos Germanos fizeram uma grande revolta no ano 9 d.C. Esta revolta foi possível graças à habilidade diplomática de Armínio, conseguindo unir as várias tribos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A batalha da floresta de Teutoburgo - a grande vitória de Armínio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lenda diz que, na noite anterior à revolta, Armínio jantou com Varo, que tinha muita confiança nele. Era outono e era suposto as tropas romanas mudarem para os campos de Inverno. Homens que conheciam bem o terreno foram contratados para guiar as tropas a partir do rio Weser até Aliso, que fica na margem do rio Lippe. Foi o próprio Armínio quem escolheu esses homens. A fileira das tropas, que tinha uma extensão de vários quilómetros, atravessou uma zona florestal de difícil acesso e fazia um alvo fácil para os guerreiros germânicos, que estavam habituados a esse terreno. Além disso, muitos deles foram treinados pelos próprios militares romanos e tinham bastante experiência em batalhas. Assim conseguiram aniquilar por completo três legiões romanas compostas por cerca de 20000 homens. Armínio obteve uma vitória devastadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; O fim de Armínio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O domínio dos Romanos sobre a Germânia para lá do rio Reno já se encontrava então em plena fase de declínio. Os Germanos não tentaram libertar os territórios germânicos para cá do Reno (províncias romanas, Germânia Inferior e Germânia Superior) pelo simples facto de as tribos se encontrarem em brigas constantes umas com as outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe a lenda que Armínio, apaixonado pela filha do chefe tribal dos Marcomanos, Segestes, raptou essa para se casar com ela. Segestes, aliado dos Romanos, pediu-lhes ajuda em 15 d.C. Nessa altura, o líder militar romano de nome Germanicus já tinha penetrado muito o interior da Germânia, vingando assim a derrota de Varo. Várias vezes conseguiu vencer forças inimigas. Apesar disso, os Germanos continuavam a atacar onde puderam. Os Romanos não conseguiram controlar o território para lá do Reno. Por fim, em 16 d.C., o Imperador Tibério desistiu da ideia de incorporar a Germânia ao Império Romano. Os Romanos foram-se embora. Mas mesmo assim, não houve paz na Germânia. Duas alianças, uma liderada por Armínio, a outra pelo Rei dos Marcomanos, Marbod, entraram em guerra. Mais uma vez, Armínio obteve uma vitória. Mas em 21 d.C. foi assassinado, provavelmente pelo próprio sogro, Segestes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 100 anos depois da sua morte, o historiador romano Tácito designou Armínio como "Libertador da Germânia". Sua obra Germânia permitiu que, durante a Reforma, a imagem de Arminius viesse a ser usada como um contraponto do protestantismo nascente ao poderio da Igreja de Roma, sendo nesta ocasião que recebeu a versão atual do nome - Hermann.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Imaginário heroico e visão moderna&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2IMDvLKAbI/AAAAAAAADqc/AQom7CrkEqs/s1600-h/Arm%C3%ADnio+e+sua+amada,+numa+vis%C3%A3o+do+s%C3%A9culo+XIX+(Johannes+Gehrts,+1884)..jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 256px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2IMDvLKAbI/AAAAAAAADqc/AQom7CrkEqs/s320/Arm%C3%ADnio+e+sua+amada,+numa+vis%C3%A3o+do+s%C3%A9culo+XIX+(Johannes+Gehrts,+1884)..jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431917358904639922" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Armínio e sua amada, numa visão do século XIX (Johannes Gehrts, 1884).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história de Armínio foi, ao final do século XIX, transformada em mito pelos defensores da unificação da Alemanha, sendo erguida uma gigantesca estátua em sua homenagem, voltada para a França, então encarada como grande inimiga do projeto nacional alemão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era a construção do mito do "Pai Original dos Alemães", como Ulrich von Hutten o chamou. Uma multidão de trinta mil pessoas assistiu, em 16 de agosto de 1875, à inauguração da estátua de 56 metros de altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mito ganhou novos contornos durante o nazismo mas, após 1946, historiadores como Peter Kehne apresentaram-no na real dimensão, demonstrando que o "heroi" não tinha ambição de unificar o país, mas sim atender à própria sede de poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-2656885081648963959?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/2656885081648963959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=2656885081648963959' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/2656885081648963959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/2656885081648963959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/01/arminio.html' title='&lt;strong&gt;Armínio&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2IKqTb1hoI/AAAAAAAADqU/qGxs6EggdK8/s72-c/Arm%C3%ADnio...jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-8424336554098589580</id><published>2010-01-28T13:27:00.000-08:00</published><updated>2010-01-28T14:06:12.497-08:00</updated><title type='text'>Genserico</title><content type='html'>&lt;em&gt;Genserico (c. 389 – 25 de janeiro de 477), rei dos vândalos e alanos entre 428 e 477.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2II_MZeIAI/AAAAAAAADp8/Y9QLRFqknOk/s1600-h/genserico_p.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 162px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2II_MZeIAI/AAAAAAAADp8/Y9QLRFqknOk/s400/genserico_p.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431913982315077634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Foi peça chave nos conflitos travados no século V pelo Império Romano do Ocidente, e durante os seus quase cinquenta anos de reinado elevou uma tribo germânica relativamente insignificante à categoria de potência mediterrânea. &lt;br /&gt;Filho ilegítimo do rei vândalo Godegisilo, supõe-se que nasceu nas imediações do lago Balaton (atual Hungria) por volta de 389.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ascensão ao trono&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi escolhido rei em 428, com a morte do seu meio irmão Gunderico. Brilhante e muito versado na arte militar, buscou o modo de aumentar o poder e a prosperidade do seu povo, que residia na época na Hispania Bética e que havia sofrido os ataques dos mais numerosos visigodos. Assim, pouco depois de ascender ao trono, Genserico decidiu ceder a Hispania aos seus rivais, empregando para isso a poderosa frota criada no reinado do seu predecessor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A invasão da África&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitando as disputas com metrópole de Bonifácio, governador romano da província da África Proconsular, 80.000 vândalos - 15.000 deles homens de armas - cruzaram o estreito de Gibraltar na primavera de 429, partindo de Tarifa e desembarcando em Ceuta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de várias vitórias sobre uns defensores romanos fracos e divididos, fixaram-se com controle de um território que compreendia o atual Marrocos e o norte de Argélia, pondo sob assédio a cidade de Hipona, que tomariam ao cabo de catorze meses de duros combates. No ano seguinte, o imperador Valentiniano III teve que reconhecer Genserico como soberano de todos estes territórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 435, Genserico chegou a um acordo com o Império Romano pelo qual o reino vândalo passou a ser foederatus de Roma com a concessão da Numídia. Não obstante, em 439 Genserico tomou a cidade de Cartago, capturando a frota imperial ali atracada. Com este movimento fez os vândalos donos do Mediterrâneo Ocidental, apoderando-se em seguida de bases marítimas de grande valor estratégico e comercial: as Ilhas Baleares, Córsega, Sicília e Sardenha. Roma, privada de uma das maiores zonas de produção cerealista do velho mundo, teve que comprar em seguida os grãos do norte da África para o sua própria provisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; O saque de Roma&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2IKDp0ERxI/AAAAAAAADqM/hEiQo26Xscg/s1600-h/Genserico%2520Genseric_sacking_Rome_455.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 295px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2IKDp0ERxI/AAAAAAAADqM/hEiQo26Xscg/s400/Genserico%2520Genseric_sacking_Rome_455.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431915158442362642" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 455, o imperador romano Valentiniano III foi assassinado, sucedendo-o Petrônio Máximo. Genserico, considerando rompido o tratado de paz firmado com Valentiniano em 442, desembarcou na Península Itálica e marchou sobre Roma, cuja população rebelou-se contra o novo imperador e o matou três dias antes que, em 22 de abril de 455, os vândalos tomassem sem resistência a cidade. O saque subsequente não produziu uma destruição notável, se bem que os vândalos fizeram provisão de grande quantidade de ouro, prata e objetos de valor. Genserico levou consigo Licinia Eudoxia como refém a Cartago, viúva de Valentiniano, e as suas duas filhas, Placídia e Eudoxia, que contrairia depois matrimônio com seu filho e sucessor Hunerico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A paz com o Império Bizantino&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 468, o reino de Genserico teve que enfrentar ao último esforço militar conjunto das duas metades do Império Romano. Não obstante, o rei vândalo logra derrotar, frente ao cabo Bon, a uma poderosa frota dirigida pelo que logo seria o imperador bizantino Basilisco. No verão de 474, assinou a paz perpétua com Constantinopla, pela qual o Bizâncio reconheceu a soberania vândala sobre as províncias norte-africanas, Baleares, Sicília, Córsega e Sardenha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Política interna e religião&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2IJcreiMCI/AAAAAAAADqE/ph70AT9-4lI/s1600-h/180px-Genseric.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 174px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2IJcreiMCI/AAAAAAAADqE/ph70AT9-4lI/s400/180px-Genseric.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431914488874020898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sua política interna, Genserico tolerou o catolicismo, apesar de ter exigido a conversão à doutrina ariana dos seus conselheiros mais próximos e procedeu a numerosos confiscos de bens da Igreja Católica, que se converteria assim numa poderosa força opositora à monarquia vândala. Debilitou em forma sangrenta a nobreza tradicional vândalo-alana, substituindo-a por uma corte leal à sua própria família e aumentou a pressão fiscal sobre a população à custa das famílias ricas de origem romana e do clero católico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Genserico morreu em 25 de janeiro de 477, sendo sucedido pelo seu filho Hunerico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-8424336554098589580?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/8424336554098589580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=8424336554098589580' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/8424336554098589580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/8424336554098589580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/01/genserico.html' title='&lt;strong&gt;Genserico&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2II_MZeIAI/AAAAAAAADp8/Y9QLRFqknOk/s72-c/genserico_p.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-4215083969751834573</id><published>2010-01-28T13:16:00.001-08:00</published><updated>2010-01-28T13:27:26.108-08:00</updated><title type='text'>Teodorico, o Grande</title><content type='html'>&lt;em&gt;Teodorico o Grande (em gótico Þiudareiks, "rei do povo", também conhecido em latim como Flavius Theodoricus; 454 - 30 de Agosto de 526), foi rei dos godos orientais, os ostrogodos (488-526), rei de Itália (493-526), e regente dos visigodos (511-526).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2H-vgflJNI/AAAAAAAADpc/m6dKTe5j8Xw/s1600-h/Est%C3%A1tua+de+bronze+de+Teodorico,+o+Grande,+na+igreja+franciscana+de+Innsbruck..jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 383px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2H-vgflJNI/AAAAAAAADpc/m6dKTe5j8Xw/s400/Est%C3%A1tua+de+bronze+de+Teodorico,+o+Grande,+na+igreja+franciscana+de+Innsbruck..jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431902717715227858" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Estátua de bronze de Teodorico, o Grande, na igreja franciscana de Innsbruck.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem que governou sob o nome de Teodorico nasceu em 454, na Panônia, às margens do lago de Neusiedl, próximo a Carnuntum (atual Petronell-Carnuntum, na Áustria), um ano depois dos ostrogodos terem se livrado de quase um século de dominação dos hunos. Filho do rei Teodomiro, Teodorico viajou a Constantinopla, ainda jovem, como refém para assegurar a obediência ostrogoda a um tratado que Teodomiro havia fechado com o imperador bizantino Leão I.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Família&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teodorico era filho do rei ostrogodo Teodomiro e de Erelieva. Casou duas vezes. Não se conhece quem foi a primeira esposa, mas ele teve dois filhos com ela: Arevagni e Theodegotho. Sua segunda esposa foi Audofleda, com quem teve uma filha, Amalasunta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele viveu na corte de Constantinopla por vários anos, onde aprendeu muito sobre o governo romano e táticas militares, que lhes serviram fartamente, quando ele se tornou o governante godo de uma grande mistura de povos romanizados. Tratado com generosidade pelos imperadores Leão I e Zenão I, ele se tornou magister militum (ou mestre militar) em 483, e, um ano depois, cônsul. Voltou, então, a viver entre os ostrogodos, com pouco mais de 20 anos, tornando-se seu rei em 488.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa época, os ostrogodos se estabeleceram no território bizantino como foederati (aliados) dos romanos, mas estavam também se tornando impacientes e progressivamente dificultavam o domínio de Zenão I. Não muito depois de Teodorico se tornar rei, ele e Zenão I concluíram um acordo que beneficiava os dois lados. Os ostrogodos precisavam de um lugar para viver, e Zenão I estava tendo sérios problemas com Odoacro, rei da Itália que tinha causado a queda do Império Romano do Ocidente em 476. Ainda que formalmente fosse um vice-rei do Imperador Zenão I, Odoacro estava ameaçando territórios bizantinos e não respeitava os direitos dos cidadãos romanos na Itália. Com o encorajamento de Zenão I, Teodorico invadiu o reino de Odoacro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A conquista da Itália&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2H_ZmJSODI/AAAAAAAADpk/0gPv8VscEHQ/s1600-h/Mapa+do+reino+Ostrogodo+no+seu+auge,+sob+Teodorico+o+Grande.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 185px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2H_ZmJSODI/AAAAAAAADpk/0gPv8VscEHQ/s400/Mapa+do+reino+Ostrogodo+no+seu+auge,+sob+Teodorico+o+Grande.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431903440786831410" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Mapa do reino Ostrogodo no seu auge, sob Teodorico o Grande.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teodorico chegou com seu exército à península Itálica em 488, onde venceu a batalha de Isonzo (489), a batalha de Milão (489) e a de Adda, em 490. Em 493, tomou Ravenna. Odoacro rendeu-se e foi morto pelo próprio Teodorico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Odoacro, Teodorico era formalmente apenas um vice-rei para o imperador romano em Constantinopla. Na realidade, ele agia com independência, e o relacionamento entre o Imperador e Teodorico era de iguais. Contudo, diferentemente de Odoacro, Teodorico respeitava o acordo que tinha feito e permitia que os cidadãos romanos dentro do seu reino fossem submetidos à lei romana e ao sistema judicial romano. Os godos, por enquanto, viviam sob suas leis e costumes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As alianças de Teodorico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teodorico se aliou aos francos, pelo seu casamento com Aldofleda, irmã de Clóvis I, e com os reis dos visigodos, vândalos e burgúndios. As ambições de Clóvis I de também governar sobre os godos provocou uma guerra intermitente entre 506 e 523. Para muitos do seu reino, Teodorico era de facto o rei dos visigodos, como também se tornou regente para o infante visigodo, seu neto Amalrico, por volta de 505. Os francos, sob Clóvis I, foram capazes de tomar, à força, o controle da Aquitânia dos visigodos em 507, derrotando Alarico II, mas, por outro lado, Teodorico conseguiu derrotar suas incursões. Em 515, Teodorico casou sua filha Amalasunta com Eutarico, mas como este morreu logo em seguida, não restou nenhuma conexão dinástica entre ostrogodos e visigodos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teodorico também interrompeu as incursões vândalas em seus territórios, ameaçando o fraco rei vândalo Thrasamund com invasão. Em 519, quando uma multidão incendiou e derrubou as sinagogas de Ravenna, Teodorico ordenou à cidade que as reconstruísse arcando com os custos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O homem Teodorico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2IAW1ImRdI/AAAAAAAADps/-kdddX5uoFY/s1600-h/Mosaico+representando+o+pal%C3%A1cio+de+Teodorico+em+Ravenna.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 144px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2IAW1ImRdI/AAAAAAAADps/-kdddX5uoFY/s400/Mosaico+representando+o+pal%C3%A1cio+de+Teodorico+em+Ravenna.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431904492782503378" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Mosaico representando o palácio de Teodorico em Ravenna.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teodorico, o grande, tinha um grande respeito pela cultura romana, vendo a si mesmo como um de seus representantes. Tinha um bom olho para as pessoas talentosas. Por volta de 520 o filósofo Boethius tornou-se seu magister officiorum (chefe de todo o governo e dos serviços da corte). Boethius, pertencente a uma antiga família romana, cristianizada havia mais de um século, era homem das ciências, helenista dedicado, profundo conhecedor do grego e da obra dos clássicos, empenhado em traduzir os trabalhos de Aristóteles e Platão para o latim, a fim de demonstrar que as diferenças entre o pensamento dos dois eram apenas aparentes, uma tarefa difícil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, Boethius perdeu a confiança de Teodorico, depois de discursar defendendo a inocência do Senador Albino, acusado de conspirar contra Teodorico em favor do Imperador bizantino. Teodorico ordenou a execução de Boethius, em 525, por julgá-lo partidário de um movimento que visava a reintegrar Roma ao Império Bizantino, em prejuízo do reinado de Teodorico. Provisoriamente Cassiodoro substituiu Boethius como magister officiorum em 523.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teodorico era de fé ariana. No final de seu reinado, apareceram intrigas com relação a seus assuntos romanos e com o Imperador bizantino Justino I sobre o arianismo. As relações entre as duas nações se deterioraram, embora a habilidade de Teodorico tenha dissuadido os bizantinos de iniciar uma guerra contra eles. Após sua morte, essa relutância desapareceu rapidamente. Teodorico o Grande foi sepultado em Ravenna. Seu mausoléu é um dos mais elaborados monumentos de Ravenna, na Itália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sucessão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2IA6sWEAaI/AAAAAAAADp0/ik_YeQLCtxg/s1600-h/O+Mausol%C3%A9u+de+Teodorico+em+Ravenna.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 256px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2IA6sWEAaI/AAAAAAAADp0/ik_YeQLCtxg/s400/O+Mausol%C3%A9u+de+Teodorico+em+Ravenna.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431905108898349474" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;O Mausoléu de Teodorico em Ravenna.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após sua morte em Ravenna, em 526, Teodorico foi sucedido pelo seu neto Atalarico. Atalarico foi inicialmente representado por sua mãe, Amalasunta, que atuou como rainha regente de 526 a 534. O reino dos ostrogodos começou a esvanecer, começando a ser conquistado por Justiniano I em 535, sendo conquistado totalmente, em 553, na batalha de Mons Lactarius.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-4215083969751834573?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/4215083969751834573/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=4215083969751834573' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/4215083969751834573'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/4215083969751834573'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/01/teodorico-o-grande.html' title='&lt;strong&gt;Teodorico, o Grande&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2H-vgflJNI/AAAAAAAADpc/m6dKTe5j8Xw/s72-c/Est%C3%A1tua+de+bronze+de+Teodorico,+o+Grande,+na+igreja+franciscana+de+Innsbruck..jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-5563485433219030396</id><published>2010-01-28T13:13:00.000-08:00</published><updated>2010-01-28T15:01:26.142-08:00</updated><title type='text'>Clódio</title><content type='html'>&lt;em&gt;Clódio (◊ c. 392 † 447 ou 449) (Chlodio, Chlodion, Clodion, Clodius, Chlogio, Clodian), Cabelos Longos ou O Cabeludo, foi um rei semi-lendário dos francos salianos da dinastia merovíngia (426 - 447).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Seu sucessor foi Meroveu, de quem a dinastia herdou o nome. A parte lendária diz que seu pai foi o duque Faramundo e sua mãe Argotta, da Turíngia. Seu avô deve ter sido Marcomer, um duque dos francos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há basicamente apenas duas fontes de informação sobre Clódio: os escritos de Gregório de Tours e Sidônio Apolinário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clódio viveu em Dispargum, nome que se acredita ser de um castelo, ou uma vila. Por volta de 431, ele invadiu o território de Artois, mas foi derrotado próximo a Hesdin por Aécio, comandante do exército romano na Gália. No entanto, Clódio reagrupou seu exército e em pouco tempo foi capaz de tomar a cidade de Cameracum. Finalmente, ele ocupou toda a região até o rio Somme e fez de Tournai a capital dos francos salianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agressividade de Clódio em conquistar mais territórios levou a séculos de expansão por seus sucessores que no final das contas criaram o que hoje conhecemos como França. Clódio morreu em algum momento entre 447 e 449 e o poder foi passado a Meroveu. Não se sabe se Meroveu era seu filho ou outro chefe tribal que ascendeu à posição de liderança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-5563485433219030396?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/5563485433219030396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=5563485433219030396' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/5563485433219030396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/5563485433219030396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/01/clodio.html' title='&lt;strong&gt;Clódio&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-8622775302069441186</id><published>2010-01-28T13:10:00.000-08:00</published><updated>2010-01-28T13:11:47.184-08:00</updated><title type='text'>Marcomer</title><content type='html'>&lt;em&gt;Marcomer (346-404) foi um duque (dux, líder) franco do final do século IV.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Gregório de Tours o menciona na sua Historia Francorum, junto com os duques Genobaudo e Sunno. Gregório duvida que eles fosses chamados de reis. Eles cruzaram o Reno, assaltaram a província romana da Germânia e ameaçaram Colônia nos úlimos anos do imperador romano do Ocidente Magno Máximo (c. 388). Eles supostamente também lideraram os catos e os ampsivarii. Marcomer deve ter sido um antepassado de Faramundo, um ancestral da dinastia real francesa dos merovíngios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Wikipédia&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-8622775302069441186?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/8622775302069441186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=8622775302069441186' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/8622775302069441186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/8622775302069441186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/01/marcomer.html' title='&lt;strong&gt;Marcomer&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-8091101728420653534</id><published>2010-01-28T13:02:00.000-08:00</published><updated>2010-01-28T13:10:04.713-08:00</updated><title type='text'>Faramundo</title><content type='html'>&lt;em&gt;Pharamond (c. 370 - c. 426) é considerado como sendo o primeiro rei dos francos salianos, embora ele seja possivelmente uma figura mais lendária que histórica. Ele era possivelmente filho ou genro de Marcomer.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2H7qt1nTII/AAAAAAAADpU/Ppvc6Yp1TQo/s1600-h/Rei+Faramundo.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 315px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2H7qt1nTII/AAAAAAAADpU/Ppvc6Yp1TQo/s400/Rei+Faramundo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431899336863075458" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas os historiadores Próspero da Aquitânia e Martin Bouquet escreveram sobre seu reinado em datas bastante posteriores. Em 420, ele supostamente conduziu seu povo na travessia do Reno na direção oeste. Esse movimento efetivamente separou sua tribo da tribo majoritária dos francos ripurianos que haviam se fixado próximo a Colônia. Faramundo foi finalmente sucedido por seu filho Clódio. Sua esposa foi Argotta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Genealogia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele era filho de Marcomer ou Marcomir (filho de Clodius ou Cláudio) e Frimutel ou Frimuta. Clodius (324-389) era filho de Dagobert ou Dagoberto (300-379). Dagoberto era filho de Genebald ou Genebaldo (262-358), por sua vez, filho de outro Dagoberto, de filiação desconhecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-8091101728420653534?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/8091101728420653534/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=8091101728420653534' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/8091101728420653534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/8091101728420653534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/01/faramundo.html' title='&lt;strong&gt;Faramundo&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2H7qt1nTII/AAAAAAAADpU/Ppvc6Yp1TQo/s72-c/Rei+Faramundo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-4214669957626063864</id><published>2010-01-28T12:58:00.000-08:00</published><updated>2010-01-28T13:02:22.550-08:00</updated><title type='text'>Requiário I</title><content type='html'>&lt;em&gt;Requiário I (? - 456), filho de Réquila e neto de Hermerico, foi rei dos suevos na Galécia. Subiu ao trono no ano de 448 aproximadamente, sucedendo a seu pai. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como professava o catolicismo, impôs essa religião ao seu povo, que já se tinha em grande parte convertido, principalmente nas zonas urbanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para fortalecer sua posição, fez aliança inicial com os visigodos, o que abriu as portas de seu reino à influência visigótica, aumentada quando Requiário se casou com a filha do rei visigodo Teodoredo, em 449. Foi o primeiro rei europeu cristão a cunhar moeda em seu próprio nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devastou a Vascónia, passando depois a lançar incursões esporádicas contra os romanos. Requiário chegou a controlar a região do vale do Ebro e, brevemente (449-452), partes da Tarraconense. As hostilidades entre suevos e romanos chegaram ao fim com o tratado entre Requiário e os condes Fortunato e Manrico, pelo qual os suevos se retirariam da Tarraconense. Em 456 Requiário quebrou o tratado indo em auxílio dos vascões, tornando a entrar nessa província. Os visigodos, porém, apesar de terem sido seus aliados, não viam com bons olhos o fortalecimento do reino suevo e, sob o comando de Teodorico I, derrotaram os suevos nas margens do rio Órbigo, tendo Requiário sido capturado e posteriormente executado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os visigodos invadiram em seguida o reino suevo, cometendo tais atrocidades que tanto a população hispano-romana quanto a população germânica se revoltaram, dando início a uma cruenta guerra civil entre dois partidos representativos das duas principais tribos suevas da região: os quados e marcomanos, cada qual apoiando um pretendente ao trono suevo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-4214669957626063864?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/4214669957626063864/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=4214669957626063864' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/4214669957626063864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/4214669957626063864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/01/requiario-i.html' title='&lt;strong&gt;Requiário I&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-8504608360740817469</id><published>2010-01-28T12:44:00.000-08:00</published><updated>2010-01-28T12:51:44.407-08:00</updated><title type='text'>Batalha de Tricameron</title><content type='html'>&lt;em&gt;A Batalha de Tricameron ocorreu a 15 de dezembro de 533 na África na localidade do mesmo nome localizada a 27 quilômetros a oeste de Cartago. Nela enfrentaram-se as tropas do Império Romano do Oriente, sob o comando do general Belisário, e as tropas do Reino Vândalo da África sob o comando do seu rei Gelimer.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A batalha terminou com o triunfo das tropas do general Belisário, imensamente inferiores em número à dos Vândalos, em onde teve particular importância o trabalho desempenhada pelos generais de ambos os bandos, pois neste caso Gelimer mostrou a sua covardia ao fugir frente da presença das tropas inimigas, o que o levou para o desastre. Finalmente a derrota de Gelimer e as suas tropas significaria o fim do Reino Vândalo e a anexação de todo o norte da África ao Império Bizantino do imperador Justiniano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Antecedentes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justiniano, chamado “o Grande” ascendeu ao trono do Império Bizantino o ano de 527 à morte do seu tio Justino I quem o nomeara sucessor. Justiniano era de origem bárbara e camponesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justiniano considerava-se herdeiro dos Césares e cabeça da Igreja. Durante o seu reinado teve duas ideias diretrizes: restaurar o Império Romano do Ocidente e suprimir a heresia ariana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para materializar a primeira ideia, restaurar o Império, rodeou-se de dois homens chaves na sua consecução, Belisário, ao que pôs no comando do exército do leste, e Narsês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre ambos desbarataram uma rebelião contra o imperador, a revolta de Nika, na que faleceram 35.000 rebeldes. Belisário, antes de Nika, derrotara os Persas, e depois foi posto no comando do exército que marcharia para Cartago para repor no trono a Hilderico o Vândalo, que fora destronado por Gelimer, bisneto de Genserico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os historiadores estimam que o exército posto às ordens de Belisário era insuficiente, consistia de 10.000 soldados de infantaria e 5.000 ginetes, quase todos bárbaros e mercenários. O exército imperial sofrera um descenso notável. Estava composto por três categorias de tropas: os soldados regulares, os mercenários e os terceiros eram soldados pertencentes aos magnatas bizantinos que deviam facilitá-los ao império.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belisário decidiu empregar Sicília como base para a expedição. A 22 de junho de 533 zarpou de Constantinopla uma frota de 500 naves transporte escoltados por 92 dromones. No Peloponeso tiveram uma longa demora na espera de boas condições do mar para continuarem a travessia para Catânia, na Sicília.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Sicília, Belisário ficou a saber que o rei vândalo ainda não se dera conta do avanço da expedição e que enviara os seus melhores soldados, sob o comando do seu irmão Tzazon, para sufocar uma rebelião na Sardenha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belisário, ao saber isto, embarcou o seu exército e zarpou para a costa africana. Fez escala em Malta e Gozo e ao cabo de aproximadamente três meses da sua saída de Constantinopla arribou a Ras Kapudia, situado 130 milhas a sul de Cartago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto desembarcou, Belisário difundiu uma proclama de ele não vir lutar contra o povo, mas contra os soldados de Gelimer. Iniciou a sua marcha para Cartago, precedido por uma avançada de 300 ginetes no comando de João o Armênio, 600 hunos cobriam o seu flanco esquerdo e a frota inteira custodiava o seu lado direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ad Decimum&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 13 de setembro a avançada chegou ao desfiladeiro de Ad Decimum, décimo marco antes da cidade de Cartago. Pela sua vez, Gelimer, ao ficar a saber a chegada dos bizantinos enviara a buscar Tzazon com a sua força e quando soube o pouco numeroso que era o exército inimigo instruiu o seu irmão Amato, que estava no comando de Cartago, que se preparara para atacar Belisário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gelimer planejou atacar Belisário em forma combinada de três setores quando este entrou para o desfiladeiro de Ad Decimum. Esta operação fracassou porque requeria uma coordenação muito difícil de conseguir. Amato saiu de Cartago a 13 de setembro e atacou antes das outras duas forças, foi ferido mortalmente, após o qual as suas tropas fugiram. Gibamundo, no comando de outra seção, foi derrotado pelos hunos da ala esquerda de Belisário e Gelimer derrotou o corpo principal de Belisário; mas quando chegou ao campo onde morrera o seu irmão Amato e viu o cadáver do seu irmão, em lugar de perseguir os derrotados, deteve a persecução para honrar com uma cerimônia fúnebre o corpo do seu irmão. Entretanto, cerca do anoitecer, Belisário reuniu as suas tropas e contra-atacou os vândalos, dispersando-os. A 15 de setembro de 533, Belisário e o seu exército entraram em Cartago que fora abandonado pelos defensores. Gelimer retirara-se para um lugar situado 150 quilômetros a oeste de Cartago, chamado Bulla Regia, onde reuniu as suas tropas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A batalha&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Bulla Regia, Gelimer recebeu o reforço das tropas do seu irmão Tzazon procedente de Sardenha, com o que formou um exército umas dez vezes maior do que o de Belisário, segundo o historiador Procópio. Tratou de conseguir que os hunos se passaram às suas filas, o que não obteve e logo, com esta imensa força avançou em relação a Cartago. No seu avanço destruiu o aqueduto que subministrava a água à cidade. Deteve-se na localidade de Tricameron situada a 27 quilômetros de Cartago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belisário soube das conversações dos hunos com o inimigo, mas conseguiu neutralizá-los com oferecimentos de diferente ordem. O importante deste incidente foi demonstrar os perigos a que se expunham os generais que incorporavam mercenários nos seus exércitos. Esta situação unida a que não estava seguro da lealdade dos mercenários o decidiu a atacar os vândalos de imediato, consciente da sua imensa inferioridade numérica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belisário enviou de avançada a João o Armênio com 500 ginetes e ele com outros 500 ginetes e a infantaria partiu ao dia seguinte para Tricameron.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gelimer e Tzazon encontraram-se com a cavalaria bizantina, a que os atacou duas vezes, sendo as duas vezes rejeitada por estes; mas numa terceira carga, João empregou também os seus arqueiros, com o que conseguiu fazer fugir a cavalaria vândala. Estes encontros duraram apenas uma hora. Ao entardecer desse 15 de dezembro, a infantaria de Belisário arribou ao campo de batalha e a mandou avançar sobre o acampamento vândalo. Gelimer, ao ver o exército bizantino, montou no seu cavalo e fugiu do acampamento; este ato de covardia provocou o desconcerto e depois o pânico entre os seus soldados, os quais fugiram em todas direções. Assim se definiu esta batalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os soldados de Belisário entraram ao acampamento vândalo encontraram que este estava inçado de riquezas; desobedecendo aos seus chefes, dedicaram-se ao saque sem respeitarem nem ao mesmo Belisário. Somente ao dia seguinte, restabelecida a ordem, João o Armênio com a sua cavalaria pôde empreender a persecução dos inimigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conseqüências&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gelimer compreendeu que perdera o seu reino. Intentou escapar para Espanha, mas os bizantinos ficaram a saber dos seus projetos e interceptaram-no, forçando-o a abandonar as suas pertenças e a refugiar-se nas montanhas da Tunísia, com os Berberes. No ano seguinte foi encontrado e rodeado pelas forças de Faras o Heruliano. A princípio recusou render-se, mas após um Inverno particularmente cru, rendeu-se a Belisário. O Reino Vândalo de África terminou e as suas províncias em Sardenha, Córsega e as ilhas Baleares caíram sob domínio de Justiniano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conquista da África proporcionou a Justiniano uma excelente base de operações para agir contra Itália e em 534, o assassinato de Amalasunta por Teodato, daria-lhe o pretexto para iniciar uma nova guerra contra as províncias da Dalmácia e da Sicília.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-8504608360740817469?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/8504608360740817469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=8504608360740817469' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/8504608360740817469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/8504608360740817469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/01/batalha-de-tricameron.html' title='&lt;strong&gt;Batalha de Tricameron&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-5171694356028582512</id><published>2010-01-28T12:42:00.000-08:00</published><updated>2010-01-28T12:44:26.869-08:00</updated><title type='text'>Batalha de Tagina</title><content type='html'>Na batalha de Tagina (também chamada de batalha de Busta Gallorum) em junho/julho de 552, as forças do império bizantino comandadas por Narses derrubaram o domínio dos ostrogodos na Península Itálica, e abriram o caminho para uma conquista bizantina total da península.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 549, o imperador bizantino Justiniano I planejava despachar um exército grande para a Itália, a fim de concluir a guerra contra os ostrogodos, iniciada em 535. Durante 550-551, uma grande força expedicionária com 35.000 homens foi gradualmente reunida em Salona (atual Solin, na Croácia, no Adriático, que consistia de unidades bizantinas regulares e um grande contingente de aliados estrangeiros, como lombardos, hérulos e búlgaros. O camareiro imperial (cubicularius), Narses foi designado para comandá-la no meio do ano 551. Na primavera seguinte, Narses liderou este grande exército através da costa do Adriático até Ancona, quando se voltou para o interior, marchando pela Via Flamínia rumo a Roma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Próximo à vila de Taginae (tradicionalmente situada em algum lugar ao norte da atual Gualdo Tadino), Narses encontrou o exército ostrogodo comandado pelo rei Totila, que vinha avançando para interceptá-lo. Ao se ver consideravelmente em menor número, Totila optou por entrar em negociações enquanto planejava um ataque surpresa, mas Narses não se deixou enganar por este estratagema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora gozasse de superioridade em números, Narses montou seu exército numa posição fortemente defensiva; no seu centro ele colocou o grande número de aliados germânicos dispostos numa densa falange, e colocou as tropas bizantinas nos dois lados. Em cada ala, ele fixou 4.000 arqueiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Totila tentou inicialmente flanquear seu oponente capturando um pequeno morro na esquerda do exército bizantino, que dominava o único caminho à parte de trás da linha de combate de Narses, porém um destacamento de cinquenta homens da infantaria bizantina, empregado numa formação compacta e bem protegida, conseguiu repelir os sucessivos ataques da cavalaria ostrogoda. Sem conseguir alterar a posição de Narses, e esperando reforços de 2.000 homens, Totila utilizou diversos expedientes para prorrogar a batalha, incluindo ofertas insinceras de negociação, duelos realizados entre as linhas de batalha, e a demonstração pessoal do próprio rei ostrogodo de seu talento marcial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando seus reforços chegaram, Totila abandonou a formação e se retirou para almoçar. Narses. ciente de um possível artifício, permitiu a suas tropas que repousassem sem abandonar suas posições. Totila, aparentemente esperando pegar seu inimigo de surpresa, lançou um ataque repentino em grande escala sobre o centro bizantino. Autores modernos e antigos o acusaram de insanidade, mas Totila provavelmente queria aproximar-se do inimigo o mais rapidamente possível para evitar os efeitos dos formidáveis arqueiros bizantinos. Narses estava preparado para isto, no entanto, e ordenou aos arqueiros concentrados em seus flancos que inclinassem em direção ao centro, para que a linha de batalha assumisse a forma de um crescente. Ao se ver pega no fogo cruzado, a cavalaria ostrogoda sofreu elevadas baixas e seu ataque hesitou. O percurso e a duração da batalha que se seguiu são incertos, mas no início da noite Narses ordenou que seu exército avançasse, e os ostrogodos abandonaram a formação e fugiram. Embora os relatos variem, foi provavelmente durante o tumulto subsequente que Totila foi morto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Narses avançou até Roma, que caiu com uma resistência limitada. Os ostrogodos se reagruparam sob o sucessor de Totila, Teia, mas sofreram uma derrota final na batalha de Mons Lactarius (próximo ao monte Vesúvio) e depois disso nunca mais tiveram algum papel significante na história da Itália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-5171694356028582512?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/5171694356028582512/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=5171694356028582512' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/5171694356028582512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/5171694356028582512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/01/batalha-de-tagina.html' title='&lt;strong&gt;Batalha de Tagina&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-8332981069135361516</id><published>2010-01-28T12:38:00.000-08:00</published><updated>2010-01-28T12:41:53.554-08:00</updated><title type='text'>Batalha de Mons Lactarius</title><content type='html'>&lt;em&gt;A batalha de Mons Lactarius (também conhecida como a batalha do Vesúvio) ocorreu em 553, durante as Guerras Góticas travadas por Justiniano I contra os ostrogodos na Península Itálica.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2H2KEsrmSI/AAAAAAAADpM/_lyiLSk_4Uc/s1600-h/Batalha+nas+encostas+do+Ves%C3%BAvio.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 228px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2H2KEsrmSI/AAAAAAAADpM/_lyiLSk_4Uc/s400/Batalha+nas+encostas+do+Ves%C3%BAvio.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431893278505802018" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Batalha nas encostas do Vesúvio.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da batalha de Tagina, na qual o rei ostrogodo Totila foi morto, o general bizantino Narses capturou Roma e sitiou Cumas. Teia, o novo rei ostrogodo, juntou o que sobrou do seu exército e marchou a fim de aliviar o cerco, mas em outubro de 553 Narses conseguiu emboscá-lo em Mons Lactarius (atuais montes Lattari), na Campânia, próximo ao monte Vesúvio. A batalha durou dois dias, e Teia foi morto durante a luta. O poder ostrogodo na Itália foi eliminado, mas Narses permitiu que alguns poucos sobreviventes retornassem às suas casas como súditos do império. A ausência de qualquer autoridade real na Itália imediatamente após a batalha levou a uma invasão do território pelos francos, mas estes também foram derrotados e a península foi, por pouco tempo, reintegrada ao império.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A batalha pode ser considerada vingança pela derrota romana em Adrianópolis (378), já que em Mons Lactarius a infantaria imperial aniquilou a cavalaria ostrogoda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-8332981069135361516?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/8332981069135361516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=8332981069135361516' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/8332981069135361516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/8332981069135361516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/01/batalha-de-mons-lactarius.html' title='&lt;strong&gt;Batalha de Mons Lactarius&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S2H2KEsrmSI/AAAAAAAADpM/_lyiLSk_4Uc/s72-c/Batalha+nas+encostas+do+Ves%C3%BAvio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-3766245998976145584</id><published>2010-01-28T12:35:00.000-08:00</published><updated>2010-02-21T17:18:36.100-08:00</updated><title type='text'>Batalha de Tolbiac</title><content type='html'>Tolbiac, um burgo da Gália (na sua parte germânica), foi palco de uma vitória decisiva de Clóvis sobre os Alamanos em 496, cujo combate teve lugar num ponto do rio Reno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S4Ha5Mx8gZI/AAAAAAAAEI8/QR6VbifyCgI/s1600-h/Batalha+de+Tolbiac.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5440870501058380178" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 366px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S4Ha5Mx8gZI/AAAAAAAAEI8/QR6VbifyCgI/s400/Batalha+de+Tolbiac.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Batalha de Tolbiac.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Clóvis, o mais importante rei merovíngio, tornou-se senhor da Gália num processo que se estendeu entre 486 e 496, precisamente o ano da referida batalha. Nesta altura, registou vitórias sobre Siagério, o último representante do domínio romano, no Norte da Gália, sobre os Turíngios e, finalmente, sobre os alamanos (em Tolbiac) e os visigodos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; infopedia&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-3766245998976145584?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/3766245998976145584/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=3766245998976145584' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/3766245998976145584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/3766245998976145584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/01/batalha-de-tolbiac.html' title='&lt;strong&gt;Batalha de Tolbiac&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S4Ha5Mx8gZI/AAAAAAAAEI8/QR6VbifyCgI/s72-c/Batalha+de+Tolbiac.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-7453300222879064743</id><published>2010-01-28T12:32:00.000-08:00</published><updated>2010-01-28T12:35:23.159-08:00</updated><title type='text'>Batalha de Vouillé</title><content type='html'>Na Primavera de 507, o exército franco cruzou o rio Loire em direcção a Poitiers, sob o comando de Clóvis e do seu filho mais velho Teodorico. O exército visigodo marcha para norte par lhes cortar o caminho com a esperança de que os Ostrogodos os apoiem: a batalha tem lugar na planície de Vouillé, perto de Poitiers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem início uma terrível luta corpo a corpo, até que o rei visigodo Alarico II é morto por Clóvis. Tal como na batalha de Tolbiac contra os Alamanos, a morte do rei dita a debandada do Visigodos que acabam massacrados pelo Francos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta vitória abre a Clóvis o caminho do sul: conquista Toulouse, antiga capital dos Visigodos, Narbona, a Aquitânia, a Gasconha, o Languedoc e o Limousin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-7453300222879064743?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/7453300222879064743/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=7453300222879064743' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/7453300222879064743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/7453300222879064743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/01/batalha-de-vouille.html' title='&lt;strong&gt;Batalha de Vouillé&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-1173998118609883173</id><published>2009-12-20T11:53:00.000-08:00</published><updated>2009-12-21T05:15:37.706-08:00</updated><title type='text'>Odoacro</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Odoacro&lt;/strong&gt; (cerca de 434 - 493), rei da tribo germânica dos &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/hrulos.html"&gt;hérulos&lt;/a&gt;, nasceu perto do Rio Danúbio, em território que hoje é parte da Alemanha. Ao depor o imperador Rômulo Augusto, em 476, pôs fim ao &lt;a href="http://imperioroma.blogspot.com"&gt;Império Romano do Ocidente&lt;/a&gt; e se tornou o primeiro dos reis bárbaros de Roma.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/Sy6BVmGti4I/AAAAAAAADS0/EMByfTuMfcM/s1600-h/germanos013.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 254px; height: 283px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/Sy6BVmGti4I/AAAAAAAADS0/EMByfTuMfcM/s400/germanos013.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417409609779219330" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filho de Edicone, príncipe da corte de Átila rei dos &lt;a href="http://reinosepovosturcos.blogspot.com/2008/02/histria-dos-hunos.html"&gt;Hunos&lt;/a&gt;, em 469 se pôs a serviço dos &lt;a href="http://imperioroma.blogspot.com"&gt;romanos&lt;/a&gt; como chefe de um exército de mercenários germânicos de estirpe &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/hrulos.html"&gt;hérula&lt;/a&gt;, quando se torna chefe dos contingentes bárbaros rebeldes. Com a saída do general Orestes de Ticinum (Pavia), depôs o imperador Rômulo Augusto.&lt;br /&gt;Nominado rex gentium das suas tropas, Odoacro decidiu não nomear um sucessor ao imperador deposto. Em vez disso, enviou as insígnias imperiais ao imperador do Império Romano do Oriente, Zenão I, o qual, ainda que convidando-o a submeter-se à autoridade do imperador legítimo, Júlio Nepos, aceitou de fato a sua soberania sobre as terras do Ocidente, decretando assim "oficialmente" o fim do &lt;a href="http://imperioroma.blogspot.com"&gt;Império Romano do Ocidente&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/Sy6B21kGtGI/AAAAAAAADS8/G607uXwqwSk/s1600-h/odoacro.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 370px; height: 164px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/Sy6B21kGtGI/AAAAAAAADS8/G607uXwqwSk/s400/odoacro.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417410180864717922" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Moeda cunhada por Odoacro, contém o nome de Zenão I, imperador bizantino ao qual Odoacro estava formalmente subordinado.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A administração de Odoacro se baseou numa política conservadora, deixando aos &lt;a href="http://imperioroma.blogspot.com"&gt;romanos&lt;/a&gt; a possibilidade de manter o exercício de cargos menores e o livre exercício do Cristianismo, mantendo assim substancialmente intacta a estrutura organizacional precedente. Desta maneira assegurou a fidelidade da aristocracia, do Senado e da Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uma campanha militar contra os &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/vandalos.html"&gt;vândalos&lt;/a&gt; (476 - 477) que ocupavam a Sicília e a anexação da &lt;a href="http://imperioroma.blogspot.com/2009/11/dalmacia.html"&gt;Dalmácia&lt;/a&gt;, Zenão I de Bizâncio, preocupado com os recentes sucessos do rei germânico Odoacro, estimulou Teodorico o Grande, rei dos &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/ostrogodos.html"&gt;ostrogodos&lt;/a&gt;, a invadir a Península Itálica. Teodorico derrotou Odoacro em Verona (489) e, depois de um longo assédio a Ravenna, o obrigou a capitular (493), para depois julgá-lo por traição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-1173998118609883173?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/1173998118609883173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=1173998118609883173' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/1173998118609883173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/1173998118609883173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/12/odoacro.html' title='&lt;strong&gt;Odoacro&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/Sy6BVmGti4I/AAAAAAAADS0/EMByfTuMfcM/s72-c/germanos013.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-3136579491023781091</id><published>2009-12-11T21:20:00.000-08:00</published><updated>2009-12-11T21:34:28.457-08:00</updated><title type='text'>Childerico I</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Childerico I&lt;/strong&gt; (◊ c. 436 † c. 482), foi rei federado, possuidor das honras de um general romano, chefe civil e militar da província romana da Gallia Belgica II, foi rei merovíngio dos &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/francos-salios.html"&gt;francos salianos&lt;/a&gt; de 457 até sua morte.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/SyMokKGIPiI/AAAAAAAADN0/eD7Yc6-WISc/s1600-h/Childerico+Iimage.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 322px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/SyMokKGIPiI/AAAAAAAADN0/eD7Yc6-WISc/s400/Childerico+Iimage.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414215778679930402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reinado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sucedeu seu pai Meroveu como rei, tradicionalmente em 457 ou 458. Com seus guerreiros &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/francos.html"&gt;francos&lt;/a&gt;, ele se estabeleceu na sua capital Tournai, nas terras que havia recebido como um dos foederatus do &lt;a href="http://imperioroma.blogspot.com"&gt;Império Romano&lt;/a&gt; e por algum tempo manteve a paz com seus aliados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por volta de 463 em Orleães, junto com o general romano Egídio, que estava baseado em Soissons, ele derrotou os &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/visigodos.html"&gt;visigodos&lt;/a&gt;, que esperavam estender seus domínios ao longo das margens do rio Loire. Após a morte de Egídio, ele primeiro ajudou o conde Paulo de Angers, junto com um bando misto de galo-romanos e &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/francos.html"&gt;francos&lt;/a&gt; a derrotar e saquear os &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/visigodos.html"&gt;godos&lt;/a&gt;. &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/hrulos.html"&gt;Odoacro&lt;/a&gt; alcançou Angers mas Childerico chegou no dia seguinte, iniciando-se a batalha. O conde paulo foi morto e Chiderico tomou a cidade. Childerico, após abandonar Angers, seguiu um bando guerreiro &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/saxes.html"&gt;saxão&lt;/a&gt; às ilhas da desembocadura do Loire no Atlântico, massacrando-as. Numa mudança de alianças, ele também uniu forças a &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/hrulos.html"&gt;Odoacro&lt;/a&gt;, de acordo com Gregório de Tours, para parar um bando de &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/alamanos.html"&gt;alamanos&lt;/a&gt; que tencionavam invadir a Itália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morreu em 481 ou 482 e foi sepultado em Tournai, deixando seu filho Clóvis, mais tarde rei de todos os &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/francos.html"&gt;francos&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sua tumba&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tumba de Chiderico foi descoberta em 1653 por um pedreiro que fazia reparos na igreja de Saint-Brice em Tournai onde numerosos objetos preciosos foram encontrados, incluindo uma espada esplendidamente ornamentada, um bracelete, jóias de ouro com granadas encrustadas, moedas de ouro, uma cabeça de touro de ouro e um anel com a inscrição CHILDERICI REGIS ("de Childerico o rei"), o que identificou a tumba. Cerca de 300 abelhas douradas também foram encontradas. O arquiduque Leopoldo Guilherme, governador espanhol dos Países Baixos, publicou a descoberta em latim, e os tesouros foram enviados aos Habsburgos em Viena, que os deu como presente a Luís XIV, que não se impressionou com o mesmo e o armazenou na biblioteca real, que se tornou a Biblioteca Nacional da França durante a Revolução Francesa. Napoleão ficou impressionado com as abelhas de Childerico quando ele estava procurando por um símbolo heráldico para substituir a flor-de-lis dos Bourbons. Ele estabeleceu as abelhas de Childerico como símbolos do Primeiro Império Francês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/SyMpbdLRlVI/AAAAAAAADN8/CR-3S5By7Js/s1600-h/abeilles_childeric.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 288px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/SyMpbdLRlVI/AAAAAAAADN8/CR-3S5By7Js/s400/abeilles_childeric.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414216728694592850" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na noite de 5 para 6 de novembro de 1831, o tesouro de Childerico estava entre os 80 kg de tesouro roubados da biblioteca e fundidos em barras de ouro. Poucas peças foram resgatadas de onde haviam sido escondidas no Sena, incluíndo duas abelhas. O registro do tesouro, no entanto, agora existe apenas em refinadas pinturas feitas na época de seu descobrimento, e em algumas reproduções feitas pelos Habsburgos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-3136579491023781091?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/3136579491023781091/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=3136579491023781091' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/3136579491023781091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/3136579491023781091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/12/childerico-i.html' title='&lt;strong&gt;Childerico I&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/SyMokKGIPiI/AAAAAAAADN0/eD7Yc6-WISc/s72-c/Childerico+Iimage.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-284610685092279600</id><published>2009-12-08T14:44:00.000-08:00</published><updated>2009-12-08T15:00:50.400-08:00</updated><title type='text'>Alarico I</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/Sx7XcJo9BWI/AAAAAAAADIk/q2MN-Br7DAA/s1600-h/alarico1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 350px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/Sx7XcJo9BWI/AAAAAAAADIk/q2MN-Br7DAA/s400/alarico1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413000680769914210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Alarico I&lt;/strong&gt;, nascido em 375, na ilha de Peuce, no delta do Danúbio e falecido em 410, junto ao rio Busento, em Cosenza, na Calábria, foi um rei Visigodo.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/Sx7X-8RNH4I/AAAAAAAADIs/JUYmfmzoyyo/s1600-h/saque+de+romaalarico.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 260px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/Sx7X-8RNH4I/AAAAAAAADIs/JUYmfmzoyyo/s400/saque+de+romaalarico.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413001278476066690" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Alarico em Roma&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o primeiro líder germânico a tomar a cidade de Roma, no famoso saque de Roma em 410. Na verdade, segundo alguns historiadores, Alarico não saqueou Roma, ele apenas tomou a cidade como uma forma de forçar o Imperador a negociar a situação das tropas germânicas lideradas por ele e que eram utilizadas como tropas auxiliares pelo império. Tentativa sem sucesso, já que o imperador se recusou a recebê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Saque de Roma&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/Sx7YtYVzweI/AAAAAAAADI0/ikqZl3b-i6A/s1600-h/saque+de+roma+por+alarico+visigodo.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 276px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/Sx7YtYVzweI/AAAAAAAADI0/ikqZl3b-i6A/s400/saque+de+roma+por+alarico+visigodo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413002076285551074" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O saque de Roma de 410 d.C. ocorreu em 24 de agosto, sob o comando do rei visigodo Alarico I. A capital do Império Romano do Ocidente foi mudada para Ravenna pelo jovem imperador Honório, depois que os visigodos entraram na Península Itálica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/Sx7ZfdsFA7I/AAAAAAAADI8/7tFB6dw-N_U/s1600-h/alarico+I+em+roma.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 297px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/Sx7ZfdsFA7I/AAAAAAAADI8/7tFB6dw-N_U/s400/alarico+I+em+roma.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413002936714593202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No século IV era comum o Império Romano utilizar-se de tropas germânicas irregulares, chamadas de foederati, em suas campanhas militares, sob o comando dos generais romanos. Alarico foi líder de um grupo destes foederatis e serviu sob o imperador Teodósio I até a morte deste em 395.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Império então foi dividido entre os sucessores de Teodósio: o Império Romano do Oriente com Arcádio, e o Império Romano do Ocidente com Honório. Não tendo seu desejo de promoção a general de um exército romano regular atendido, Alarico rebelou-se e proclamou-se rei. Promoveu duas invasões da península Itálica, de 400 a 403 e de 407 a 410.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/Sx7aMs9cVWI/AAAAAAAADJE/F_wsq1CB_s8/s1600-h/enterre+de+alarico.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 389px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/Sx7aMs9cVWI/AAAAAAAADJE/F_wsq1CB_s8/s400/enterre+de+alarico.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413003713908069730" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Alarico sendo sepultado.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de nunca ter pisado na Península Ibérica é considerado o primeiro rei Visogodo na história de Portugal e Espanha, onde seu povo estabeleceu-se após sua morte. Na época, estas regiões eram conhecidas como as províncias romanas de Hispânia e Lusitânia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-284610685092279600?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/284610685092279600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=284610685092279600' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/284610685092279600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/284610685092279600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/12/alarico-i.html' title='&lt;strong&gt;Alarico I&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/Sx7XcJo9BWI/AAAAAAAADIk/q2MN-Br7DAA/s72-c/alarico1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-7254824910357294196</id><published>2009-12-06T13:56:00.001-08:00</published><updated>2009-12-06T14:00:13.811-08:00</updated><title type='text'>Ataúlfo</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ataúlfo&lt;/strong&gt;, em gótico Athal Wolf, "lobo nobre", nascido em 372?, foi rei dos Visigodos entre 410 e 415.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/SxwovtorM7I/AAAAAAAADFU/7lVWhdkf5L0/s1600-h/415-Ataulfo.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 162px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/SxwovtorM7I/AAAAAAAADFU/7lVWhdkf5L0/s400/415-Ataulfo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5412245652361655218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era filho do rei Atanarico II, da linhagem dos baltingos, e foi nomeado rei segundo o costume germano (sobre o túmulo do seu antecessor), depois da morte do seu primo e cunhado Alarico I.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casou-se por duas vezes. Não se conhece o nome da sua primeira esposa, mas sabe-se que teve com ela seis filhos. A sua segunda esposa foi Gala Placídia, filha do imperador romano Teodósio I.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 410 a 412 pouco se sabe da sua actividade, apenas que, ao subir ao trono, tinha o projecto de destruir o Império Romano e criar, no seu lugar, um império gótico. A princípio tentou, certamente, passar a África, como o seu antecessor, mas ao deparar-se com a impossibilidade de tal projeto optou por migrar com o seu povo da Península Itálica para a Gália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse mesmo ano de 412 entra em contacto com o imperador Honório e conclui uma aliança pela qual este se comprometia a pagar tributo e a ceder terras na Gália em troca da devolução da sua irmã Gala Placídia. Este tratado marca, assim, o início da estruturação dos Visigodos como reino e estado permanentes, para o que contribuiu em grande medida a atuação de Ataúlfo, o qual pode ser considerado em boa medida o verdadeiro fundador do reino visigótico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ataúlfo quebrou o pacto ao não devolver Gala Placídia e no Outono de 413 invadiu a região de Marselha. Tendo fracassado, deslocou-se para a Aquitânia e para a Narbonense, onde se instala provisoriamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Janeiro de 414 casa-se com Gala Plácida (segundo o ritual romano), provocando uma reação enfurecida de Honório. Ataúlfo simula abdicar a favor de Átalo, nomeando-o Imperador dos Visigodos, mas Honório apercebe-se do estratagema e bloqueia o abastecimento de víveres por mar aos Visigodos, o que os obriga, no início de 415, a abandonar a Gália rumo à Hispânia, cinco anos depois dos Suevos, Vândalos e Alanos. No percurso, Ataúlfo instala a sua corte em Barcino (Barcelona). Aqui nascerá o filho que teve com Gala Placídia, Teodósio, com o qual pretendia unir os germanos e os romanos, mas a criança morreu poucos meses depois. As tentativas de entendimento que procurou com Roma granjearam-lhe inimigos na corte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início do Verão de 415 foi assassinado por Dúbio, homem da sua confiança. Não se sabe ao certo o instigador do regicídio, mas a sua morte é seguida pelo apresentar das pretensões de diversos candidatos, como Vália, que conseguiu reunir o apoio da maioria dos nobres visigodos e Sigerico, que ainda conseguiu ser rei durante uma semana logo a seguir à morte de Ataúlfo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-7254824910357294196?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/7254824910357294196/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=7254824910357294196' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/7254824910357294196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/7254824910357294196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/12/ataulfo.html' title='&lt;strong&gt;Ataúlfo&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/SxwovtorM7I/AAAAAAAADFU/7lVWhdkf5L0/s72-c/415-Ataulfo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-6538179255467980081</id><published>2009-11-08T09:38:00.001-08:00</published><updated>2010-09-09T11:36:38.232-07:00</updated><title type='text'>Germanos</title><content type='html'>&lt;em&gt;Os &lt;strong&gt;germanos&lt;/strong&gt; habitavam a região da Europa situada além das fronteiras do Império, entre os rios Reno, Danúbio e Vístula e os mares do Norte e Báltico, denominada Germânia. Eram considerados «bárbaros» pelos romanos (do grego βάρβαροι, bárbaroi = estrangeiros, que não falam a língua grega), pois não possuíam a mesma cultura. Dividiam-se em numerosas tribos. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Origens&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com respeito às origens étnicas, evidências desenvolvidas por arqueologistas e lingüistas sugerem que um povo ou grupo de povos dividindo um cultura material comum residia no norte da atual Alemanha e sul da Escandinávia durante o final da Idade do Bronze (1000 a.C. - 500 a.C.). Essa cultura é chamada de Idade do Bronze Nórdica e abrange o sul da Escandinávia e o norte da Alemanha. A longa presença de tribos germânicas no sul da Escandinávia (uma língua indo-européia chegou provavelmente por volta de 2000 a.C.) é também evidenciada pelo fato de que não tem sido encontrados nomes de lugares pré-germanicos na região. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os lingüistas, trabalhando a partir das historicamente conhecidas línguas germânicas, sugerem que este grupo falava o idioma proto-germânico, um ramo distinto da família de línguas indo-européias. As características culturais da época incluem povoações pequenas e independentes e uma economia fortemente baseada na pecuária. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deslocamento para o sul foi provavelmente influenciado por uma piora no clima da Escandinávia entre 600 a.C. e 300 a.C.. O clima quente e seco do sul da Escandinávia (2 a 3 graus mais quente que hoje), piorou consideravelmente, o que não apenas modificou dramaticamente a flora, mas também forçou as pessoas a mudar seu modo de vida e abandonar suas povoações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por volta dessa época, essa cultura descobriu como extrair ferro das jazidas nos pântanos de turfas. Sua tecnologia para obter minério de ferro deve tê-los ajudado na expansão para novos territórios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura germânica cresceu para sudeste e para sudoeste, sem paradas repentinas, e pode ser diferenciada da cultura dos &lt;a href="http://povosdaantiguidade.blogspot.com/2008/07/civilizao-dos-celtas-histria-dos.html"&gt;celtas&lt;/a&gt; que habitavam mais ao sul nas regiões nas regiões do Danúbio e Alpinas no mesmo período. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os detalhes da migração são conhecidos apenas superficialmente, mas está claro que os ancestrais dos godos estavam estabelecidos na margem sul do Báltico em 100 d.C.. De acordo com alguns acadêmicos, ao longo do baixo e médio Reno, os habitantes locais prévios parecem ter chegado sob a liderança dos germânicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Período histórico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros contatos dos germanos com os romanos ocorreram na época de Júlio César (século I a.C.). Nesse período, as tribos germânicas viviam em aldeias rudimentares, praticando uma economia comunal baseada na agricultura, na pecuária e nas pilhagens. Quando as terras se esgotavam, partiam à procura de outras. As áreas cultiváveis e os bosques eram de uso comum aos habitantes das aldeias. Apenas os rebanhos permaneciam como propriedade particular, constituindo a principal riqueza dos guerreiros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A base da organização social das tribos era a “sipe”, espécie de clã formada por famílias ligadas por laços de parentesco. Os seus membros protegiam-se mutuamente e a ofensa a um deles atingia toda a sipe, que praticava a vingança colectiva. Na guerra, o exército era recrutado entre os homens da tribo, maiores de 16 anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os germanos não conheciam cidades nem Estado. A mais importante instituição política era a Assembléia dos Guerreiros da tribo, que decidia sobre a guerra, a paz, a libertação dos escravos e escolhia o rei, com função religiosa e militar. Os principais chefes desenvolveram o costume de manter uma “escolta” ou “séqüito” de guerreiros, ligados ao líder por um juramento de fidelidade. Em caso de ataques e lutas, eram recompensados com o produto das pilhagens, dando origem a uma nobreza possuidora de terras e escravos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No governo de Diocleciano (284/305), soldados germanos passaram a ser regularmente recrutados para servir nas &lt;a href="http://imperioroma.blogspot.com/2008/03/legio-romana.html"&gt;legiões&lt;/a&gt; do &lt;a href="http://imperioroma.blogspot.com/2008/06/o-surgimento-do-imprio.html"&gt;Império Romano&lt;/a&gt;. As autoridades imperiais procuravam rodear as fronteiras de chefes bárbaros aliados, que mantinham a independência, os usos e os costumes, mas defendiam os interesses romanos diante do mundo germânico e eram recompensados com dinheiro e terras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por volta do século IV, a Assembléia dos Guerreiros praticamente desaparecera entre os bárbaros, substituída por um Conselho de Nobres. O contacto cada vez maior com o &lt;a href="http://imperioroma.blogspot.com/2008/06/o-surgimento-do-imprio.html"&gt;Império&lt;/a&gt; levara-os a assimilar bastante a vida económica, a hierarquia social, a disciplina militar e a religião dos romanos (muitos bárbaros haviam-se convertido ao Arianismo, ramo do Cristianismo considerado herético pelo Concílio de Nicéia, realizado em 325). Mesmo assim, as suas comunidades ainda eram bem rudimentares e quase todas desconheciam a escrita. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de fins do século IV, pressionados pelos &lt;a href="http://reinosepovosturcos.blogspot.com/2008/02/histria-dos-hunos.html"&gt;Hunos&lt;/a&gt;, povo nômade vindo da Ásia Central, as tribos germânicas migraram em massa e de uma forma não pacífica para o interior do Império Romano do Ocidente. &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/suevos.html"&gt;Suevos&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/burgndios.html"&gt;Burgúndios&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/francos.html"&gt;Francos&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/vandalos.html"&gt;Vândalos&lt;/a&gt;, e &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/visigodos.html"&gt;Visigodos&lt;/a&gt; penetraram, saquearam e ocuparam a Gália, a Península Ibérica, a África e a Itália. &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/anglos.html"&gt;Anglos&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/saxes.html"&gt;Saxões&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/jutos.html"&gt;Jutos&lt;/a&gt; tomaram a Bretanha. Para defenderem Roma dos sucessivos ataques de determinadas tribos, os Imperadores recorriam ao auxílio de outros chefes bárbaros, ficando à sua mercê. As invasões germânicas trouxeram desordem, destruição, fome e pilhagem ao já decadente Império Romano, precipitando a sua desintegração no final do século V.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;Leia também!&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/sociedade-germanica.html"&gt;► Sociedade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/04/leis-germanicas.html"&gt;► Leis&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/religiao-germanica.html"&gt;► Religião&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/01/arte-germanica.html"&gt;► Arte &lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-6538179255467980081?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/6538179255467980081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=6538179255467980081' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/6538179255467980081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/6538179255467980081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/germanos.html' title='&lt;strong&gt;Germanos&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-2878655948745378539</id><published>2009-11-08T09:33:00.000-08:00</published><updated>2010-09-09T11:25:45.142-07:00</updated><title type='text'>Rugios</title><content type='html'>&lt;em&gt;Os &lt;strong&gt;rugios&lt;/strong&gt; eram uma tribo germânica cuja origem remonta à região de Rogaland no sul da Noruega, significando literalmente 'terra enrrugada', devido ao relevo acidentado dos fiordes noruegueses.&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do século III a.C. até fins do século I a.C., a população desta área migra para o sul em busca de áreas mais quentes, devido ao abaixamento das temperaturas da Europa deste período. Estabelecem-se na ilha de Rügen, no mar Báltico, dando seu nome a esta ilha. Fixam-se também na costa do mar Báltico, hoje Polônia. A tribo é primeiramente mencionada pelo escritor romano Tácito no século I, em seu livro Germania. Segundo Tácito, os Rugii habitavam a costa do mar Báltico entre os rios Vístula e Oder, eram vizinhos a leste dos &lt;a href="http://universodahistoria.blogspot.com/2008/08/godos.html"&gt;godos&lt;/a&gt; e utilizavam escudos redondos e espadas curtas. Existe um grande intervalo de registro histórico, com os rugios sendo citados após Tácito somente no século V. No entanto, podem-se supor indiretamente alguns eventos. Pressionado por guerras contra os &lt;a href="http://universodahistoria.blogspot.com/2008/08/godos.html"&gt;godos&lt;/a&gt; no fim do século I, os rugios são encontrados deslocando-se para o sul, para a região do Danúbio e dos Cárpatos entre os anos 200 e 300. Em 390 se tornam um povo vassalo dos hunos invasores, junto a outras nações germânicas, como os &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/ostrogodos.html"&gt;ostrogodos&lt;/a&gt;. Convertem-se ao cristianismo ariano. Em 451 participam, ao lado de Átila, na invasão à Gália e na Batalha dos Campos Cataláunicos (batalha de Chalôns) (fonte Sidônio). Após a morte de Átila, em 454 ocorre a Batalha do Rio Nedao, onde uma federação de povos germânicos derrota os hunos e alcança a independência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reino em Noricum&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma parte da nação rugiana separa-se e é aceita dentro do Império Romano do Oriente, onde presta serviços militares ao imperador em Constantinopla. Outros se juntam a &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/hrulos.html"&gt;Odoacro&lt;/a&gt; no golpe final contra o Império Romano do Ocidente em 476. Outra parte da nação, entretanto, recebe a província romana de Noricum, para assentamento e lá criam um reino após a débacle do império. Este reino, nas margens do Danúbio nas áreas que hoje são Áustria e Hungria, recebe o nome de Rugiland. Neste período, se consideram aliados do poder romano, entretanto sofrem ataques de nações germanas estrangeiras. Esta pressão motiva o rei rugio Flaccitheus a desejar passagem e migração para a Itália, dentro das fronteiras do império. Para isso, necessita de permissão de passagem do reino ostrogodo da Panónia (hoje Hungria) que negam passagem e os ameaçam. Os rugios, sob seu rei Flaccitheus, se unem a outras &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/germanos.html"&gt;tribos germânicas&lt;/a&gt; e atacam o reino ostrogodo em 469, sendo derrotados. Sentindo-se cercados pelos &lt;a href="http://universodahistoria.blogspot.com/2008/08/godos.html"&gt;godos&lt;/a&gt;, que controlam as as vias para a Itália, Feletheus, filho de Flacitheus casa-se com a princesa ostrogoda Gisa. Isto causa uma divisão na família real rugia, com o irmão de Feletheus, Freduric, então governador de Vindobona (Viena) se opondo. Neste momento vê-se a atuação de São Severino, uma latino vindo do império oriental. São tempos de desintegração econômica, administrativa e militar, após o desaparecimento da autoridade imperial romana. Existe fome. São Severino auxilia a população rugia e romana de Noricum, principalmente no rio Danúbio, na divisa do reino, em suas pelejas contra os &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/alamanos.html"&gt;alamanos&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/hrulos.html"&gt;hérulos&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/turngios.html"&gt;turíngios&lt;/a&gt; além-fronteira. Em um evento distinto, a população romana de Noricum se move para a cidade independente de Lauriacum para escapar dos impostos e imposições do rei rugio Feletheus. Este, temendo que esta população se junte aos alemanes e demais povos além-fronteira, e desejando a retomada dos tributos dessa população, move-se para Lauriacum com a intenção de forçá-los a irem para cidades controladas pelo reino. São Severino intervem e convence Feletheus a permitir a volta dos romanos para suas próprias cidades. Estabelece-se uma aliança entre Feletheus e São Severino. Com a morte de São Severino em 482, Freduric, irmão de Feletheus, saqueia os mosteiros de São Severino próximos a Vindobona. Dois anos depois, em 484, Freduric é morto por vingança por Frederic, filho de Feletheus. Esse ato agrava a relação do reino Rugio com o reino da Itália comandado pelo germano &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/hrulos.html"&gt;Odoacro&lt;/a&gt;. Odoacro teme uma invasão rugia em seu reino, sabendo que o imperador em Constantinopla Zenão I incentiva Feletheus a mover-se nessa direção. A relação entre o reino da Itália, teoricamente vassalo ao Império Romano do Oriente, estava deteriorando desde anos anteriores. Odoacro toma a iniciativa e ataca o reino rugio campanha em 487 (fonte Paulo Diácono, cap.I.xix). Em uma batalha no atual monte Kahlenberg em Viena, derrota-os. Leva o rei Feletheus e a rainha Giso prisioneiros para Ravenna, aonde são posteriormente executados. Frederic, filho de Feletheus, tenta uma reorganização do reino, mas é derrotado por Onulf, irmão de Odoacro, em 488.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Entrada na Península Itálica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As campanhas de Odoacro em Noricum deixam a região devastada. Onulf transfere a população romana do Danúbio para a Península Itálica em 488, enquanto Frederic e os rugios derrotados também se movem, em direção a leste. Chegando a Novæ, provincia da Mésia, nos Bálcãs, se unem aos &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/ostrogodos.html"&gt;ostrogodos&lt;/a&gt; sob comando de Teodorico em sua marcha para a invasão da Itália em 489 em aliança com o imperador Zenão I. Odoacro é o alvo das forças ostrogodas e rugias, com o incentivo imperial. Entrando na Itália, os rugios são inicialmente assentados em Pavia e responsáveis pela proteção da Ligúria. Em 491 Frederic se rebela contra Teodorico durante o ataque a Ravenna e se alia ao general Tufa, de Odoacro. O motivo são os mau tratos à população romana por Teodorico durante a guerra, aos quais os rugios têm como amigos desde os anos do reino em Noricum. No entanto Frederic morre em 492. Os rugios então voltam a aliar-se a Teodorico. Encerra-se a dinastia real rugia. Em 492 Teodorico derrota Odoacro e termina a conquista da Itália pelos &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/ostrogodos.html"&gt;ostrogodos&lt;/a&gt;. Na Itália, sob o governo ostrogodo, os rugios mantém sua identidade nacional (fonte Procopius) por meio de banimento de casamentos inter-étnicos e de possível separação geográfica dos assentamentos ostrogodos. Em 541, durante invasão da Itália pelo Império Bizantino ordenada pelo imperador Justiniano e dirigida pelo general Belisário, a morte do rei ostrogodo Ildibaldo deixa o trono vago. Neste momento, Erarico, um rugio, é proclamado rei dos rugios e ostrogodos. Este movimento ousado dos rugios vassalos tem o consentimento de Belisário, como condição para aceitação de uma trégua na guerra, e também dos ostrogodos por falta de um sucessor entre os seus para indicação. Porém seu governo foi curto. Uma facção ostrogoda desconfia da fidelidade de Erarico e assassina-o cinco meses depois, declarando Totila novo rei ostrogodo. Os rugios continuam sob governo ostrogodo até a derrota final para o Império Bizantino em 553. Deste momento em diante cessam os registros históricos de ambos os povos. Sua população se mescla na história medieval com a população autóctone romano-italiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Registros dos rugios em Rogaland&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe um registro nas sagas nórdicas de um rei rugio, Erling Skjalgsson, que viveu em torno do ano 1000, em Rogaland. É o único rei rugio (Rygekongen) presente nas sagas. Isto mostra a permanência de população rugia na terra original de Rogaland em períodos posteriores à migração ao sul do século III a.C. Neste período, dos Vikings, a região era chamada de Rygjafylke (pron. Rugia-fulke). Seus dialetos do norueguês antigo eram: Dalarne, Jaerderen, Ryfylke.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Outros Registros&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Com a derrota de Átila e seus aliados na Batalha dos Campos Cataláunicos (batalha de Chalôns) em 451, alguns rugios que não retornam aos Cárpatos se juntam aos anglos e saxões na conquista anglo-saxã da Inglaterra. A participação de rugios nesta invasão, em torno do ano 450, é registrada por Beda, monge inglês do século VII, denominando-os Rugini. &lt;br /&gt;· Existe o argumento de que os letões descendem em alguma proporção dos rugios e que o nome de sua capital Riga, teria vindo de Rugia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-2878655948745378539?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/2878655948745378539/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=2878655948745378539' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/2878655948745378539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/2878655948745378539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/rugios.html' title='&lt;strong&gt;Rugios&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-6228877040361623999</id><published>2009-11-08T09:31:00.001-08:00</published><updated>2010-09-09T11:24:45.519-07:00</updated><title type='text'>Frísios </title><content type='html'>&lt;em&gt;Os &lt;strong&gt;frísios&lt;/strong&gt; ou frisões (&lt;em&gt;frisii&lt;/em&gt; em latim) são mencionados pelo historiador romano Tácito em sua obra De Origine et situ Germanorum (c. 98 d.C.). Tratava-se, ao que tudo indica, de um povo de marinheiros - o Mar do Norte, da Bretanha até o leste da Dinamarca, chamava-se à época Mare Frisia. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pequenos grupos de frísios povoaram as terras ao redor do mar e traços da colonização frísia são encontrados na Inglaterra, Escócia, Dinamarca, Alemanha, Bélgica, França e, evidentemente, nos Países Baixos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O território dos frísios seguia a costa continental do Mar do Norte desde a desembocadura do Reno até a do Ems, que era a sua fronteira oriental, segundo a Geographica de Ptolomeu. Plínio, o Velho, registra na sua Belgica que aquele povo foi conquistado pelo general romano Nero Cláudio Druso em 12 a.C., seguindo-se diversos levantes relatados por Tácito, inclusive a dos batavos. A partir de então, a história dos frísios torna-se obscura até o contato com os reinos merovíngio e carolíngio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No século V, durante este período de "silêncio histórico", muitos dos frísios juntaram-se à emigração dos anglo-saxões, os quais passaram pelo território frísio para depois invadir a Grã-Bretanha; os que permaneceram no continente expandiram-se para o território recém desocupado pelos anglo-saxões. Por volta do fim do século VI, os frísios ocupavam a costa até a desembocadura do Weser e continuaram a expandir-se no século VII, para Dorestad e até mesmo Bruges. Esta foi a extensão máxima do território frisão, conhecida como a Frísia Magna. &lt;br /&gt;Os frísios converteram-se ao Cristianismo por imposição do Reino Franco. São Wilfrid, São Willibrord e São Bonifácio participaram da evangelização dos frísios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-6228877040361623999?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/6228877040361623999/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=6228877040361623999' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/6228877040361623999'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/6228877040361623999'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/frisios.html' title='&lt;strong&gt;Frísios &lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-1401085820927428525</id><published>2009-11-08T09:18:00.000-08:00</published><updated>2010-09-09T12:02:03.702-07:00</updated><title type='text'>Sociedade Germânica</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/Svb9xk37QtI/AAAAAAAACrg/wsEP8t1Qja4/s1600-h/gemanos1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 208px; height: 250px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/Svb9xk37QtI/AAAAAAAACrg/wsEP8t1Qja4/s400/gemanos1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401783831231152850" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sociedade dos germanos estava organizada baseada em critérios totalmente diversos àqueles relativos à sociedade romana, fundada no reconhecimento de uma autoridade pública, o Estado, fonte do direito, e caracterizada pela presença de um aparato burocrático e de um sistema fiscal. E, sobretudo, os povos germânicos não eram sedentários, para eles o nomadismo estava relacionado à busca de melhores recursos e, especialmente, eram povos guerreiros, em busca de comunidades e vilarejos para serem saqueados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A organização da sociedade germânica era simples ou ‘primitiva’, e estava fundamentada principalmente sobre normas consuetudinárias (fundada nos costumes, na prática ou no uso), o que reflete a ausência de um poder definido ao qual os membros da comunidade devem responder, com uma mescla contínua entre a esfera pública e a privada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As relações pessoais e de parentesco tinham um papel decisivo nesta sociedade, pois determinavam a coexistência de diversos momentos de agregação da sociedade. Por exemplo, a Sippe, uma espécie de clã, que representa uma unidade de parentesco, agregado de famílias ligadas entre si por vínculos de sangue que cuidava da defesa e do sustento da comunidade, coexistia com outro tipo de laço, o comitatus, um séquito de homens armados que cercava um guerreiro mais valoroso; este oferecia parte do butim das incursões em troca da fidelidade e do auxílio nas batalhas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este vínculo de fidelidade era mais forte em tempo de guerra, mas mesmo nos períodos de paz devia permanecer estável. Além do mais estes grupos eram organizados principalmente de forma ‘horizontal’, isto é, entre pares, e não subordinados por relações de tipo hierárquico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Sippe (proto-germânico sibbja; alto alemão antigo: sippia; nórdico antigo sifjar) constitui a primeira instituição sobre a qual a sociedade germânica antiga estava organizada. O historiador romano Tácito, em sua obra De Origine et Situ Germanorum (98 d.C.) conta que ela será gradualmente substituída pelo Comitatus germânico. O significado de Sippe é família, mas deve ser entendida como um clã, isto é, como um núcleo social de indivíduos que se reconhecem pela descendência de um ancestral comum. A Sippe provém de uma época em que a sociedade germânica ainda não estava dividida em camadas sociais. O pertencimento a uma mesma família tecia fortes vínculos entre os membros da Sippe, que deviam pensar no interesse coletivo mais do que em seus interesses pessoais. Isto conduzia a um tipo de justiça chamado faida, quando um parente era assassinado, havia a obrigação jurídica de matar o assassino, vingando-o, pois, com o derramamento de sangue. Este mecanismo começa a ser abandonado com a afirmação do Comitatus, cujos membros não estavam ligados por laços de sangue e sim pela livre escolha de seguir um chefe de armas. A faida, vendetta, também será substituída pelo wirgild ou wergheld, que implica o pagamento de uma soma mais ou menos elevada segundo o grau social do indivíduo ao qual se fez algum dano ou foi assassinado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;.:: &lt;a href="http://deedellaterra.blogspot.com"&gt;Animula vagula blandula&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-1401085820927428525?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/1401085820927428525/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=1401085820927428525' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/1401085820927428525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/1401085820927428525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/sociedade-germanica.html' title='&lt;strong&gt;Sociedade Germânica&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/Svb9xk37QtI/AAAAAAAACrg/wsEP8t1Qja4/s72-c/gemanos1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-1146255007111496743</id><published>2009-11-08T09:12:00.000-08:00</published><updated>2010-09-09T11:23:03.909-07:00</updated><title type='text'>Asdingos</title><content type='html'>&lt;em&gt;Os &lt;strong&gt;asdingos&lt;/strong&gt; foram um povo germânico, mais precisamente uma ramificação sul dos vândalos que se terá estabelecido, por volta do século II d.C., na área das actuais Roménia, Hungria, Polónia e Eslováquia. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final do século III unem-se aos silingos, outra ramificação dos vândalos. Vão também participar na grande migração germânica chegando à Península Ibérica no ano de 409 onde recebem terras como foederati na Gallaecia, actual Galiza e norte de Portugal. Gunderico, rei dos asdingos, após ter sido derrotados pelos suevos e pelos romanos, foge com o seu exercito para a Baetica onde se torna rei dos Vândalos silingos e dos Alanos, enquanto o seu reino na Gallaecia é incorporado ao reino suevo de Hermerico. Idácio de Chaves, na sua crónica, não diz qual foi o destino dado à população do reino asdingo, se conseguiu fugir para a Baetica ou foi, como era costume na época, escravizada e incorporada no reino suevo, mas comenta que em 445 Vandalos chegaram subitamente na cidade de Turónio nas costas da Gallaecia e apoderaram-se de diversas famílias. Mais tarde, o reino unido dos Vândalos e Alanos liderado por Gaiserico passa ao norte de África.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-1146255007111496743?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/1146255007111496743/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=1146255007111496743' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/1146255007111496743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/1146255007111496743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/asdingos.html' title='&lt;strong&gt;Asdingos&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-638537357865219234</id><published>2009-11-08T09:11:00.000-08:00</published><updated>2010-09-09T11:22:33.900-07:00</updated><title type='text'>Silingos</title><content type='html'>Os &lt;strong&gt;silingos&lt;/strong&gt; foram um povo germânico, mais precisamente uma ramificação Este dos vândalos, que se terá estabelecido na área da Silésia. Inseridos na grande migração germânica, e em fusão com outra ramificação vândala, os asdingos, estendem a sua movimentação à Península Ibérica e mais tarde ao norte de África.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-638537357865219234?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/638537357865219234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=638537357865219234' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/638537357865219234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/638537357865219234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/silingos.html' title='&lt;strong&gt;Silingos&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-7004005618124522954</id><published>2009-11-08T09:09:00.000-08:00</published><updated>2010-09-09T11:22:07.062-07:00</updated><title type='text'>Catos</title><content type='html'>&lt;em&gt;Os &lt;strong&gt;catos&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;chatti&lt;/em&gt;, em latim, pronunciado ['cati')] eram uma antiga tribo germânica que habitava o Hessen central e setentrional e a Baixa Saxônia meridional, ao longo do alto rio Weser e nos vales e montanhas dos rios Eder, Fulda e Werra, o que corresponde hoje ao Hessen-Kassel. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Tácito (Histórias iv. em 70 d.C.), encontravam-se entre os catos os batavos, até que um conflito interno os fez partir em busca de terras na desembocadura do Reno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os catos participaram da aliança de tribos germânicas que, sob a chefia de Armínio, derrotou as legiões romanas de Varo em 9 d.C., na Batalha da Floresta de Teutoburgo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-7004005618124522954?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/7004005618124522954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=7004005618124522954' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/7004005618124522954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/7004005618124522954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/catos.html' title='&lt;strong&gt;Catos&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-3130029064181235514</id><published>2009-11-08T06:43:00.000-08:00</published><updated>2010-09-09T11:21:03.890-07:00</updated><title type='text'>Batavos</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Batavos&lt;/strong&gt;, do latim &lt;em&gt;batavi&lt;/em&gt;, foi a designação dada durante o Império Romano aos povos germânicos que habitavam a região do delta do rio Reno, a que corresponde aproximadamente o território dos actuais Países Baixos.&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIklD02P31I/AAAAAAAAF-4/85u2mGMMcjI/s1600/batavos2.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 306px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIklD02P31I/AAAAAAAAF-4/85u2mGMMcjI/s400/batavos2.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514979966347894610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em consequência, ainda antes das campanhas de Júlio César, a região passou a ser conhecida por Batávia, nome que foi popularizado durante o romantismo (num processo semelhante ao da Lusitânia), sendo utilizado no nome da capital das Índias Orientais Neerlandesas, a cidade de Batávia (actual Jacarta), e na designação da República da Batávia, o Estado criado pelos Patriotas neerlandeses após a Revolução Francesa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os batavos cedo se aliaram aos romanos, fornecendo contingentes famosos pelas suas habilidades equestres e por serem nadadores exímios. Ainda assim, protagonizaram no ano de 69 uma violenta insurreição contra os romanos, tornada famosa pela narrativa de Tácito e pelas múltiplas obras literárias e de arte que inspirou durante o romantismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Origem e características&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os batavos eram uma tribo germânica, originalmente parte dos catos, que segundo Públio Cornélio Tácito habitava a região do delta do rio Reno e as ilhas vizinhas. O nome Batávia foi usado por diversas unidades militares romanas, originalmente recrutadas entre os batavos. O nome tribal deriva de &lt;em&gt;bat&lt;/em&gt; "excelente" e &lt;em&gt;avjo&lt;/em&gt; "terra", uma referência à fertilidade da região, ainda hoje conhecida como a principal centro de produção agrícola dos Países Baixos (a Betuwe).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achados arqueológicos, nomeadamente tábuas de escrita, sugerem que parte da população estava alfabetizada, utilizando uma forma de escrita antes e durante o período romano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No período do romantismo, associado ao fenómeno do renascimento do nacionalismo europeu, os batavos foram erroneamente considerados como os antepassados epónimos dos neerlandeses, quando na realidade foram apenas um dos povos que convergiram naquela região do noroeste europeu, em conjunto com os frísios, francos e saxões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confirmando Tácito, Júlio César, no seu comentário às Guerras Gálicas, afirma que os batavos viviam numa ilha formada pelo rio Reno após a sua divisão, um dos braços sendo o Waal, o outro sendo o Nederrijn/Oude Rijn. Esta localização era de importância estratégica, já que as altas margens do Waal providenciam as únicas elevações numa região pantanosa e quase em absoluto plana, permitindo guardar a fronteira da Germania Transrhenanum (Germânia-além-Reno). Este facto foi reconhecido por Druso, que fez ali construir um imponente castra e instalações para o quartel-general das suas forças (praetorium) em estilo imperial. Este pretório esteve em uso até à Revolta dos Batavos no ano 69 depois de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achados arqueológicos sugerem que os batavos viviam em pequenas aldeias de 6 a 12 casas, localizadas nas terras mais férteis das margens dos rios. Dedicavam-se à agricultura e à criação de gado, possuindo cavalos, o que é comprovado pela presença de esqueletos daqueles animais em túmulos da época. Aparentemente seriam exímios cavaleiros, dedicando grande atenção à equitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na margem sul do rio Waal, no local que é hoje a cidade de Nimegue, os romanos construíram um centro administrativo, chamado Oppidum Batavorum. Um oppidium era um local fortificado destinado ao armazenamento de mercadorias valiosas, as quais eram mantidas sob a vigilância de um pequeno contingente militar. O local era apenas habitado por civis em caso de ameaça, podendo servir de refugio em caso de ser sitiado. O Oppidum Batavorum foi destruído durante a Revolta dos Batavos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As unidades militares batávias e a Revolta dos Batavos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Habituados a cavalgar, os batavos cedo se integraram no exército imperial romano, formando unidades que ganharam nomeada e foram enviadas para as fronteiras mais remotas do Império Romano. O primeiro comandante batavo integrado nas forças romanas de que se conhece registo foi Chariovalda, que durante a campanha de Germânico na Germania Transrhenanum comandou um ataque através do rio Visurgin (hoje o Weser) contra os queruscos liderados por Armínio. Em resultado da sua antiga e honrosa associação com os romanos, os batavos estavam isentos do pagamento de impostos, apenas ficando obrigados a auxiliar os romanos nas guerras. Segundo Tácito, forneciam ao Império apenas homens e armas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tácito descreve os batavos como a mais brava das tribos da área, endurecida nas constantes guerras entre os povos germânicos. Eram tão confiáveis, que coortes comandadas por membros da própria tribo foram enviados para a frente na Britânia. Era notável a sua arte de cavalgar e a sua habilidade em natação, já que conseguiam atravessar os grande rios com homens e cavalos a nadar em formação, o que era considerado extraordinário. Dião Cássio descreve a sua surpresa face à táctica utilizada por um comandante batavo, Aulus Plautius, contra os bárbaros britânicos e celtas na Batalha de Medway, no ano 43:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Os bárbaros pensavam que os romanos não poderiam atravessar o rio sem uma ponte, e por conseguinte acantonaram-se sem particulares precauções na outra margem; mas ele enviou através do rio um destacamento de soldados tribais germânicos, habituados a atravesar a nada, com todo o seu armamento, rios turbulentos. [...] Então os britânicos retiraram-se para as margens do rio Tamisa, nas proximidades da sua foz, onde na maré cheia forma um lago. Os britânicos cruzaram facilmente esta zona, porque conheciam os vaus, mas os romanos que os tentaram seguir não tiveram tanto sucesso. Contudo, os germanos, cruzaram o rio a nado, e alguns pela ponte existente um pouco a montante, atacando os bárbaros em diversas frentes ao mesmo tempo, abatendo muitos deles. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os batavos também forneciam um contingente para a Guarda Montada Imperial, uma unidade de elite responsável pela segurança pessoal do imperador. A presença dos batavos nas diversas frentes militares do Império é testemunhada pelos numerosos altares e pedras tumulares, datados do século II e do século III, que têm sido encontrados. Estão assinalados testemunhos arqueológicos da presença dos batavos ao longo da muralha de Adriano, em especial em Castlecary e Carrawburgh, e em diversos locais da Alemanha, Península Balcânica, Hungria, Roménia e Áustria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da longa aliança existente, um notável batavo, de nome romanizado Julius Paullus, foi executado por decisão de Fonteius Capito, sob uma falsa acusação de rebelião. Um seu parente, de nome romanizado Gaius Julius Civilis, foi trazido em cadeias perante Nero, em Roma. Apesar de ter sido considerado inocente por Galba, foi retido em Roma contra a sua vontade. Quando no ano de 69, o calamitoso ano dos quatro imperadores, ele conseguiu regressar à sua tribo, encabeçou uma revolta dos batavos, que, apesar de ter sido esmagada pelos romanos, arrasou quase todas as estruturas imperiais existentes no delta do Reno. Este acontecimento, que ficou conhecido como a Revolta dos Batavos, foi narrada em grande detalhe por Tácito, apesar da obra conhecida terminar abruptamente no clímax da acção. Esta narrativa serviu de inspiração a numerosas obras de arte durante o romantismo, sendo apontada como um exemplo da antiga heroicidade e virtudes do povo neerlandês.&lt;br /&gt;Depois da Revolta, os romanos reconstruíram os seus castros e estacionaram uma legião na região para garantir a submissão dos autóctones, os quais entraram então num período de lento declínio. Ainda assim, os batavos ainda foram mencionados no ano de 355, durante o reinado de Constâncio II (317 — 361), quando já a sua ilha estava ocupada pelos Salii, uma tribo de um dos povos francos que ali tinha procurado a protecção dos romanos no ano 297, depois de ter sido expulsa do seu território pelos saxões. Constâncio Galo incorporou então nas suas legiões soldados batavos, de cuja disciplina ainda fazemos uso.&lt;br /&gt;Assume-se que os batavos desapareceram por fusão com os sálios, por volta do ano 350, sendo então conjuntamente expulsos da região pela chegada de outra tribo, talvez os camavos, fixando-se então no território da actual Bélgica por volta do ano 358&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-3130029064181235514?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/3130029064181235514/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=3130029064181235514' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/3130029064181235514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/3130029064181235514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/batavos.html' title='&lt;strong&gt;Batavos&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIklD02P31I/AAAAAAAAF-4/85u2mGMMcjI/s72-c/batavos2.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-4171291901740198818</id><published>2009-11-08T06:38:00.000-08:00</published><updated>2010-09-09T11:09:17.507-07:00</updated><title type='text'>Ostrogodos</title><content type='html'>&lt;em&gt;Um dos ramos dos godos, o &lt;strong&gt;reino ostrogodo&lt;/strong&gt;, que se estendia do Mar Negro até o Báltico, alcançou o poderio máximo com Ermanarico, mas foi dominado pelos hunos por volta do ano 370. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkifq6IqEI/AAAAAAAAF-o/N9WzRWK1mE8/s1600/ostrogodo.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 195px; height: 271px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkifq6IqEI/AAAAAAAAF-o/N9WzRWK1mE8/s400/ostrogodo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514977146181298242" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o colapso do império huno em 455, dois anos depois da morte de seu chefe Átila, os ostrogodos penetraram na Panônia (Danúbio central) e dirigiram-se para a Itália, onde o imperador Rômulo Augústulo havia sido derrotado (476) por Odoacro, chefe dos hérulos. Em 493, o rei ostrogodo Teodorico o Grande derrotou Odoacro e governou a Itália até a morte, em 526.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teodorico foi um governante hábil, que soube conservar o equilíbrio entre as instituições imperiais e as tradições bárbaras. Homem culto, educado na corte de Constantinopla, capital do Império Romano do Oriente, conseguiu ganhar a simpatia da aristocracia romana, cujos privilégios anteriores respeitou, e do povo, que assistia satisfeito à realização de obras públicas para a reconstrução e modernização de Roma. Ao que parece, Teodorico alimentava o projeto de fundar um império godo que impusesse seu domínio sobre o resto do mundo bárbaro. Para isso, manteve contato com outras tribos godas e estabeleceu vínculos familiares com os francos, os vândalos e os burgúndios. Sua morte criou um intrincado problema de sucessão, fato de que se valeu o imperador bizantino Justiniano para intervir na Itália. O exército romano oriental, sob o comando de Belisário, derrotou completamente os ostrogodos, dirigidos por seu novo rei Totila, cujo nome original era Baduila. Os sobreviventes se dispersaram ou foram reduzidos à escravidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-4171291901740198818?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/4171291901740198818/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=4171291901740198818' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/4171291901740198818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/4171291901740198818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/ostrogodos.html' title='&lt;strong&gt;Ostrogodos&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkifq6IqEI/AAAAAAAAF-o/N9WzRWK1mE8/s72-c/ostrogodo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-4735761741344870637</id><published>2009-11-08T06:29:00.000-08:00</published><updated>2010-09-09T11:07:04.909-07:00</updated><title type='text'>Francos sálios</title><content type='html'>&lt;em&gt;Os &lt;strong&gt;francos sálios &lt;/strong&gt;eram um subgrupo dos antigos francos que originalmente vivia ao norte das fronteiras do Império Romano, na área costeira acima do Reno no norte dos atuais Países Baixos, onde hoje ainda há uma uma região chamada Salland. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkiGGG-UnI/AAAAAAAAF-g/xYkP1MrIPro/s1600/franks.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 293px; height: 350px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkiGGG-UnI/AAAAAAAAF-g/xYkP1MrIPro/s400/franks.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514976706806305394" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os reis merovíngios, responsáveis pela conquista da Gália, eram de descendência sália. Do século III em diante, os francos salianos aparecem nos registros históricos como um povo guerreiro germânico e piratas, assim como laeti (aliados dos romanos). Eles foram a primeira tribo germânica vinda de fora das fronteiras que se estabeleceu permanentemente em terra romana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sálios adotaram completamente a identidade franca e cessaram de aparecer com seu nome original a partir do do século V, quando eles transformaram-se em francos por excelência. Isto ocorreu muito tempo antes que os francos ripuários fossem mencionados pela primeira vez. A &lt;em&gt;Lex Ripuaria&lt;/em&gt;, que se originou por volta de 630 nos arredores de Colônia, tem sido descrita como um desenvolvimento posterior das leis francas conhecidas a partir da &lt;em&gt;Lex Salica&lt;/em&gt;. Ao contrário da opinião popular, não havia divisão dos francos entre sálios e ripuários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Etimologia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do início do século VII, o nome &lt;em&gt;francos sálios &lt;/em&gt;(ou &lt;em&gt;salii&lt;/em&gt; em latim) é usado em contraste aos francos ripuários. &lt;em&gt;Salii&lt;/em&gt; deve ser derivado do nome da região medieval alagadiça de &lt;em&gt;Sall zee&lt;/em&gt;, próxima ao Zuiderzee, ou do Issel, antes chamado Hisloa ou Hisla e de forma mais antiga de Sala, indicando esta região como a residência original dos sálios. Até hoje esta região é chamada Salland. O nome pode eventualmente ser uma referência ao sal e, por extensão, ao mar, referindo-se a localização costeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cultura&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A língua dos francos sálios pertence à família (além de ser ancestral da mesma) dos dialetos baixos francônios. Os francos sálios são um dos povos fundadores da antiga cultura e da sociedade holandesas (junto com, por exemplo, frísios, batavos e saxões). De acordo com pesquisadores modernos como Robinson, sua língua evoluiu do francônio para o neerlandês. Após se estabelecer dentro do território romano, eles desenvolveram uma sociedade organizada que cultivava a terra e que não oferecia qualquer ameaça aos seus vizinhos romanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As tribos sálias constituíam uma confederação livre, que se ergueu unida para negociar com a autoridade romana. Cada tribo era composta de grupos familiares extendidos, reunidos em volta de uma família em particular, vista como especialmente renomada e nobre. A importância de tal ligação familiar era deixada clara na Lei Sálica, que decretava que um indivíduo não tinha direito a proteção caso ele não pertencesse a uma família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mitologia e religião&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mitologia antiga e a religião eram pagãs e germânicas nas suas naturezas. Suas crenças politeístas floresceram entre os francos sálios até a conversão de Clóvis ao Cristianismo. Após isso, o paganismo foi encolhendo lentamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;História&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proximidade original dos francos sálios ao mar é confirmada nos primeiros registros históricos. Por volta de 286, o comandante militar romano Caráusio foi encarregado de defender o litoral do estreito de Dover contra piratas saxões e francos. Isto mudou quando os saxões os conduziram para o sul dentro de território romano. Entre outros, sua história é confirmada por Amiano Marcelino e Zósimo, que descreveram suas migrações em direção ao sul dos Países Baixos e da Bélgica. Eles inicialmente cruzaram o Reno durante as revoltas romanas e subsequente penetração germânica em 260 d.C. Quando a paz retornou, o imperador romano Constâncio Cloro permitiu que os sálios se estabelecessem em 297 entre os batavos, onde eles logo dominaram a ilha batava no delta do Reno. Não se sabe se este povo foi obrigado a servir ao exército romano como os batavos antes deles ou se para eles foi determinado outro território próximo ao mar Negro, porque assim as origens dos francos marítimos, cuja história fora escrita durante o reinado do imperador Probo (276-282), não são claras. A história fala sobre um grande grupo que decidiu tomar alguns barcos romanos e retornar com eles da Europa oriental - alcançando seus lares no estuário do Reno sem grandes perdas passando pela Grécia, Sicília e Gibraltar, embora não sem causar desordem. Os francos pararam de ser associados com o mar quando outras tribos germânicas, provavelmente saxões, os empurrou para o sul. Os salianos receberam proteção dos romanos e em troca foram recrutados por Constâncio Galo - junto com os outros habitantes da ilha batava. Todavia, isto não evitou o ataque das tribos germânicas ao norte, especialmente dos chamavos. O subsequente estabelecimento "ousado" dos salianos dentro de território romano em Toxandria (entre os rios Mosa e Escalda nos Países Baixos e Bélgica) foi rejeitado pelo futuro imperador romano Juliano, o Apóstata, que os atacou. Os sálios renderam-se a ele em 358, aceitando os termos romanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma família sália em especial surge na história franca no começo do século V, no momento apropriado para se tornar os merovíngios - reis sálios assim chamados a partir do nome do mítico pai de Childerico, Meroveu, cujo nascimento foi atribuído a elementos sobrenaturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da década de 420 em diante, liderádos por um certo Clódio, eles expandiram seu território ao Somme no norte da França. Eles formaram um reino naquela área com a cidade belga de Tournai se tornando o centro de seus domínios. Este reino foi estendido depois por por Childerico I e especialmente por Clóvis I, que conquistou o controle da Gália Romana, ou seja, da futura França, nome proveniente dos francos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 451, Flávio Aécio, governante de facto do Império Romano do Ocidente, convocou seus aliados germânicos ao solo romano para ajudá-lo a combater uma invasão dos hunos de Átila. Os francos sálios responderam ao chamado e e lutaram na batalha dos Campos Cataláunicos numa aliança temporária com romanos e visigodos, que realmente acabou com a ameaça huna à Europa ocidental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clóvis, rei dos francos sálios, tornou-se o governante absoluto de um reino germânico de população mista romano-germânica em 486. Ele consolidou seu governo com vitórias sobre os galo-romanos e sobre todas as outras tribos francas e estabeleceu sua capital em Paris. Após ele ter vencido os visigodos e os alamanos, seus filhos em purraram os visigodos para a Espanha e dominaram os burgúndios, alamanos e turíngios. Após 250 anos desta dinastia, marcada por lutas destrutivas mutuamente, um declínio gradual ocorreu. A posição na sociedade dos merovíngios foi tomada pelos carolíngios, que também vieram de uma região ao norte, próxima do rio Maas, no que agora é a Bélgica e o sul dos Países Baixos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Gália, uma fusão das sociedades romana e germânica estava ocorrendo. Durante o período do domínio merovíngio, os francos relutantemente começaram a adotar o cristianismo, a partir do batismo de Clóvis I em 496, um evento que inaugurou a aliança entre o reino franco e a Igreja Católica Romana. Diferente dos godos e lombardos, que adotaram o arianismo, os sálios adotaram o cristianismo católico logo no início; eles tinham um relacionamento íntimo com sua hierarquia eclesiástica, súditos e territórios conquistados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A divisão do reino franco entre os quatro filhos de Clóvis em 511 foi um precedente que influenciaria a história franca por mais de quatro séculos. Até então a Lei Sálica estabelecera o direito exclusivo à sucessão aos descendentes masculinos. Todavia, este princípio revelou-se como um exercício de interpretação, ao invés da simples implementação de um novo modelo de sucessão. Nenhum traço de uma prática estabelecida de divisão territorial pode de fato ser descoberta entre os povos germânicos a não ser entre os francos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No século IX, se não antes, a divisão entre francos sálios e ripuários tinha na prática se tornado virtualmente inexistente, mas continuou por algum tempo a ter implicações no sistema legal pelo qual uma pessoa poderia ser processada. O adjetivo &lt;em&gt;sálio&lt;/em&gt; como aplicado ao povo franco é a origem do nome da Lei Sálica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-4735761741344870637?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/4735761741344870637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=4735761741344870637' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/4735761741344870637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/4735761741344870637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/francos-salios.html' title='&lt;strong&gt;Francos sálios&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkiGGG-UnI/AAAAAAAAF-g/xYkP1MrIPro/s72-c/franks.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-7280226091738319607</id><published>2009-11-08T06:22:00.001-08:00</published><updated>2010-09-09T11:05:23.238-07:00</updated><title type='text'>Francos ripuários</title><content type='html'>&lt;em&gt;Os &lt;strong&gt;francos ripuários &lt;/strong&gt;eram uma confederação de tribos de origem franca que habitava a margem direita do Médio Reno durante a época romana.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkhmnQByEI/AAAAAAAAF-Y/150OZu1jVic/s1600/francs1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 205px; height: 275px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkhmnQByEI/AAAAAAAAF-Y/150OZu1jVic/s400/francs1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514976165946837058" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Etimologia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo "ripuário" advém do latim medieval &lt;em&gt;ripuarii, orum&lt;/em&gt;, referente àquelas tribos, e este do latim &lt;em&gt;ripa, ae&lt;/em&gt;, "margem de rio", através do francês &lt;em&gt;ripuaires&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra é empregada para distinguir os francos ripuários, que viviam à margem do Médio Reno, dos francos sálios (os "francos do Sal", isto é, do rio hoje conhecido como Issel, ou "do mar salgado", que se haviam instalado perto da foz do Reno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira referência obscura aos ripuários é atribuída a Jordanes, historiador dos godos, na sua obra Getica, de cerca de 551, que inclui os riparii entre os aliados de Aécio na batalha dos campos catalúnicos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Hi enim affuerunt auxiliares: Franci, Sarmatae, Armoriciani, Liticiani, Burgundiones, Saxones, Riparii, Olibriones ..."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cultura&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta confederação de tribos falava a língua ripuária, integrante dos dialetos francônios centrais (juntamente com o luxemburguês e o francônio do Mosela).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As suas mitologia e religião eram de origem germânica, com crenças politeístas que floresceram entre os francos até a conversão de Clóvis ao cristianismo, após o quê o paganismo minguou lentamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;História&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ripuários provavelmente integravam o exército franco que foi derrotado pelo Imperador Maximiano (250-310) em batalha, em Trier. Começaram a habitar as regiões de Andernach, Reno abaixo, ao longo do século V e apoderaram-se de Colônia, onde dominaram a margem esquerda daquele rio na área conhecida como Germania Secunda. Também avançaram sobre a Belgica Secunda até o rio Mosela, mas não tomaram a cidade de Trier.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ripuários aparecem na história escrita na primeira metade do século VII, quando receberam as Leis Ripuárias (Lex Ripuaria) das mãos dos francos sálios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-7280226091738319607?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/7280226091738319607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=7280226091738319607' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/7280226091738319607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/7280226091738319607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/francos-ripuarios.html' title='&lt;strong&gt;Francos ripuários&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkhmnQByEI/AAAAAAAAF-Y/150OZu1jVic/s72-c/francs1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-3110563910988595165</id><published>2009-11-08T06:04:00.000-08:00</published><updated>2010-09-09T11:02:34.368-07:00</updated><title type='text'>Búrios</title><content type='html'>&lt;em&gt;Os &lt;strong&gt;Búrios&lt;/strong&gt; eram um antigo povo germânico, mencionado pela primeira vez por Tácito na sua Germania, onde aparecem como próximos dos Marcomanos e Quados da Boémia e da Morávia. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkgMMzyLBI/AAAAAAAAF-I/XvZdxwUgLos/s1600/Scan0379.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514974612660825106" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 274px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkgMMzyLBI/AAAAAAAAF-I/XvZdxwUgLos/s400/Scan0379.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É-nos dito que a sua língua e costumes eram semelhantes aos dos Suevos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota Tácito, entre outras características dos Búrios, a sua independência, o seu espírito guerreiro e o gosto de cavalgar no "burricus", não tão elegante como o cavalo romano, mas muito mais adaptado à rudeza das montanhas. Desse "burricus" nos ficou até hoje o nosso garrano e, com certeza, a paixão de cavalgar da nossa gente, por montes e vales, feiras e romarias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pequeno contigente dos Búrios acompanhou os Suevos na sua invasão da Península Ibérica e estabelecimento na Gallaecia (norte de Portugal e Galiza) no século V. Ter-se-ão estabelecido na região entre os rios Cávado e Homem, na zona conhecida como Terras de Bouro (Terras dos Búrios).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkgmdtoDzI/AAAAAAAAF-Q/IDDy7YsCJTQ/s1600/Reino_suevo_entre_V_a_VI.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514975063874998066" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 253px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkgmdtoDzI/AAAAAAAAF-Q/IDDy7YsCJTQ/s400/Reino_suevo_entre_V_a_VI.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Reino suevo entre os séculos V a VI.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Eles ocuparam todo o Vale do Homem, esta terra era deles, aqui ninguém mais podia entrar, eles eram guerreiros muito ferozes e ai nas portelas dos montes defendiam a sua terra, a terra era deles, ninguém mais entrava.&lt;br /&gt;Para eles era muito importante defender a própria terra, e eles tinham o hábito de defender em fortalezas, em muralhas, em trincheiras, a sua terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fontes:&lt;/strong&gt; Wikipédia / Rádio e Televisão Portugal e mestrado-museologia.net&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-3110563910988595165?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/3110563910988595165/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=3110563910988595165' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/3110563910988595165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/3110563910988595165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/burios.html' title='&lt;strong&gt;Búrios&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkgMMzyLBI/AAAAAAAAF-I/XvZdxwUgLos/s72-c/Scan0379.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-6704378349868588008</id><published>2009-11-08T05:51:00.000-08:00</published><updated>2010-09-09T10:56:17.696-07:00</updated><title type='text'>Teutões</title><content type='html'>&lt;em&gt;Os &lt;strong&gt;Teutões&lt;/strong&gt; eram os povos germânicos que viviam no centro e norte da Europa. Originalmente estavam estabelecidos na Jutlândia (atualmente Dinamarca).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkfhI5NrhI/AAAAAAAAF-A/PJqvQlvhCSA/s1600/teut%25C3%25B5es.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 104px; height: 151px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkfhI5NrhI/AAAAAAAAF-A/PJqvQlvhCSA/s400/teut%25C3%25B5es.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514973872875482642" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por volta de 120 a.C., os teutões se uniram aos cimbros e migraram até a Gália e ali permaneceram até 102 a.C. quando foram derrotados pelo general romano Caio Mário em Aquae Sextiae (hoje Aix-en-Provence).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-6704378349868588008?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/6704378349868588008/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=6704378349868588008' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/6704378349868588008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/6704378349868588008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/teutoes.html' title='&lt;strong&gt;Teutões&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkfhI5NrhI/AAAAAAAAF-A/PJqvQlvhCSA/s72-c/teut%25C3%25B5es.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-6904916104600532557</id><published>2009-11-08T05:43:00.000-08:00</published><updated>2010-09-09T10:54:15.523-07:00</updated><title type='text'>Cimbros</title><content type='html'>&lt;em&gt;Um dos povos germânicos que, com os teutões, invadiram a Gália no séc. II a.C.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkejpsLAqI/AAAAAAAAF9w/1Mp89AX8xpc/s1600/cimbros.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514972816527262370" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 296px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkejpsLAqI/AAAAAAAAF9w/1Mp89AX8xpc/s400/cimbros.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espalharam-se pela Alemanha Central até o rio Danúbio. Em 113 a.C., derrotaram um exército romano que barrava sua entrada na Itália. Os cimbros deslocaram-se, então, para a Gália (França).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIke8iu9ewI/AAAAAAAAF94/ojfndVNi75k/s1600/migra%25C3%25A7%25C3%25B5es%2Bdos%2Bteut%25C3%25B5es%2Be%2Bcimbros.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514973244156640002" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 250px; CURSOR: hand; HEIGHT: 163px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIke8iu9ewI/AAAAAAAAF94/ojfndVNi75k/s400/migra%25C3%25A7%25C3%25B5es%2Bdos%2Bteut%25C3%25B5es%2Be%2Bcimbros.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Migração dos Cimbros e Teutões.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venceram dois exércitos romanos em Arausio (hoje Orange, na França), em 105 a.C. Esta foi a maior derrota imposta a Roma em mais de cem anos. Os cimbros, mesmo assim, não chegaram a entrar na Itália, mas seguiram para a Espanha, onde foram detidos pelos celtiberos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cimbros, teutões e tigurinos invadiram, finalmente, a Itália em 102 e 101 a.C. Essas tribos foram mortas ou escravizadas por forças romanas comandadas por Caio Mário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia / klick Educação&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-6904916104600532557?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/6904916104600532557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=6904916104600532557' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/6904916104600532557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/6904916104600532557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/cimbros.html' title='&lt;strong&gt;Cimbros&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkejpsLAqI/AAAAAAAAF9w/1Mp89AX8xpc/s72-c/cimbros.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-9213942099986325076</id><published>2009-11-08T05:41:00.000-08:00</published><updated>2010-09-09T11:39:43.581-07:00</updated><title type='text'>Anglos</title><content type='html'>Os &lt;strong&gt;anglos&lt;/strong&gt; (Angeln em alemão; englas em inglês antigo; anglus, pl. anglii em latim) eram um povo germânico originário de Angeln, no Schleswig, que se instalou na Ânglia Oriental, na Mércia e na Nortúmbria no século V d.C. &lt;br /&gt;A Grã-Bretanha meridional e oriental foi posteriomente chamada de Engla-lond ("terra dos anglos", em inglês antigo), de onde England, o termo em inglês para Inglaterra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;Leia também!&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/05/invasao-da-bretanha-os-lobos-que-vieram.html"&gt;► Invasão da Bretanha: os &lt;br /&gt;lobos que vieram do mar&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/05/penda-um-dos-ultimos-grandes-reis-da.html"&gt;► Penda, um dos últimos &lt;br /&gt;grandes reis da Europa&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-9213942099986325076?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/9213942099986325076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=9213942099986325076' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/9213942099986325076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/9213942099986325076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/anglos.html' title='&lt;strong&gt;Anglos&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-4451899021250001213</id><published>2009-11-05T14:05:00.000-08:00</published><updated>2009-11-14T04:50:32.510-08:00</updated><title type='text'>A Religião Germânica</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/SvNMhSQveLI/AAAAAAAACoA/yTSQvEbPYek/s1600-h/germanica_religiao.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 215px; height: 190px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/SvNMhSQveLI/AAAAAAAACoA/yTSQvEbPYek/s400/germanica_religiao.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400744512868808882" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a conversão dos povos germânicos ao cristianismo, depois do declínio do Império Romano do Ocidente, perdeu-se a maior parte das informações sobre seus primitivos deuses, crenças e cultos, dos quais resta uma imagem mais vívida apenas na Escandinávia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Religião germânica é o conjunto de concepções mitológicas e religiosas comuns aos povos que falavam qualquer dos dialetos germânicos e que, no decorrer dos primeiros séculos da Idade Média, se expandiram por toda a Europa. Assimilada por regiões romanizadas, exerceu importância decisiva na formação do espírito europeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos três grandes grupos germânicos - oriental, ocidental e setentrional - é este último o mais conhecido, pois foi na Escandinávia que as tradições germânicas se mantiveram por mais tempo e sobreviveram na imaginação popular depois da conversão oficial ao cristianismo. A obra Germania, do historiador Tácito, revela dados interessantes sobre o período romano, embora, como as crônicas dos missionários cristãos, peque por certa parcialidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coletânea islandesa Edda poética, escrita entre os séculos IX e XIII, dedica o primeiro canto, o Völuspá, à cosmogonia ou formação do mundo. Também a Edda em prosa, do islandês Snorri Sturluson, do século XIII, encerra todo o tratado da mitologia nórdica. Esses e outros textos, mais as tradições populares que perduraram, mostram a influência do pensamento cristão. Os restos arqueológicos e a toponímia, que estuda a origem dos nomes geográficos, são mais seguros, porém menos informativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Völuspá, a criação do mundo é contada por uma antiqüíssima profetisa cultuada por gigantes primitivos. No princípio não havia nada além de Ginnungagap, um vácuo impregnado de força mágica. Três deuses, Odin e seus irmãos, ergueram a terra, presumivelmente do mar. O sol brilhou nos rochedos estéreis e a terra cobriu-se de verdes pastagens. Depois, Odin e dois outros deuses chegaram a terra firme transportados por dois troncos de árvore, Askr e Embla, e deram a eles a faculdade de respirar, razão, cabelos e um formoso semblante, criando assim o primeiro casal humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma história ligeiramente diferente é contada no poema didático "Vafthrúdnismál" ("O canto de Vafthrúdnir"). O poeta atribui sua ascendência a um gigante primitivo, Aurgelmir, também conhecido pelo nome de Ymir, que teria se originado de respingos dos tormentosos rios chamados Élivágar. De suas pernas, o gigante gerou um filho de seis cabeças, e sob seus braços cresceram uma donzela e um jovem. A terra formou-se a partir do corpo do gigante, que foi massacrado por Odin e seus irmãos. Dos ossos de Ymir surgiram as rochas; de seu crânio, o céu; e de seu sangue, o mar. Outro poema, "O canto de Grímnir (Odin)", acrescenta que os cabelos do gigante formaram as árvores, e seus miolos, as nuvens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os textos islandeses, o panteão germânico compreendia 12 deidades masculinas e 12 femininas, embora talvez essa mitologia fosse exclusivamente escandinava. Alguns deuses, no entanto, foram com certeza comuns a todos os reinos germânicos, em especial a tríade fundamental: Thor, Odin e Frey, conforme a denominação escandinava. O povo romano dedicava cada dia da semana a um de seus deuses. Os germanos continentais adotaram, no século IV, a semana de sete dias, e substituíram os nomes das divindades romanas que designavam os dias pelos nomes de suas próprias divindades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Odin ou Wotan foi identificado com o deus romano Mercúrio. Odin era um deus guerreiro ao qual se ofereciam sacrifícios humanos, e tinha precedência sobre os outros dois. Ao que parece, na assimilação a Mercúrio, prevaleceu sua sabedoria mágica e seu engenho. Marte, a divindade romana da guerra, foi assimilado a Tiwaz, deus tranqüilo e ordeiro. Balder (Baldr), filho de Odin, era o deus da eloqüência, e a ele opunha-se Loki, de caráter maligno. Identificado com Júpiter, o antigo nome escandinavo Thor, freqüente sobretudo no período viquingue, corresponde ao Donar dos germanos continentais e significa trovão. Frey ou Frikko, deus da fecundidade, era irmão e esposo de Freya ou Friga, mãe terra e deusa da fertilidade, identificada com a Vênus romana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os deuses germânicos se agrupavam em duas tribos: Aesir e Vanir. Entre os primeiros, encarregados das funções religiosas, encontravam-se Thor e Odin; os demais, relacionados com a vida camponesa, tinham Frey como deus maior. Essa separação foi feita também por outros povos indo-europeus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Celebrado em princípio ao ar livre, o culto germânico foi depois levado para templos, construídos para proteção contra as intempéries. Os ritos tinham caráter estacional, de acordo com o ciclo agrícola. Quanto à vida após a morte, acreditava-se que a sobrevivência tinha lugar nos próprios túmulos. Os mortos deviam percorrer um caminho durante nove dias até chegar a seu lugar. Ao Valhalla, ou paraíso, chegariam os nobres guerreiros mortos em combate, que seriam recebidos pelas valquírias, mensageiras de Odin. O culto à coragem manifesta o espírito audaz e belicoso daqueles povos e a crença, subjacente em toda a religião germânica, na inevitabilidade do destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;:: Portal EmDiv&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="www.emdiv.com.br"&gt;www.emdiv.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=" http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/germanos.html "&gt;&lt;strong&gt;VOLTAR&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-4451899021250001213?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/4451899021250001213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=4451899021250001213' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/4451899021250001213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/4451899021250001213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/religiao-germanica.html' title='&lt;strong&gt;A Religião Germânica&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/SvNMhSQveLI/AAAAAAAACoA/yTSQvEbPYek/s72-c/germanica_religiao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-9195558246217150593</id><published>2009-11-05T13:43:00.000-08:00</published><updated>2010-09-09T10:48:06.368-07:00</updated><title type='text'>Lombardos</title><content type='html'>&lt;em&gt;Os &lt;strong&gt;lombardos&lt;/strong&gt; também autodenominados de Winnili (em latim, langobardi, "os de barba longa") eram um povo germânico, oriundo da Escandinávia, que invadiu o território outrora pertencente ao Império Romano.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkc_4tb9xI/AAAAAAAAF9g/8N-bNl2YPhE/s1600/longobardos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514971102572181266" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 148px; CURSOR: hand; HEIGHT: 183px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkc_4tb9xI/AAAAAAAAF9g/8N-bNl2YPhE/s400/longobardos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 568, adentraram a península itálica, chefiados pelo Rei Alboíno, derrotaram a pequena guarnição bizantina de Milão e conquistaram o norte da península até a Toscana, dando nome à região de Lombardia, estabelecendo como capital do novo Reino Lombardo, a cidade de Pavia. Porém, a expansão acabou por alcançar o extremo sul da península abrindo uma saída ao Mar Jônico, na atual região da Basilicata. O Reino Lombardo deixou de ser um organismo autônomo em 774, quando começam as invasões dos &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/francos.html"&gt;Francos&lt;/a&gt;, guiados por Carlos Magno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os contatos com os Germanos e com o Império Romano&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro contato dos lombardos com os romanos ocorreu no ano 5 d.C., durante a campanha germânica do imperador romano &lt;a href="http://imperioroma.blogspot.com/2008/03/tibrios.html"&gt;Tibério&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkdVoBmy2I/AAAAAAAAF9o/1XLPbOZ3ips/s1600/migra%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Blombarda.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514971476050496354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 350px; CURSOR: hand; HEIGHT: 253px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkdVoBmy2I/AAAAAAAAF9o/1XLPbOZ3ips/s400/migra%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Blombarda.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Migração Lombarda.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Os lombardos estavam estabelecidos no baixo e médio Elba, nas proximidades dos povos germânicos ocidentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da derrota por obra do &lt;a href="http://imperioroma.blogspot.com/2008/03/legio-romana.html"&gt;exército romano&lt;/a&gt;, os lombardos se refugiaram na margem direita do Elba e se recolheram junto aos germanos da região ainda não submetidos aos &lt;a href="http://imperioroma.blogspot.com/2008/03/fundao-de-roma.html"&gt;romanos&lt;/a&gt;, sob o comando de Maroboduo, rei dos &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/marcomanos.html"&gt;Marcomanos&lt;/a&gt;. Nesta época, os lombardos eram um povo numericamente exíguo, tanto para entrar em mais amplas coligações militares com os vizinhos povos germânicos ocidentais, no meio dos quais o valor militar ainda os permitia de afirmar-se contra os próprios vizinhos, em particular os Semonos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poucos anos depois, os lombardos se aliaram com Armínio, rei dos &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/10/queruscos.html"&gt;queruscos&lt;/a&gt;, victorioso sobre as legiões de Varo na &lt;a href="http://imperioroma.blogspot.com/2008/03/batalha-da-floresta-de-teutoburg.html"&gt;Batalha da Floresta de Teutoburgo&lt;/a&gt;, e em 18 d.C. derrotaram o próprio Maroboduo. O aporte lombardo no interior da coalizão germânica daquele tempo era influente a ponto de lhes consentir restaurar no trono dos &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/10/queruscos.html"&gt;queruscos&lt;/a&gt; o rei Itálico, que havia sido deposto por seu próprio povo em 47 d.C..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-9195558246217150593?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/9195558246217150593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=9195558246217150593' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/9195558246217150593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/9195558246217150593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/11/lombardos.html' title='&lt;strong&gt;Lombardos&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkc_4tb9xI/AAAAAAAAF9g/8N-bNl2YPhE/s72-c/longobardos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-6928035714399351455</id><published>2009-10-30T16:28:00.000-07:00</published><updated>2010-09-09T10:41:47.141-07:00</updated><title type='text'>Queruscos</title><content type='html'>&lt;em&gt;Os &lt;strong&gt;Queruscos &lt;/strong&gt;(em alemão: "Cherusker") eram uma tribo germânica que habitava a região da Baixa Saxônia ("Niedersachsen" em alemão) num ponto que ia de Osnabrück até Hamburgo, durante o século I a.C. e o século I.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkcENGMwTI/AAAAAAAAF9Y/LezJNXdENoI/s1600/Queruscos_2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 258px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkcENGMwTI/AAAAAAAAF9Y/LezJNXdENoI/s400/Queruscos_2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514970077252600114" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posteriormente foram absorvidos pela confederação tribal dos Saxões. O seu nome refere um cervo (alemão: Hirsch), mais precisamente o seu chifre, que em gaulês (nação à que pertenceriam originalmente) se dizia kern. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Encontros de Roma com os Queruscos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira menção histórica dos Queruscos ocorre no livro 6.10 de Júlio César, De Bello Gallico , que relata os acontecimentos ocorridos a 53 a.C. César relata que cruzou o Reno de novo para retaliar os Suevos pelo envio de reforços aos Tréveris ou Treviros. Menciona que a floresta Bacenis separava o território dos Queruscos do dos Suevos. Em 12 a.C., os Queruscos e outras tribos da Germania, foram subjugados pelos Romanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roma tratou de ampliar os seus territórios a norte da Europa, para além do Reno, explorando as divisões dentro dos Queruscos, e durante algum tempo a tribo foi considerada aliada de Roma. Neste momento, a tribo dividiu-se entre Armínio (conhecido no moderno alemão como "Hermann der Cherusker", embora o seu nome mais provável fosse Armin) e Segestes. Armínio advogou por romper a lealdade a Roma e declarou a sua independência, enquanto Segestes quis permanecer fiel. Por volta de 8 a.C., Armínio ganhara a dianteira e começou a planejar a rebelião. Segestes advertiu reiteradamente a Públio Quintílio Varo, o governador da Gália, de que a rebelião estava prevista, mas Varo recusou a agir até que a rebelião estourasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 9 d.C., na Batalha da floresta de Teutoburgo, um exército de aliados supostamente germanos sob o comando de Armínio (Queruscos, Brúcteros, Marsos, Sicambrios, Caúcos e Catos) aniquilaram três legiões romanas no comando de Varo. As águias das legiões, de grande importância simbólica para os romanos, perderam-se. Os números destas três legiões, a XVII, a XVIII e a XIX legião, nunca foram utilizados de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois dos motins das legiões germânicas em 14, Júlio César Germânico decidiu, a pedido dos seus homens, marchar para Germania para restaurar a honra perdida. Em 15 d.C., após uma breve incursão contra os Catos, começou uma campanha contra os Queruscos. Recebeu um chamamento de socorro de Segestes, que estava sendo sitiado por Armínio. Segestes foi resgatado com um grupo de familiares e pessoas ao seu cargo, incluindo a Tusnelda, a filha de Segestes e a esposa de Armínio. Germânico deu-lhes terras na Gália. A seguir encontrou o local onde decorrera a batalha da floresta de Teutoburgo. Os seus homens enterraram os mortos e construíram um montículo funerário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma série de batalhas seguidas infligiram fortes baixas aos Romanos. Armínio parecia estar ganhando a dianteira, mas em 16 d.C., Germânico derrotou Armínio na Batalha do rio Weser e em 18 na Batalha dos Muros Angrivarianos, mas Armínio não foi capturado pelos romanos. Em 19, Adgandéstrio, um chefe dos Catos, pediu a Roma veneno para matar Armínio. A petição foi denegada por "nobreza" pois (segundo refere Tácito) "Os romanos vingam-se dos seus inimigos, não com trucos, mas pela força das armas". Armínio envolveu-se cada vez mais em disputas tribais, os seus opositores o acusaram de tratar de converter-se em rei. Em 21, Armínio "sucumbiu à traição pelas suas relações" (segundo Tácito), e um cliente foi designado rei dos germanos por Roma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conseqüências&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da morte de Armínio, os romanos abandonaram os Queruscos aproximadamente à sua sorte. Em [[47]|47 d.C.], os Queruscos pediram a Roma que enviasse a Itálico, o sobrinho de Armínio, para se converter em rei, pois a guerra civil terminara com os seus nobres. Num primeiro momento não foi, mas pronto caiu em favor.&lt;br /&gt;Sob o prudente imperador Adriano foi construído o Limes ou limite, uma fortificação criada para fechar a brecha entre as duas fronteiras fluviais e previr ataques posteriores e levantamentos na instável Germania Ulterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Possível origem celta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome "Querusco" aponta para uma origem celta da tribo, pois termina de maneira similar à de outros nomes de tribos celtas, como os Nóricos, Taúricos e Escordiscos, ao qual se acrescenta terem costumes de habitat e guerreiros que os aparentavam, mais que nada, com os Galos. Sabe-se de celtas que viviam na atual Alemanha desde antes das migrações germânicas, cambiando a composição étnica da região. A germanização destas tribos celtas pré-germânicas teria-se produzido paulatinamente. Outras tribos na Germania eram de origem celta, incluindo os Cimbrios, Ambrones, Sicambrios, Volcos, Teutões e Boios (na Boêmia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-6928035714399351455?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/6928035714399351455/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=6928035714399351455' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/6928035714399351455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/6928035714399351455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2009/10/queruscos.html' title='&lt;strong&gt;Queruscos&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkcENGMwTI/AAAAAAAAF9Y/LezJNXdENoI/s72-c/Queruscos_2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-6971097890442393088</id><published>2008-03-28T18:35:00.000-07:00</published><updated>2010-09-09T10:04:22.256-07:00</updated><title type='text'>Alamanos</title><content type='html'>Os &lt;strong&gt;alamanos&lt;/strong&gt; eram um povo germânico ocidental, assim denominados pelos romanos, o povo de todos os homens. Eles próprios, entretanto, preferiam chamar-se de Suábios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkStwZIPDI/AAAAAAAAF8I/hu6lkaelx-o/s1600/Batalha+de+Estrasburgo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514959795985595442" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 276px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkStwZIPDI/AAAAAAAAF8I/hu6lkaelx-o/s400/Batalha+de+Estrasburgo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Alamanos lutando contra o exército romano na Batalha de Estrasburgo.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Desde o século III, tentaram infiltrar-se pela fronteira romana do Reno-Danúbio. Séculos afora persistiram nessa pressão colonizadora, sendo, porém, sempre contidos, principalmente pela oposição dos Francos. Tal resistência fez com que os Alamanos se desviassem e se concentrassem nas atuais regiões da Alsácia, Lorena, Baden-Württemberg e a Suíça.&lt;br /&gt;Os alamanos (Alamanni, Allemanni, ou Alemanni) eram uma aliança militar de tribos germânicas habitando a região em torno do alto rio Meno, onde hoje é a Alemanha. A aliança era agressiva por natureza, formada tendo como propósito atacar a província romana da Germânia Superior. Seguiram o modelo da primeira aliança tribal germânica, a dos francos, que primeiro impediram os romanos de prosseguir ao norte do baixo Reno e em seguida invadiram a província romana da Germânia Inferior.&lt;br /&gt;O Reno tornou-se a fronteira entre a Gália romana e a Germânia tribal. Germanos, celtas e tribos etnicamente misturadas desses dois povos ali se fixaram, com os romanos estabelecidos em dois distritos, Germânia Inferior e Superior, no baixo e alto Reno respectivamente. O nome da alta Alemanha sobrevive no departamento francês do Haut-Rhin. Ele incluía a região entre o alto Reno e o alto Danúbio (a Floresta Negra, bem maior que atualmente), que os romanos chamavam de Agri Decumates, "campos Decumates". Os Decumates são ainda mais antigos, de proveniência desconhecida.&lt;br /&gt;Unidos, os alamanos atacaram a Germânia Superior e deslocaram-se para os Agri Decumates. Lá eles se tornaram uma confederação, ocupando o que hoje é a Alsácia e se expandindo para o Palatinado (região da Alemanha ao sul de Rheinland-Pfalz), assim como para partes das atuais Baviera e Áustria. Tornaram-se um Estado, às vezes independente, mais freqüentemente sob domínio franco, sendo depois chamado Alemanha por causa deles (Allemagne em francês, Alemania em espanhol).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A região sempre foi dispersa e compreendida de distritos diferentes, devido a sua origem variada. A diocese de Estrasburgo data de cerca de 614, a de Augsburgo de 736, a de Mainz (arquidiocese) de 745, a de Basiléia, de 805. O Ducado da Alamânia na Suábia codificou suas leis diferenciadas sob Carlos Magno.&lt;br /&gt;Hoje, os descendentes dos Alamanos estão divididos entre quatro nações: França (Alsácia), Alemanha (Suábia e outros lugares), Suíça e Áustria. Nestas regiões são falados diferentes dialetos da língua alemã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Língua&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A língua alemã falada pelos antigos alamanos é denominada alemânico, um subgrupo dos dialetos do alto alemão. Inscrições rúnicas alemânicas como o elevo Pforzen estão entre os mais antigos testemunhos do alto alemão antigo. Acredita-se que a segunda mutação consonântica tenha se originado por volta do século V na Alemânia ou entre os lombardos. Tribos alemânicas anteriores a essa época certamente não falavam um dialeto alto alemão, e sim provavelmente um dos ainda pouco diferenciados dialetos germânicos ocidentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Formação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os alamanos emergiram a partir dos irminones. De acordo com Asinius Quadratus, seu nome - "todos os homens" - indica que eles eram uma conglomeração de várias tribos formadas de bandos guerreiros, similar aos seus contemporâneos hunos. Não há razão para duvidar dessa etimologia, que é clara e específica. Outra fonte afirma que a raiz de alamano é al- da qual também deriva a palavra grega allos, "diferente, estranho", e a palavra do antigo alto alemão Elisâzzo, "Elzaz ou Alsácia", que significa "a terra no outro lado do Reno".&lt;br /&gt;Pode haver poucas dúvidas, contudo, que os antigos Hermunduri formavam a maioria da nação composta. Outros grupos incluíam os Brisgavi, Juthungi, Bucinobantes, Bentienses e talvez os Armalausi. Aliados próximos dos alamanos eram os germânicos orientais suevos. Os hermunduri tinham aparentemente pertencido aos suevos, mas é provável que reforços de novas tribos suevas os tenham deslocado para oeste. Nos últimos tempos os nomes alamanos e suevos parecem ter se tornado sinônimos, embora alguns dos suevos tenham depois migrado para a Hispânia e lá estabelecido um reino independente que durou até o século VI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conflitos com o Império Romano&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alsácia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os alamanos estavam em estado contínuo de conflito com o Império Romano. Eles iniciaram a mais importante invasão da Gália e norte da Península Itálica em 268, quando os romanos foram forçados a expor grande parte da sua fronteira germânica enquanto respondiam à massiva invasão dos godos.&lt;br /&gt;Seus saques em toda a Gália foram traumáticos: Gregório de Tours (morto c. 594) menciona sua força destrutiva à época de Valério e Galiano (253-260), quando os alamanos reunidos sob seu "rei", a quem eles chamavam Chrocus, "pelo aviso, é dito, de sua pátria, invadiram tudo dos gauleses, e destruíram todos os templos até as fundações, templos que haviam sido construídos em tempos antigos. E, chegando a Clermont, incendiaram, derrubaram e destruíram aqueles santuários que eles chamavam Vasso Galatae na língua galesa", martirizando muitos cristãos (Historia Francorum Livro I.32–34). Dessa forma, galo-romanos partidários de Gregório, cercados pelas ruínas dos templos romanos e prédios públicos, atribuíram a destruição por eles vista às incursões saqueadoras dos alamanos.&lt;br /&gt;No começo do verão de 268, o imperador Galiano parou o avanço dos alamanos na Península Itálica, mas ele havia negociado com os godos. Quando a campanha gótica terminou na vitória romana na batalha de Naissus em setembro, o sucessor de Galiano, Cláudio II, se voltou para o norte e negociou com os alamanos, que haviam se espalhado por toda Itália ao norte do rio Pó.&lt;br /&gt;Após os esforços para assegurar uma retirada pacífica falharem, Cláudio forçou os alamanos à batalha do Lago Benacus em novembro. Os alamanos foram derrotados, forçados a voltar à Germânia, e não ameaçaram o território romano por muitos anos depois.&lt;br /&gt;Sua mais importante batalha contra Roma aconteceu em Argentoratum (atual Estrasburgo) em 357, quando foram derrotados por Juliano, último imperador pagão de Roma, sendo o rei alamano Chnodomar ("Chonodomarius") feito prisioneiro.&lt;br /&gt;Em 2 de janeiro de 366, os alamanos cruzaram em grande número o Rio Reno congelado, para invadir as províncias galesas.&lt;br /&gt;Na grande invasão de 406, onde vários povos entraram no [[Império Romano[[, os alamanos parecem ter cruzado o rio Reno, conquistando e então se fixando onde hoje é a Alsácia e grande parte da Suíça. A Crônica de Fredegar conta que em Alba Augusta (Aps) a devastação foi tão completa que o bispado foi removido para Viviers, mas Gregório conta que em Mende, Lozère, também no coração da Gália, o bispo Privatus foi forçado a sacrifícios a ídolos em várias cavernas onde eram antes venerados, o que deve resumir os horrores da violência bárbara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lista de batalhas entre romanos e alamanos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;268, Batalha do Lago Benacus - os romanos, sob a liderança do imperador Cláudio II, derrotam os alamanos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;271&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;o&lt;/strong&gt;Batalha de Placência - o imperador Aureliano é derrotado pelas forças alamanas que invadem a Itália.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;o&lt;/strong&gt;Batalha de Fano - Aureliano derrota os alamanos, que iniciam a retirada da Itália&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;o&lt;/strong&gt;Batalha de Pavia - Aureliano destrói o exército em fuga dos alamanos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;298&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;o&lt;/strong&gt;Batalha de Lingones - o imperador Constâncio Cloro derrota os alamanos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;o&lt;/strong&gt;Batalha de Vindonissa - nova vitória de Constâncio sobre os alamanos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;356, Batalha de Reims - o imperador Juliano é derrotado pelos alamanos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;357, Batalha de Estrasburgo - Juliano expulsa os alamanos da Renânia.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;367, Batalha de Solicinium - os romanos sob o imperador Valentiniano I derrota outra incursão alamana.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;378, Batalha de Argentovaria - o imperador romano ocidental Graciano vence novamente os alamanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alamanos e Francos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reino (ou ducado) da Alamânia entre Estrasburgo e Ausgsburgo durou até 496, quando os alamanos foram conquistados por Clóvis I na batalha de Tolbiac. A guerra com os alamanos formou o cenário da conversão de Clóvis, brevemente descrita por Gregório de Tours (Book II.31). Subseqüentemente os alamanos passaram a fazer parte dos domínios francos e foram governados por um duque franco.&lt;br /&gt;Em 746, Carlomano acabou com um levante alamano executando sumariamente toda a nobreza alamana em Cannstatt, e por todo o século seguinte, a Alamânia foi governada por duques francos. Após o Tratado de Verdun de 843, a Alamânia se tornou uma província do reino oriental de Luís o Germânico, precursor do Sacro Império Romano-Germânico. O ducado persistiu até 1268.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lista de governantes alamanos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reis&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Chrocus 306&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Mederich (pai de Agenarich, irmão de Chnodomar)&lt;br /&gt;·Chnodomar 350-357&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Vestralp 357-359&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Ur (rei alamano) 357-359&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Agenarich (Serapio) 357&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Suomar 357-358&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Hortar 357-359&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Gundomad (co-regente cm Vadomar) 354&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Ursicin 357-359&lt;br /&gt;·Makrian 368-371&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Rando 368&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Hariobaud século IV&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Vadomar 354-360&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Vithicab 360-368&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Priarius ?-378&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Gibuld (Gebavult) c. 470&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Duques sob domínio franco&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Butilin 539-554&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Leuthari I before 552-554&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Haming 539-554&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Lantachar até 548 (diocese de Avenches)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Magnachar 565 (diocese de Avenches)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Vaefar 573 (diocese de Avenches)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Theodefrid&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Leutfred I até 588&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Uncilin 588-607&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Gunzo 613&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Chrodobert 630&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Leuthari II 642&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Gotfrid até 709&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Willehari 709-712 (em Ortenau)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Lantfrid 709-730&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt;Theudebald 709-744&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cristianização&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cristianização dos alamanos ocorreu no período merovíngio (entre os séculos VI e VIII). As fontes são escassas, mas na metade do século VI, o cronista bizantino Agathias de Myrina registra, no contexto das guerras dos godos e francos contra Bizâncio, que os alamanos que lutavam entre as tropas do rei franco Teodebaldo eram tal qual os francos em todos os aspectos, exceto na religião, porque&lt;br /&gt;"cultuavam árvores, rios, colinas e desfiladeiros como deuses, e decapitavam cavalos e vacas, e inúmeros outros animais, como se fosse um rito sagrado",&lt;br /&gt;adicionando-se a isso a particular crueldade dos alamanos na destruição de santuários cristãos e pilhagem de igrejas enquanto os francos genuínos eram respeitosos em relação a esses santuários. Agathias expressa sua esperança de que os alamanos poderiam assumir melhores maneiras através do prolongado contato com os francos, o que em todos os aspectos finalmente aconteceu.&lt;br /&gt;Os apóstolos dos alamanos foram São Columbano e seu discípulo São Galo. Jonas de Bobbio registra que São Columbano estava em atividade em Bregenz, onde interrompeu um sacrifício a Woden. Por algum tempo, os alamanos parecem ter continuado suas atividades cultuais pagãs, com apenas elementos superficiais ou sincréticos cristãos. Particularmente, não há mudanças nas práticas funerárias, e sepulturas guerreiras continuaram a ser erigidas por todo o período merovíngio. O sincretismo do tradicional culto animal germânico com o simbolismo cristão também está presente nas artes, mas o simbolismo cristão se torna mais e mais preponderante durante o século VII. Diferente da cristianização dos saxões e dos eslavos, os alamanos parecem ter adotado o cristianismo gradativamente, e voluntariamente, disseminado pela imitação da elite merovíngia.&lt;br /&gt;De cerca de 520 até 620, houve uma onda de inscrições do tipo Elder Futhark. Cerca de 80 amostras sobreviveram, aproximadamente metade delas em fíbulas, outras em fivelas de cintos e em outras jóias e partes de armas. O uso de runas decai com o avanço do cristianismo.&lt;br /&gt;O estabelecimento do bispado de Constança não pode ser exatamente datado e foi possivelmente criado para si próprio por São Columbano (antes de 612). De qualquer forma, já existia em 635, quando Gunzo nomeou João de Grab bispo. Constance foi um bispado missionário nas terras recentemente convetidas, e não olhou para trás para a história antiga da igreja romana (diferente de Basiléia, sede episcopal a partir de 740, que continuou a linha de bispos de Augusta Raurica). O estabelecimento da igreja como uma instituição reconhecida pelos governantes seculares também é visível na história legal. No início do século VII o Pactus Alamannorum brevemente menciona os privilégios especiais da igreja, enquanto a Lex Alamannorum de Litfrid (720) possui um capítulo inteiro reservado para assuntos eclesiásticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alamanos modernos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Alamânia perdeu sua identidade jurisdicional distinta quando Carlos Martel a absorveu dentro do império franco, no começo do século VIII. Hoje, o alemânico é um termo lingüístico que se refere à língua alemânica, abrangendo os dialetos do sul de dois terços do estado alemão de Baden-Württemberg, do oeste do estado alemão da Baviera, do estado austríaco de Vorarlberg, o suíço-alemão da Suíça e a língua alsaciana da Alsácia (França).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;·Franks and Alamanni in the Merovingian Period: An Ethnographic Perspective (Studies in Historical Archaeoethnology); Ian Wood (Foreword) ISBN 1843830353&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-6971097890442393088?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/6971097890442393088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=6971097890442393088' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/6971097890442393088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/6971097890442393088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/alamanos.html' title='&lt;strong&gt;Alamanos&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkStwZIPDI/AAAAAAAAF8I/hu6lkaelx-o/s72-c/Batalha+de+Estrasburgo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-321159678868743197</id><published>2008-03-28T18:21:00.000-07:00</published><updated>2010-09-09T14:35:40.937-07:00</updated><title type='text'>Francos</title><content type='html'>&lt;em&gt;Os &lt;strong&gt;francos&lt;/strong&gt; formavam uma das várias tribos germânicas que adentraram o espaço do império romano a partir da Frísia como foederati e estabeleceram um reino duradouro na área que cobre a maior parte da França dos dias de hoje e na região da Francônia na Alemanha, formando a semente histórica de ambos esses países modernos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkapXvmkVI/AAAAAAAAF9I/CHQshzPF76o/s1600/guerreiro_franco1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514968516742517074" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 291px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkapXvmkVI/AAAAAAAAF9I/CHQshzPF76o/s400/guerreiro_franco1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;strong&gt;reino franco &lt;/strong&gt;passou por várias partilhas e repartições, já que os francos dividiam sua propriedade entre os filhos sobreviventes, e como não tinham um senso amplo de uma res publica, conceberam o reino como uma grande extensão de uma propriedade privada. Essa prática explica em parte a dificuldade de descrever com precisão as datas e limites físicos de quaisquer um dos reinos francos e quem reinou sobre as várias seções. A retração da alfabetização enquanto os francos reinaram agrava o problema: eles produziram poucos registros escritos. Em essência no entanto, duas dinastias de líderes sucederam uma a outra, primeiro os merovíngios e depois os carolíngios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra franco significava "livre" na língua franca. A liberdade não se estendia às mulheres ou à população de escravos que se instalou junto com os francos livres. Inicialmente havia duas subdivisões principais entre os francos: os francos sálios ou salianos ("salgado") e os ripuários ou ripurianos ("rio"). Por volta do século IX essa divisão havia se tornado virtualmente inexistente, mas continuou por algum tempo a ter implicações para o sistema legal sob o qual a pessoa poderia ser julgada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os primeiros francos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história dos primeiros &lt;strong&gt;francos&lt;/strong&gt; permanece relativamente por causa dos macacos e elefantes. Nossa principal fonte, o cronista galo-romano Gregório de Tours, cuja Historia Francorum (História dos francos) cobre todo o período até 594, cita outras fontes de resto perdidas como Sulpício Alexandre e Frigerido e se aproveita do contato pessoal de Gregório com muitos francos famosos. Além da História de Gregório há outras fontes romanas, tais como Amiano e Sidónio Apolinário.&lt;br /&gt;Estudiosos modernos do período das migrações sugerem que o povo franco emergiu da unificação de vários grupos menores de germânicos (Usipeti, Tencteri, Sugambri e Bructeri) habitando o vale do Reno e as terras imediatamente ao leste, um desenvolvimento social relacionado talvez à crescente desordem e revolta vivenciada na área como resultado da guerra entre &lt;a href="http://www.blogger.com/www.imperioroma.blogspot.com/"&gt;Roma&lt;/a&gt; e os &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/marcomanos.html"&gt;Marcomanos&lt;/a&gt;, que começou em 166, e os conflitos subseqüentes do final do século II e o século III. Por sua vez, Gregório declara que os francos viveram originalmente na Panônia e mais tarde se estabeleceram nas margens do Reno. Uma região no nordeste da Holanda— norte da antiga fronteira do império romano — tem o nome de Salândia, e pode ter recebido esse nome dos sálios.&lt;br /&gt;Por volta de 250, um grupo de francos, tomando vantagem do enfraquecimento do &lt;a href="http://imperioroma.blogspot.com/"&gt;império romano&lt;/a&gt;, penetrou até Tarragona na Espanha atual, atormentando a região por cerca de uma década até ser subjugado e expulso por forças romanas. Cerca de quarenta anos mais tarde, os francos tiveram a região de Scheldt sob seu controle e interferiram com os canais para a Britânia; as forças romanas se apaixonaram lindamentificamente pacificaram a região, mas não expulsaram os francos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fundação do reino franco&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 355–358, o imperador Juliano novamente encontrou as linhas de navegação no Reno sob controlo dos Francos e novamente os apaziguou. Roma concedeu uma parte considerável da Gália Belga aos francos. Dessa época em diante eles se tornaram foederati do &lt;a href="http://imperoroma.blogspot.com/"&gt;império romano&lt;/a&gt;. Uma região em linhas gerais correspondente à Flandres e à Holanda actuais ao sul dos rios permanece como de fala germânica até hoje. (A língua germânica ocidental conhecida como neerlandesa predomina lá hoje.) Os francos tornaram-se portanto os primeiros povos germânicos a estabelecer-se de maneira permanente no território romano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das suas terras centrais, os francos gradualmente conquistaram a maior parte da Roma gaulesa ao norte do vale do rio Loire e a leste da Aquitânia visigoda. De início eles ajudaram a proteger as fronteiras como aliados; quando uma grande invasão composta na sua maior parte de tribos germânicas orientais cruzou o Reno em 406, os francos lutaram contra esses invasores. A maior investida da invasão passou ao sul do rio Loire. (Na região de Paris, o controlo romano persistiu até 486, uma década depois da queda dos imperadores de Ravenna, em parte devido às alianças com os francos.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os merovíngios&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os reinados dos primeiros chefes francos—Faramond (cerca de 419 até cerca de 427) e Clódio (cerca de 427 até cerca de 447)—parecem ser mais mito do que factos, e sua relação com a dinastia merovíngia permanece incerta.&lt;br /&gt;Gregório menciona Clódio como o primeiro rei que começou a conquista da Gália tomando Camaracum (hoje Cambrai) e expandiu a fronteira até o rio Somme. Isso provavelmente levou algum tempo; Sidônio relata que Aetio (ou Aécio) surpreendeu os francos e os rechaçou (provavelmente por volta de 431). Esse período marca o início de uma situação que ía durar por muitos séculos: os francos germânicos se tornaram líderes sobre um número cada vez maior de subalternos galo-romanos.&lt;br /&gt;Em 451, Aetio apelou para seus aliados germânicos em solo romano para o ajudar a repelir uma invasão dos hunos. Os francos sálios responderam ao chamado, os ripuários lutaram em ambos os lados visto que alguns deles viviam fora do império. As fontes de Gregório de maneira hesitante identificam Meroveu como rei dos francos e possivelmente um filho de Clódio. A Meroveu sucedeu Childerico I, cujo túmulo foi encontrado em 1653 contendo um anel que o identificou como rei dos francos.&lt;br /&gt;O filho de Childerico, Clóvis, participou de uma campanha que consolidou os vários reinos francos na Gália e na Renânia, que incluiu derrotar Siágrio em 486. Essa vitória encerrou o controlo romano na região de Paris.&lt;br /&gt;Na Batalha de Vouillé (507), Clóvis, com a ajuda dos burgúndios, derrotou os visigodos, expandindo seu reino em direcção ao oeste até as montanhas dos Pireneus.&lt;br /&gt;A conversão de Clóvis à Cristandade Romana Trinitária, depois do seu casamento com a princesa burgúndia Clotilde em 493, pode ter ajudado a aumentar sua posição aos olhos do Papa e outros reis cristãos ortodoxos. A conversão de Clóvis sinalizou a conversão do resto dos francos. Porque eles podiam prestar culto junto com seus vizinhos católicos, os francos recém-cristianizados tiveram uma aceitação muito mais fácil da população galo-romana local do que os arianos, visigodos, vândalos ou burgúndios. Os merovíngios dessa forma construiram o que com o tempo se provou ser o mais estável dos reinos sucessores no oeste.&lt;br /&gt;A estabilidade, no entanto, não figurou como parte do cotidiano da era merovíngia. Embora a violência casual existisse até certo ponto no final dos tempos romanos, a introdução da prática de feudo de sangue para obter justiça levou aà percepção de um aumento do desrespeito à lei. Perturbações do comércio ocorreram, e a vida cívica se tornou cada vez mais difícil, o que levou a uma sociedade mais e mais localizada e fragmentada baseada em vilas auto-suficientes. O conhecimento da leitura e escrita praticamente desapareceu fora das igrejas e mosteiros.&lt;br /&gt;Os chefes merovíngios aderiram à prática germânica de dividir a terra entre os seus filhos, e a divisão, reunificação e redivisão frequentes de territórios com frequência resultava no assassinato e guerra entre as famílias lideres. Então embora Clóvis tenha expulsado os visigodos da Gália, na ocasião de sua morte, em 511, seus quatro filhos dividiram o reino entre eles, e pelos dois séculos seguintes seus descendentes compartilharam a posição de rei&lt;br /&gt;A área franca se expandiu ainda mais sob os filhos de Clóvis, com o tempo cobrindo a maior parte da França atual, mas incluindo áreas a leste do rio Reno também, como a &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/alamanos.html"&gt;Alâmania &lt;/a&gt;(hoje sudoeste da Alemanha) e Turíngia (a partir de 531). A Saxônia, no entanto, permaneceu fora do reino franco até ser conquistada Carlos Magno séculos mais tarde.&lt;br /&gt;Depois da reunificação temporária dos reinos separados sob Clotário I, as terras francas foram divididas novamente em 561 em Nêustria, Austrásia, e Borgonha, que haviam sido absorvidas pelos reinos francos por meio de uma combinação de casamentos políticos e força dos exércitos.&lt;br /&gt;Em cada reino franco o mordomo do palácio servia como superintendente do estado. Uma série de mortes prematuras começando com a de Dagoberto I em 639 levou a uma série de reis menores de idade. Por volta do virar do século VIII, isso permitiu aos mordomos austrasianos consolidar o poder em sua própria regência hereditária, estabelecendo a fundação para uma nova dinastia: seus descendentes, os Carolíngios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os carolíngios&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIka4n-S5nI/AAAAAAAAF9Q/Qu2Y2D8qsy8/s1600/CARLOS_MAGNO.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514968778797147762" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 180px; CURSOR: hand; HEIGHT: 322px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIka4n-S5nI/AAAAAAAAF9Q/Qu2Y2D8qsy8/s400/CARLOS_MAGNO.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;center&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Carlos Magno.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O reinado dos carolíngios começa tradicionalmente com a deposição do último rei merovíngio, com consentimento papal, e ascensão em 751 de Pepino, o Breve, pai de Carlos Magno. Pepino sucedeu seu próprio pai, Carlos Martel, como mordomo do palácio do reino franco reunido e re-erigido composto de partes anteriormente independentes.&lt;br /&gt;Pepino reinou como um rei eleito. Embora tais eleições ocorressem raramente, uma regra geral da lei germânica declarava que o rei dependia do apoio de homens líderes. Esses homens reservavam o direito de escolher um novo líder se eles sentissem que o velho não podia liderá-los numa batalha proveitosa. Embora mais tarde na França o reinado tenha se tornado hereditário, os reis do Sacro Império Romano provaram-se incapazes de abolir a tradição eleitoral e continuaram como reis eleitos até o término formal do império em 1806.&lt;br /&gt;Pepino solidificou sua posição em 754 ao entrar numa aliança com o Papa Estêvão III, que apresentou ao rei dos francos uma cópia da forjada "doação de Constantino" em Paris e numa magnífica cerimônia em Saint-Denis ungiu o rei e sua família e os declarou patricius Romanorum ("protetores dos romanos"). No ano seguinte Pepino cumpriu sua promessa ao papa e recuperou o exarcado de Ravenna, que havia caído recentemente nas mãos dos lombardos, e o devolveu, não para o imperador bizantino de novo, mas para o papado. Pepino doou as áreas reconquistadas em volta de Roma para o Papa, traçando a fundação para os estados papais na "doação de Pepino" que ele colocou sobre o túmulo de São Pedro. O papado teve bons motivos para esperar que a monarquia franca refeita iria prover uma base de poder deferente (potestas) na criação de uma nova ordem mundial, centrada no Papa.&lt;br /&gt;Com a morte de Pepino em 768, seus filhos, Carlos e Carlomano, mais uma vez dividiram o reino entre si. No entanto, Carlomano retirou-se para um mosteiro e morreu pouco depois, deixando o reino todo para seu irmão, que mais tarde se tornou conhecido como Carlos Magno ou Karl, der Große (Carlos, o Grande), uma figura poderosa, inteligente e modestamente letrada que se tornou uma lenda para história posterior tanto da França quanto da Alemanha. Carlos Magno restaurou uma balança de igualdade entre o imperador e o papa.&lt;br /&gt;De 772 em diante, Carlos Magno derrotou os &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/saxes.html"&gt;saxões&lt;/a&gt;, anexando seu território ao reino franco. Esta campanha transformou a conversão forçada de povos vizinhos em prática comum entre governantes cristãos não-romanos. Missionários católicos de origem franca, junto com outros da Irlanda e Inglaterra anglo-saxã, entraram em terras saxãs desde meados do século VIII, aumentando os conflitos com os &lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/saxes.html"&gt;Saxões&lt;/a&gt; que resistiam aos esforços missionários e incursões militares. O principal adversário de Carlos Magno pelo lado saxão, Widukind, aceitou o batismo em 785 como parte de um acordo de paz , porém outros líderes saxões continiaram a resistir. Com sua vitória em Verden no ano de 787, Carlos ordenou o extermínio de milhares de prisioneiros saxões pagãos. Depois de diversas revoltas, os &lt;a href="http://http//povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/saxes.html"&gt;saxões&lt;/a&gt; sofreram sua derrota definitiva em 804. Isso ampliou o domínio Franco em direção ao leste até o rio Elba, feito que o Império Romano tentou apenas uma vez, sendo derrotado na Batalha da Floresta de Teutoburgo (9 a.C.). Para melhor cristianizar os saxões, Carlos fundou diversas dioceses, entre as quais a de Bremen, Munique, Paderborn, e Osnabrück.&lt;br /&gt;Paralelamente (773–774), Carlos conquistou os lombardos e pode incluir o norte da Península Itálica em sua esfera de influência. Ele renovou a doação do Vaticano e prometeu ao papado a continuidade da proteção franca.&lt;br /&gt;Em 788, Tassilo, dux (duque) da Baviera rebelou-se contra Carlos que esmagou a revolta e incorporou a Baviera ao seu reino. Isso não apenas ampliou sua influêncai como reduziu drasticamente o poder dos Agilolfings (família de Tassilo), outro clã importante entre os Francos e potenciais rivais. Até 796, Carlos continuou a expandir seu reinado na direção do sudoeste, chegando a atual Áustria e partes da Croácia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reino de Carlos Magno sobreviveu a seu fundador e cobriu boa parte da Europa Ocidental de 795 até 843 quando o Tratado de Verdun o dividiu entre seus netos: os francos centrais, governados por Lotário (verde), os francos orientais, governados por Luís o Germânico (amarelo), e Carlos, o Calvo, líder dos francos ocidentais (roxo)&lt;br /&gt;Carlos estabeleceu um domínio que ia dos Pirenéus a sudoeste (depois de 795 incluiu uma área do Norte da Península Ibérica, a chamada Marca Hispânica), incluía quase toda a França de hoje (mas não a Bretanha) e avançava para o leste sobre quase todo o território da moderna Alemanha, incluindo o norte da península Itálica e o que hoje é a Áustria. Na hierarquia da Igreja, bispos e abades procuravam apoio no palácio real. Carlos emergia como o grande líder da cristandade ocidental .&lt;br /&gt;No dia do Natal, em 800, o Papa Leão III coroou Carlos como "imperador dos romanos" em Roma numa cerimônia apresentada como se fosse uma surpresa (Carlos Magno não desejava ficar em dívida com o bispo de Roma), um jogada papal adicional numa série de gestos simbólicos que vinham definindo os papéis mútuos da auctoritas papal e da potestas imperial. Embora Carlos Magno, em respeito ao ultraje bizantino , preferiu o título "Imperador, rei dos francos e dos lombardos", a cerimônia reconheceu formalmente o império franco como sucessor do romano (ocidental) (embora apenas a "doação" forjada dava ao papa autoridade política para fazer isso). Depois de um protesto inicial quanto a usurpação, em 812, o imperador bizantino Miguel I Rangabe reconheceu Carlos Magno como co-imperador. A coroação deu a legitimidade a primazia carolíngia entre os francos. Os otonianos mais tarde ressuscitaram essa conexão em 962.&lt;br /&gt;Com a morte de Carlos Magno em 28 de janeiro de 814 em Aachen, ele foi enterrado em sua própria Capela do Palácio em Aachen.&lt;br /&gt;Carlos Magno teve vários filhos, mas apenas um sobreviveu a ele. Esse filho, Luís o Pio, sucedeu ao pai como governante de um império unido. Mas herança total permaneceu uma questão de acaso, em vez de intenção. Quando Luís morreu em 840, os carolíngios aderiram ao costume de partilhar a herança, e o Tratado de Verdun em 843 dividiu o império em três:&lt;br /&gt;1.O filho sobrevivente mais velho de Luís, Lotário se tornou imperador e governante dos francos centrais. Seus três filhos por sua vez dividiram esse reino entre eles em Lotaríngia, Burgúndia e Itália (do norte). Essas áreas iriam mais tarde desaparecer como reinos separados.&lt;br /&gt;2.O segundo filho de Luís, Luís, o Germano, se tornou rei dos francos orientais. Essa área formou o núcleo do mais tarde Sacro Império Romano, que eventualmente evoluiu para se tornar a Alemanha moderna. Para uma lista de sucessores, veja a lista dos reis e imperadores alemães.&lt;br /&gt;3.Seu terceiro filho Carlos, o Calvo se tornou rei dos francos ocidentais; essa área se tornou a fundação da França. Para seus sucessores, veja a lista de monarcas franceses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Legado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora tenha sido um acidente histórico, a unificação da maior parte do que é agora a Europa occidental e central sob um único soberano proporcionou um terreno fértil para a continuação do que é agora conhecido como a Renascença carolíngia. Apesar das mortíferas campanhas militares quase constantes que o império carolíngio suportou, a extensão do reino franco e do cristianismo romano sob uma área tão grande proporcionou a unidade fundamental por todo o império. Cada parte do império carolíngio se desenvolveu de forma diferente; o governo e cultura franca dependiam muito dos regentes individuais e seus objetivos. Esses objetivos mudaram de maneira tão fácil quanto as mutáveis alianças políticas entre as famílias líderes francas. No entanto, essas famílias, incluindo os carolíngios, todas compartilhavam das mesmas crenças e idéias de governo básicas. Essas idéias e crenças tinham suas raízes em antecedentes que se baseavam tanto na tradição romana quanto na germânica, uma tradição que começou antes da ascensão carolíngia e continuou até certo ponto mesmo depois da morte de Luís, o Pio e seus filhos.&lt;br /&gt;Quando os historiadores modernos (do final do século XVIII em diante) remontam a um exemplo de Europa unificada, eles se voltam ao império carolíngio e não ao império romano. Se o império carolíngio durou (ou, pode-se dizer, se ele sequer existiu como império “propriamente dito”) num sentido geográfico ou político não tem influência substancial nessa visão. O modelo de vários reinos individuais (ou regna, para lhe dar os nomes corretos) sob um regente ressoa de maneira clara hoje. Pode-se argumentar que as divisões de Verdun ainda forneceram as bordas gerais da Alemanha, França e Itália, mas dificilmente alguém pode supor que elas proporcionaram qualquer tipo de divisão cultural. Elas não podem dividir o legado germânico-romano cristão começado pelos carolíngios.&lt;br /&gt;Também vale notar que o termo “franco” (por exemplo al-Faranj em arábico ou Falangji em chinês) foi usado na Idade Média para descrever qualquer europeu. Durante as Cruzadas, quando os europeus na maioria das vezes lutaram unidos, eles chamaram a si mesmos “francos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;Leia também!&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/04/carlos-martel-o-heroi-cristao-que.html"&gt;► Carlos Martel: O Herói Cristão &lt;br /&gt;que salvou a Europa&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://povosgermanicos.blogspot.com/2010/03/carlos-magno-entre-cruz-e-espada.html"&gt;► Carlos Magno: entre&lt;br /&gt; a cruz e a espada&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-321159678868743197?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/321159678868743197/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=321159678868743197' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/321159678868743197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/321159678868743197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/francos.html' title='&lt;strong&gt;Francos&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkapXvmkVI/AAAAAAAAF9I/CHQshzPF76o/s72-c/guerreiro_franco1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-6960545197658453165</id><published>2008-03-28T18:18:00.000-07:00</published><updated>2010-09-09T10:17:33.570-07:00</updated><title type='text'>Turíngios</title><content type='html'>Os &lt;strong&gt;turíngios &lt;/strong&gt;(thuringii, em latim) foram uma tribo que surgiu na Germânia Central tardiamente, em relação às outras tribos germânicas mais conhecidas, e que ocupou a região (hoje chamada Turíngia) vagada pela confederação dos alamanos, que havia migrado em direção ao sul. Não está claro se eram um grupo de alamanos deixado para trás ou simplesmente uma tribo menor. Apareceram na região dos Montes Harz em torno de 280 d.C. e foram conquistados pelos francos em cerca de 550. A Origo Gentis Langobardorum, do século VII, menciona Fisud, rei dos turíngios, que seria contemporâneo de Teodeberto I.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-6960545197658453165?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/6960545197658453165/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=6960545197658453165' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/6960545197658453165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/6960545197658453165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/turngios.html' title='&lt;strong&gt;Turíngios&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-1621942727451873388</id><published>2008-03-28T18:15:00.000-07:00</published><updated>2010-09-09T10:09:01.227-07:00</updated><title type='text'>Hérulos</title><content type='html'>&lt;em&gt;Povo germânico, originários do sul da Escandinávia, fixaram-se na costa do mar Negro, onde foram dominados pelos Ostrogodos e pelos Hunos, entre o século III e o século IV.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkUIi_h9VI/AAAAAAAAF8Q/x8mC6T_S2KA/s1600/h%25C3%25A9rulos.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 179px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkUIi_h9VI/AAAAAAAAF8Q/x8mC6T_S2KA/s400/h%25C3%25A9rulos.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514961355756664146" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a morte de Átila, rei dos hunos em (453), os &lt;strong&gt;hérulos&lt;/strong&gt;, em 454 se separaram dos hunos e constituíram um forte reino na Moldávia meridional e Viena, submetendo as populações vizinhas, entre as quais os lombardos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 476, os hérulos, liderados por Odoacro, invadiram a Itália e depuseram Rômulo Augusto, o último soberano do Império Romano do Ocidente. Para muitos historiadores, esta data marca o fim da Antiguidade e início da Idade Média.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, porém, foram derrotados pelos ostrogodos liderados por Teodorico o Grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8078506932562893684-1621942727451873388?l=povosgermanicos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/feeds/1621942727451873388/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8078506932562893684&amp;postID=1621942727451873388' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/1621942727451873388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8078506932562893684/posts/default/1621942727451873388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://povosgermanicos.blogspot.com/2008/03/hrulos.html' title='&lt;strong&gt;Hérulos&lt;/strong&gt;'/><author><name>Valter Pitta</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TB6681d_coI/AAAAAAAAFY8/KIKFPlkCX0I/S220/C%C3%B3pia+de+hgghgd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/TIkUIi_h9VI/AAAAAAAAF8Q/x8mC6T_S2KA/s72-c/h%25C3%25A9rulos.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8078506932562893684.post-1938424079875041825</id><published>2008-03-28T17:57:00.000-07:00</published><updated>2010-03-08T13:25:47.187-08:00</updated><title type='text'>Burgúndios</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Burgúndios&lt;/strong&gt; ("os Montanheses"), são um antigo povo de origem Escandinávia. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S5Vo55aNh0I/AAAAAAAAEUU/ukNv2E7lYcM/s1600-h/burgundio.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 251px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lrnheGDims4/S5Vo55aNh0I/AAAAAAAAEUU/ukNv2E7lYcM/s400/burgundio.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5446374668247074626" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Baixo Império Romano , instalaram-se na Gália e na Germânia na qualidade de federados. Tendo procurado se estender na Bélgica, foram abatidos por Aécio em 436 e transferidos para Savóia. De lá, eles se espalharam nas bacias do Saône e do Ródano. Foram submetidos pelos francos em 532 e seu território foi reunido à Nêustria. Deram seu nome à Borgonha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;História antiga&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Origens tribais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tradição burgúndia da origem escandinava encontra suporte na evidência dos topônimos e na arqueologia (Stjerna) e muitos consideram essa tradição como correta. Possivelmente por que a Escandinávia estava além do horizonte das antigas fontes romanas, incluindo Publius Cornelius Tacitus (que menciona apenas uma das tribos escandinavas, os suiones ), eles não sabiam de onde os burgúndios vinham, e as primeiras referências romanas os localiza a leste do Reno (inter alia, Ammiano Marcellino , XVIII, 2, 15). Fontes romanas antigas indicam que eles eram simplesmente outra tribo germânica oriental. Aproximadamente em 300 , a população de Bornholm (a ilha dos burgúndios desapareceu abundantemente da ilha. Muitos cemitérios pararam de ser usados, e naqueles que ainda eram usados havia poucos sepultamentos (Stjerna, in Nerman 1925:176). No ano de 369 , o imperador Valentiniano I alistou para ajudá-lo na sua guerra contra as tribos germânicas, os alamano (Ammianus, XXVIII, 5, 8-15). Nessa época, os burgúndios possivelmente vivendo da bacia do Vístula , de acordo com o historiador dos godos da metade do século VI , Jordanes . Algum tempo após a guerra contra os alamanos, os burgúndios foram derrotados em batalha por Fastida, rei dos gépidos , sendo subjugados, quase aniquilados. Aproximadamente quatro décadas depois, os burgúndios reapareceram. Seguindo a retirada das tropas do general romano Stilicho para atacar Alarico I o visigodos em 406 - 408 , as tribos do norte cruzaram o Reno e entraram no Império Romano na Völkerwanderung, ou migrações germânicas. Entre elas estavam os alanos , vândalos , suevos e possivelemnte os burgúndios. Os burgúndios migraram para oeste e se estabeleceram no vale do Reno . Havia, ao que parece naquela época um relacionamento amigável entre os hunos e os burgúndios. Era um costume huno entre as mulheres ter seu crânio alongado artificialmente por um amarrador apertado na cabeça quando a criança ainda era um bebê. Túmulos germânicos são às vezes encontrados com ornamentos hunos e também com crânios de mulheres alongados; a oeste do Reno apenas sepulturas burgúndias contém um grande número desses crânios (Werner, 1953). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Religião&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em algum lugar no leste europeu os burgúndios se converteram ao arianismo , o que passou a ser uma fonte de suspeita e desconfiança entre os burgúndios e o Império Romano Ocidental católico. As discórdias eram acalmadas por volta de 500, porém, Gundobad , um dos últimos reis burgúndios, manteve uma amizade pessoal próxima com Ávito de Viena , o bispo católico de Viena . Além disso, o filho e sucessor de Gundobad, Sigismundo da Borgonha , era católico, e há evidências que muitos dos burgúndios tenham se convertido na mesma época, incluindo várias mulheres membros da família governante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Antiga relação com os romanos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente, os burgúndios parecem ter tido um relacionamento tempestuoso com os romanos. Eles eram usados pelo império para se defender de outras tribos, mas também penetravam nas regiões fronteiriças e expandiam sua influência quando possível. Os reinos burgúndios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O primeiro reino&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 411, o rei burgúndio Gundahar (ou Gunther ou Gundicar) instalou um imperador fantoche no Império Romano, Jovino , em cooperação com Goar, rei dos alanos. Com a autoridade do imperador gaulês que ele controlava, Gundahar se estabeleceu na margem (romana) esquerda do Reno, entre os rios Lauter e Nahe, apoderando-se de Worms, Speier e Estrasburgo. Aparentemente como parte de uma trégua, o imperador Flávio Augusto Honório mais tarde concedeu a eles as terras. (Prosper, a. 386) Apesar do seu novo estatus de foederati, as incursões burgúndias na Gallia Belgica se tornaram intoleráveis e foram brutalmente encerradas em 436 , quando o general romano Aécio convocou mercenários hunos que subjugaram o reino do Reno (que tinha sua capital no antigo assentamento celta romano de Borbetomagus/Worms) em 437 . Gundahar foi morto em combate, de acordo com o que foi relatado pela maioria das tribos burgúndias. (Prosper; Chronica Gallica 452; Hydatius; Sidônio Apolinário)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A destruição de Worms e do reino burgúndio pelos hunos se tornou o assunto de lendas heróicas que foram mais tarde incorporadas no Nibelungenlied.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O segundo reino&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por razões não citadas nas fontes, aos burgúndios foi concedido o status de foederati uma segunda vez, e em 443 eles foram reassentados por Aécio na região de Sapaudia (Chronica Gaellica 452). Apesar de a Sapaudia não corresponder a qualquer região atual, os burgúndios provavelmente viveram próximos a Lugdenensis, a atual Lyon (Wood 1994, Gregory II, 9). Um novo rei, Gundioc ou Gunderico, presumivelmente um filho de Gundahar, parece ter reinado a partir da morte de seu pai (Drew, p. 1). Ao todo, oito reis burgúndios da casa de Gundahar governaram até o reino ser invadido pelos francos em 534 . Como aliados de &lt;a href="www.imperioroma.blogspot.com/"&gt;Roma &lt;/a&gt;nas suas últimas décadas, os burgúndios lutaram ao lado de Aécio e de uma confederação de visigodos e outras tribos na derrota final de Átila o Huno na Batalha de Chalons em 451 . A aliança entre os burgúndios e os visigodos parece ter sido forte, com Gundioc e seu irmão Chilperic I acompanhando Teodorico II à península Ibérica para atacar os suevos em 455 . (Jordanes, Getica, 231) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aspirações ao império&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também em 455, uma referência ambígua infidoque tibi Burdundio ductu (Sidônio Apolinário in Panegyr. Avit. 442) envolve um desconhecido líder traidor burgúndio no assassinato do imperador Petrônio Máximo no caos que precedeu o saque de Roma pelos vândalos. O aristocrata Ricimer também foi acusado; esse evento marca o primeiro indício de ligação entre os burgúndios e Ricimer, que era provavelmente cunhado de Gundioc e tio de Gundobad. (John Malalas, 374) Os burgúndios, aparentemente confiantes no seu poder crescente, negociaram em 456 uma expansão territorial e um arranjo de divisão de forças com os senadores romanos locais. (MArius of Avenches) Em 457 , Ricimer causou auqeda de outro imperador, Ávito, conduzindo Júlio Valério Majoriano ao trono. O novo imperador mostrou ser imprestável para Ricimer e para os burgúndios. Um ano após a sua ascensão, Majoriano expulsou os burgúndios das terras que eles haviam adquirido dois anos antes. Após mostrar leves sinais de independência, ele foi assassinado por Ricimer em 461 . Dez anos depois, em 472 , Ricimer - que agora era genro do imperador romano ocidental Antêmio - estava conspirando com Gundobad para matar seu sogro; Gundobad decapitou o imperador (aparentemente pessoalmente) (Chronica Gallica 511; João de Antióquia, fr. 209; Jordanes, Getica, 239). Ricimer então indicou Anício Olíbrio , a influência burgúndia sobre o império parece ter terminado. Glicério foi deposto em favor de Júlio Nepos, e Gundobad retornoua à Borgonha, presumivelmente na morte de seu pai Gundioc. Nessa época ou um pouco depois, o reino burgúndio foi dividido entre Gundobad e seus irmãos, Godigisel, Chilperic II e Gundomar I. (Gregório, II, 28) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Consolidação do reino&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Gregório de Tours, os anos seguintes ao retorno de Gundobad à Borgonha viram uma sangrenta consolidação de poder. Gregório declara que Gundobad assassinou seu irmão Chilperic, afogou sua esposa e exilou suas filhas (uma das quais se tornou a esposa de Clóvis I o franco, e foi responsável pelo que dizem pela sua conversão) (Gregory, II, 28). Isso é contestado, por exemplo por Bury, que aponta problemas na cronologia de Gregório para os eventos. Por volta de 500 , Gundobad e Clóvis I entraram em guerra, e Gundobad parece ter sido traído por seu irmão Godegisel, que se uniu aos francos; juntas as forças de Godegisel e Clóvis I "esmagaram o exército de Gundobad" (Marius a. 500; Gregory, II, 32). Gundobad esteve temporariamente escondido em Avignon, mas foi capaz de reagrupar seu exército e saquear Viena, onde Godigisel e muitos de seus seguidores foram executados. A partir daí, Gundobad parece ter sido o único rei da Borgonha. Isso implicaria que seu irmão Gundomar já estava morto, apesar de não haver nenhuma menção a isso nas fontes da época. Ou Gundobad e Clóvis I se reconciliaram e esqueceram suas diferenças, ou Gundobad foi forçado a algum tipo de vassalagem após a vitória anterior de Clóvis I, com o rei burgúndio ajudando os francos em 507 na vitória contra Alarico II, rei dos visigodos. Durante a revolta, em algum momento entre 483 e 501 , Gundobad começou a apresentar a Lex Gundobada, lançando aproximadamente a primeira metade dela, que foi extraída da Lex Visigothorum. Após consolidar o poder, entre 501 e sua morte em 516 , Gundobad apresentou a segunda metade de suas leis, que eram originalmente burgúndias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Queda do segundo reino&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os burgúndios havia estendido seu poder sobre todo o sudeste da Gália , ou seja, o norte da Itália , o oeste da Suiça , e o sudeste da França . Em 493 , Clóvis I, rei dos francos, casou-se com a princesa burgúndia Clotilda, filha de Chilperic. Após iniciamente se aliar a Clóvis I contra os visigodos no começo do século VI , os burgúndios foram finalmente conquistados pelos francos em 534 . O reino burgúndio passou a fazer parte dos reinos merovíngios , e os burgúndios foram amplamente absorvidos por eles. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As leis burgúndias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os burgíndios deixaram três códigos legais, que estão entre os mais antigos das tribos germânicas. O Liber Consitutionum sive Lex Gundobada (O Livro da Constituição Segundo a Lei de Gundobad), também conhecida como Lex Burgundionum, ou mais simplesmente Lex Gundobada ou ainda Liber, foi lançado em várias partes entre 483 e 516, principalmente por Gundobad, mas também por seu filho, Sigismund. Era um registro das leis costumeiras e típicas de muitos códigos de leis germânicos desse período. Particularmente, o Liber copiou o Lex Visigothorum e influenciou o posterior Lex Ribuaria. O Liber é uma das fontes primárias da vida burgúndia daquela época, e também da história de seus reis. Como muitas das tribos germânicas, as tradições legais burgúndias permitiam a aplicação de leis distintas para etnias diferentes. Dessa forma, em adição à Lex Gundobada, Gundobad também lançou (ou codificou) um conjunto de leis para os assuntos romanos do reino burgúndio, a Lex Romana Burgundionum (A Lei Romana dos Burgúndios). Somando-se aos dois código
